quinta-feira, junho 19, 2008

O que fazer quando caem os preços das ações?

A volatilidade que acompanha os mercados desde o início do ano amplifica o risco ao investidor. Em uma decisão acertada, posições de curtíssimo prazo são beneficiadas entre a rotina de bruscas oscilações da bolsa, mas caso contrário, é possível ter que amargar perdas em grandes proporções.

Por outro lado, a aplicação mais conservadora foca suas atenções no longo prazo. Escolher o ativo a partir de seus fundamentos e potencial de valorização faz parte desta estratégia, que pode limitar bastante a exposição do investidor à perda.

Estas vertentes são indispensáveis na tomada de decisão. A escolha da aposta certeira na bolsa necessariamente deve conter uma análise do objetivo do investidor com aquela posição, que passa pela determinação do intervalo de tempo que se objetiva "segurar" o papel.

É aí que surge a questão. Muitas vezes, uma aposta, seja de curto ou longo prazo, não gera a resposta esperada pelo investidor naquele período determinado. O mesmo se vê em uma encruzilhada: vender a ação e limitar o prejuízo ou segurar o papel, tornando a aposta antes de curto prazo em investimento de prazo mais longo?

Stops: perigosos para longo prazo

De maneira geral, esta questão evidencia um limite muito estreito entre "segurar um mico" e vislumbrar ganhos no longo prazo. A primeira coisa que vem à cabeça nestas situações é a famosa ferramenta de "stop" das operações.

Mas deixar uma posição entre "stops" pode penalizar uma ótima chance de investimento. "Quando se mira no longo prazo, utilizar 'stops' pode ser perigoso, pois o investidor sempre irá vender nos piores momentos e ter de recomprar nas fases de recuperação dos mercados", salienta Igor Ribeiro, especialista da Tática Asset Management.

A partir desta avaliação, fica a lição do uso do "stop" apenas para posição que objetiva se beneficiar de um determinado "momento" do ativo, e que acaba por tomar o rumo contrário à expectativa do investidor.

Fundamentos e perspectivas

Mas além desta observação, alguns passos importantes podem ajudar o investidor que se deparar com esta encruzilhada. Inicialmente, é importante diferenciar um "mico" de uma boa oportunidade de retorno futuro.

A crença em uma aposta não deve se restringir a comentários de terceiros nos famosos fóruns do mercado ou alguma recomendação de investimento. É necessário conhecer o papel que está se investindo, evitar a aplicação meramente especulativa.

Uma boa fonte de informações são os relatórios trimestrais divulgados pelas empresas. A avaliação de pontos como a estrutura de custos, fontes de receita e eficiência operacional pode oferecer uma boa idéia do potencial de crescimento orgânico da empresa. O restante é a análise das perspectivas setoriais e potenciais premissas macroeconômicas impactantes.

"Se o investidor acompanha a empresa de perto, confia no setor, no management da companhia e acredita que a empresa se encontra sub-avaliada, não há motivo para se preocupar", ressalta Ribeiro.

Estes passos são triviais para qualquer decisão de investimento, redundantes para o investidor mais experimente, mas não se pode questionar sua importância. Voltando ao limite entre o "mico" e o investimento de longo prazo, outro ponto é saber identificar uma aposta com baixa probabilidade de sucesso.

Segundo Igor Ribeiro, um "mico" é considerado o papel que não acompanha as altas do Ibovespa como um todo, mas esta classificação pode ser errônea em alguns casos: "existem ações que precisam de um tempo maior de maturação, pois não pertencem aos setores da moda, carecem de cobertura, não estão no radar dos investidores institucionais ou até mesmo passam por um momento desfavorável".

Porém, existem os casos dos verdadeiros "micos". Ações que diferentemente da necessidade de tempo maior de maturação, não apresentam potencial evolução substancial em meio à sua atual precificação. "Contra este tipo de ação, não há remédio", conclui o analista.

O limite parece ser estreito entre uma boa opção de longo prazo e alocar os recursos em um ativo sem grande potencial. De maneira geral, o investidor deve avaliar bem as opções de investimento, e ainda melhor o prazo que determinará para obter o retorno esperado.

quarta-feira, junho 11, 2008

Ganhos com ações da Bovespa podem chegar a 54% em 2008, dizem corretoras

Por Francine De Lorenzo

EXAME Analisando o histórico das ações de Bovespa Holding (BOVH3) e Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F - BMEF3 ) nos últimos meses, qualquer investidor ficaria ressabiado com a recomendação de compra das corretoras. Neste ano, os papéis da Bovespa recuaram 28,93%, sendo 15,30% somente nos primeiros dez dias de junho. As ações da BM&F tiveram desempenho ainda mais desanimador: foi um tombo de 37,26% no ano, e de 15,18% neste mês. E, pela previsão dos próprios analistas, essa trajetória de queda ainda deve durar mais algum tempo.

Mas, o que à primeira vista parece um mau negócio, é na verdade uma boa oportunidade de investimento, garantem os especialistas. Pelos cálculos da Itaú Corretora, as ações da Bovespa têm potencial para subir 49,77% ainda em 2008, chegando ao final de dezembro cotadas a 34 reais. A corretora Planner também projeta forte alta para os papéis: 54,18%, com estimativa de preço-alvo de 35 reais no final do ano. Ambas as instituições focam suas indicações nas ações da Bovespa, mas já não vêem muita diferença entre os papéis das duas bolsas. “Com o anúncio de fusão, as ações de Bovespa e BM&F passaram a andar juntas. Se uma sobe ou cai, a outra acompanha”, explica Rodney Otero Melhados, analista da Planner.

Ação Preço Atual (R$)* Preço no IPO (R$) Variação desde IPO (%) Variação no mês (%) Variação no ano (%)
Bovespa ON 22,70 23,00 -1,30 -15,30 -28,93
BM&F ON 15,65 20,00 -21,75 -15,18 -37,26
Ibovespa -4,56 8,44
* cotação de fechamento de 10/06/08
Fonte: Bovespa

A visão otimista das corretoras para os papéis é baseada em três pontos. O primeiro deles é de que a queda dos últimos tempos é circunstancial. “As ações sofreram muito por conta da crise de crédito nos Estados Unidos. Os investidores estrangeiros, que foram os grandes compradores dos papéis na oferta pública, acabaram vendendo as ações para fazer caixa, e isso derrubou os preços no mercado”, diz Melhados. Para agravar a situação, no final do mês passado, as corretoras que haviam oferecido no IPO (sigla em inglês para oferta pública inicial) apenas parte de suas ações da BM&F se viram livres para negociar o restante. Pelas regras da operação, elas não poderiam se desfazer dessa participação até o dia 31 de maio. “Como as corretoras já não precisam dos papéis para operar, o mercado foi inundado por mais 500 milhões de ações. Eis o motivo da queda acentuada neste mês”, afirma Victor Mizusaki, analista da Itaú Corretora.

As instituições não arriscam prever até quando essa maré negativa vai durar, mas são enfáticas ao afirmar que ela vai passar. “A Bovespa tem um potencial de crescimento muito maior que o das bolsas lá fora. O mercado acionário brasileiro ainda é adolescente e o grau de investimento deve impulsionar a entrada de recursos estrangeiros no país”, diz Melhados. Como a receita da Bovespa é composta basicamente por um percentual cobrado sobre o valor de cada operação, quanto maior o número e o volume de transações, melhor.

Neste ano, até maio, os investimentos estrangeiros na Bovespa somam 8,3 bilhões de reais. Comparando-se esse valor ao de anos anteriores fica evidente a maior confiança dos investidores estrangeiros no país. Nos cincos primeiros meses de 2005, os estrangeiros mantiveram na Bovespa apenas 144,6 milhões de reais, valor que saltou para 1,7 bilhão de reais em 2006. Em 2007, com a onda de IPO´s – foram 22 até o final de maio –, esse valor chegou a 17,2 bilhões de reais.

É fato que a crise das hipotecas de alto risco (subprime) reduziu o volume de recursos disponíveis para investimento no mercado acionário e inibiu novas ofertas públicas de ações. Mas, para Mizusaki, os investimentos estrangeiros poderão chegar à Bovespa também de forma indireta, por meio de fundos como GP Investimentos e Tarpon, que têm ações na Bolsa. “Grande parte dos fundos internacionais não têm analistas para estudar o mercado brasileiro. Por isso, é mais fácil investir em fundos do GP e da Tarpon”, explica.

Além disso, é cada vez maior o interesse dos pequenos investidores pelo mercado acionário. Em 2002, eles eram cerca de 85.000. Hoje, já ultrapassam os 486.000. Há seis anos, as pessoas físicas representavam 15% dos investidores e movimentavam 2,8 bilhões de reais. No mês passado, já eram 26%, negociando 65,3 bilhões de reais. Com isso, as operações via home broker dispararam, registrando volume médio diário de 1,84 bilhão de reais. “O mercado interno ainda tem muito espaço para crescer, e não há dúvidas de que isso vai ser revertido em ganhos para os acionistas da Bovespa”, diz Mizusaki.

Ágora revisa projeções de investimentos

A Ágora revisou suas projeções e realizou alterações em suas carteiras recomendadas. Para a moderada, a corretora reduziu o peso dos papéis da Vale, em função do anúncio de oferta pública primária de ações da companhia.

Segundo os analistas, os ativos da mineradora poderão ser pressionados no curto prazo, pelo tamanho da possível oferta de US$ 15 bilhões (9% do capital social da empresa) e as incertezas quanto ao direcionamento do montante.

A Ágora também diminuiu o peso das ações da AmBev em sua carteira moderada, com a finalidade de diminuir riscos de curto prazo, relacionados à nova tributação do setor de bebidas e à possível aquisição da cervejaria Anheuser-Bush pela InBev (controladora da AmBev).

Os analistas trocaram os papéis da Usiminas pelos da Gerdau na mesma carteira, influenciados pelo crescimento nos lançamentos residenciais no país e investimentos em infra-estrutura do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

No mesmo cenário de mudanças, a corretora preferiu as ações do Itaúsa em detrimento dos ativos do Banco Pine, adotando uma estratégia mais defensiva na carteira moderada.

Há a entrada das ações da Confab e da Sulamérica nas sugestões moderadas da corretora. No primeiro caso, a recomendação baseia-se no cenário promissor de investimento na expansão da malha de gasodutos no Brasil, que deverá se traduzir em demanda consistente por tubos. Quanto à segunda inclusão, a corretora acredita numa evolução para o setor de seguros, refletindo em guidance positivo para a companhia nos próximos meses.

Os analistas optaram pela retirada dos papéis da Embraer na carteira moderada, devido ao cenário macroeconômico desfavorável, explicitado pela constante elevação do petróleo e valorização do real frente ao dólar.

Confira a carteira moderada
Empresa Código Preço Alvo* Upside** Peso
Petrobras PETR4 R$ 66,00 43,5% 22,5%
Confab CNFB4 R$ 9,32 24,8% 5%
CSN CSNA3 R$ 122,67 62,9% 21,1%
Gerdau GGBR4 Em revisão - 9,9%
B2W BTOW3 R$ 84,00 30,7% 5,6%
Suzano Papel e Celulose SUZB5 R$ 37,70 30,9% 5,5%
AmBev AMBV4 R$ 166,00 56% 5%
Vale VALE3 R$ 89,96 54% 15,5%
Itaúsa ITSA4 R$ 15,27 44,9% 4,9%
Sulamérica SULA11 R$ 47,24 45,4% 5,1%
*Visando dezembro de 2008 **De acordo com o fechamento de 11/06/08

Alteração nas preferidas Quanto às top picks, saem as ações da Vale para a entrada dos ativos da Confab. Os analistas crêem que os papéis da Confab oferecem melhor possibilidade de valorização em relação aos da mineradora.

Empresa Código Preço Alvo* Upside** Peso
Petrobras PETR4 R$ 66,00 43,5% 24,9%
Confab CNFB4 R$ 9,32 24,8% 15%
CSN CSNA3 R$ 122,67 62,9% 25%
Bematech BEMA3 R$ 16,23 94,9% 15%
BM&F BMEF3 R$ 24,00 53,4% 20,1%
*Visando dezembro de 2008 **De acordo com o fechamento de 11/06/08

quinta-feira, junho 05, 2008

O bendito planejamento financeiro

Planejamento financeiro aborda a programação do seu orçamento, a racionalização dos gastos e a otimização de seus investimentos.

É um processo racional de administrar sua renda, seus investimentos, suas despesas, seu patrimônio, suas dívidas, objetivando tornar realidade seus sonhos, desejos e objetivos, tais como: casa própria, poupar para a educação dos filhos, fazer a viagem dos sonhos, investir de acordo com o perfil pessoal, ser bem sucedido na carreira profissional, reduzir impostos, tornar-se empresário, aposentar-se confortavelmente, planejar e administrar testamento, partilha, ...

A maioria das pessoas trata de suas finanças procurando gastar menos do que ganha. Este é apenas um dos aspectos do planejamento.
É necessário, entre outros aspectos, estabelecer objetivos, sem os quais a pessoa age como um barco sem rumo.

A vida produtiva tem várias fases, cada uma das quais apresenta seus desafios.

Através do planejamento é possível identificar as oportunidades e dificuldades de cada uma, e definir, antecipadamente, estratégias para enfrentar cada situação.

O planejamento financeiro será o seu mapa de navegação. Mostrará onde está, onde quer chegar e indicará os caminhos a percorrer.

Um planejamento financeiro eficiente pode fazer mais por seu futuro do que 30 ou 40 anos de trabalho.


Eventos que podem originar a necessidade do planejamento financeiro:

Compra ou venda de negócios de família

Crise financeira

Herança ou repartição de bens

Mudanças na carreira profissional

Planejamento para filhos ( nascimento, adoção, educação )

Planejamento para aposentadoria

Preparação para casamento, separação

Recebimento de grande soma de dinheiro ou inesperada queda financeira


O planejamento das finanças não visa apenas o sucesso financeiro, ele é relevante para o sucesso pessoal e profissional
.


O gerenciamento adequado das finanças é o diferencial entre sonhadores e realizadores
.

ALGUNS EQUÍVOCOS A RESPEITO DE PLANEJAMENTO FINANCEIRO

  1. Confundir Planejamento Financeiro com Investimentos;
  2. Esperar momentos de crise para tomar a iniciativa de fazer o Planejamento Financeiro;
  3. Esperar retornos irreais para seus investimentos;
  4. Não estabelecer objetivos financeiros mensuráveis;
  5. Pensar que Planejamento Financeiro é a mesma coisa que planejamento para aposentadoria;
  6. Pensar que Planejamento Financeiro é para quando ficarem velhos;
  7. Pensar que Planejamento Financeiro é Planejamento Tributário
  8. Pensar que Planejamento Financeiro é somente para quem possui muito dinheiro;
  9. Pensar que utilizar os serviços de um Consultor Financeiro, significa perder o controle de suas finanças pessoais;
  10. Tomar uma decisão financeira sem entender seus efeitos em sua situação financeira global;

Quinze conselhos para sair da inadimplência

Não são poucos os brasileiros que estão enroscados em dívidas. Há várias razões para isso: compras com cheques pré-datados seguida de desemprego ou de alguma emergência financeira, uso desmedido do cheque especial e do cartão de crédito, financiamento acima da capacidade de pagamento... Enfim. E muita gente não tem idéia de como sair dessa teia. O consultor Emanuel Gonçalves* elaborou uma lista de conselhos para que as pessoas saiam da situação de inadimplente. Veja qual desses conselhos é o mais útil a você.

01 – O processo do endividamento em todas as situações tem seu início quando você passa a recorrer a empréstimos para complementar seus compromissos. Enquanto a pessoa tem crédito fica criando dívidas para pagar dívidas. PARE enquanto há tempo porque você simplesmente está piorando cada vez mais sua situação...

02 - Se estiver pagando apenas o valor mínimo do cartão de crédito por meses e meses, você está praticamente jogando dinheiro fora. Seu débito nunca diminui e este dinheiro representa juros das administradoras. O correto é abrir mão do cartão, suspender o pagamento do valor mínimo e negociar o pagamento do valor total em prestações fixas para liquidar o débito.

03 – No início as administradoras dificultam bastante, falam que você tem de continuar a pagar pelo menos o valor mínimo, etc. Entretanto, a partir do segundo mês sem receber, eles mesmos apresentam proposta de parcelamento do valor total.

04 – Quando negociar qualquer dívida, nunca aceite a primeira proposta que lhe apresentarem, procure sempre barganhar mais. Se eles oferecem para dividir o débito em seis meses, por exemplo, peça para dividir em 20 vezes. Claro que de imediato eles também não vão aceitar, mas pode ficar em 15 ou 12 meses.

05- Dívidas com agiotas: não se intimide com eles. Eles gostam muito de agir desta forma, mas agiotagem é crime e se você registrar uma queixa policial, certamente o quadro se modificará bastante a seu favor. Os agiotas são metidos a valentes, mas são inteligentes. Eles sabem que estão praticando uma ilegalidade.

06 – Faça uma reavaliação em seu orçamento. Procure restabelecer com total prioridade as despesas da subsistência de sua família. Pague primeiro seu condomínio, escola, aluguel ou prestação do imóvel, telefone, energia, etc.

Seja a situação que você estiver, sem o mínimo de condição para sustentar sua família, você não vai poder resolver o problema de mais ninguém.

07 – Verifique quanto você ganha por mês e o total dos seus débitos. Separe o valor para manter sua subsistência e o que sobrar é para pagar dividas.

08 – Procure resolver primeiro os débitos que envolvam nomes de outras pessoas. As compras que você fez com fiadores ou em nome de alguém merecem prioridade para limpar o nome da pessoa e recuperar a confiança que você recebeu.

09 – As contas de valores pequenos podem também ser eliminadas com prioridade.

10 – Modifique seus hábitos de CONSUMO e de sua família, caso contrário você vai voltar a cometer os mesmos erros. Em fase de crise, economizar é a palavra de ordem. Consumo de telefone, energia, despesas supérfluas têm de ser eliminadas. Para gastar todo mundo é solidário, entretanto na hora do endividamento apenas um ou o casal assume a responsabilidade. Lembre-se: "um pequeno vazamento pode afundar um grande navio".

11 – Você sempre pode recorrer aos Juizados de Defesa do Consumidor de sua Cidade para ajudá-lo a negociar os seus débitos. Muita gente pensa que por estar devendo não tem o direito de fazer uma queixa contra seu credor. Pode sim, seja Bancos, administradoras de cartões, financeiras, etc. Os motivos das queixas são os juros absurdos que sempre cobram, dificuldades quanto ao valor da prestação renegociada que você pode pagar, cópias de pedido ou contratos que quase nunca lhe são entregues. Pressão abusiva com telefonemas e recados inconvenientes a vizinhos, etc.

12 – Caso não tenha juizado de Defesa do Consumidor ou PROCON em sua cidade, a queixa pode ser registrada na localidade mais próxima ou na capital do seu Estado.

13 – Ao fazer a queixa, leve os dados corretos. Nome completo da empresa que você tem o débito, endereço completo, explique como foi originado o seu problema, qual o valor envolvido, quantos meses, quanto já pagou, enfim, procure apresentar o máximo de informações para facilitar no momento do registro da queixa.

14 – Procure ter um exemplar do Código de Defesa do Consumidor, que você pode adquirir em qualquer livraria. Leia os artigos que envolvam assuntos sobre DÍVIDAS para que você, na audiência de conciliação que vai ser gerada com a queixa, tenha firmeza em sua defesa. Autoridade é quem tem conhecimentos!

15 – Claro que o endividamento tem como maior responsável a difícil situação econômica do nosso país. Juros impagáveis e tudo mais, todavia, não podemos jogar a culpa apenas nisso. Você também cometeu seus erros, se deixou levar muitas vezes pelas facilidades de comprar a crédito, nunca fez orçamento para comparar seus gastos e agora precisa refletir para corrigir os erros cometidos.

A arte para renegociação de dívidas

As dívidas estão em atraso e não está sendo possível quitá-las nem com o corte de despesas? Passou pela cabeça pedir empréstimos para equilibrar o caixa?

Nada disso! Continue monitorando suas contas e nem pense pedir dinheiro emprestado.

Renegociar as dívidas com credores é a melhor saída.

A tarefa de renegociar dívidas é uma das etapas de ações mais importante e necessária para a recuperação de empresas deficitárias. Entendam por deficitárias as empresas que mesmo procedendo os cortes necessários e ações de contenção para redução ou eliminação de custos e despesas continuam sendo tomadas pelas dívidas.

Primeiramente vamos distinguir duas situações: cortes e contenção de gastos, propiciam melhora no resultado econômico da operação da empresa. Dívidas acumuladas afetam o desempenho financeiro da empresa.

Se todos os cortes e contenção de gastos foram insuficientes para reversão do resultado negativo o problema pode estar na composição dos custos, impostos ou na própria maneira que se conduz o negócio, então trata-se de um problema econômico da operação da empresa. Agora, se ao contrário, o resultado econômico é positivo, mas insuficiente para quitar as dívidas, isso já é um problema financeiro.

Sem alongar o perfil das dívidas, ou seja, renegociar cada dívida com cada credor, fica pouco provável que o processo de recuperação venha dar certo.

Renegociar dívidas requer habilidade em se projetar, envolver-se no processo, comprometer-se com os credores e se empenhar para que os compromissos sejam efetivamente cumpridos.

Quando se elabora o planejamento para renegociar dívidas, considera sempre a possibilidade de liquidar seus débitos sem maiores dificuldades para sua empresa, mas para que o planejamento surta os efeitos desejados, devemos lembrar da importância do diagnóstico econômico e financeiro para que tais compromissos de parcelas, juros e prazos correspondam com a suficiência da margem de contribuição propiciada (lucro bruto).

O mais importante é que todo planejamento financeiro deve ser certo, preciso e possível. Feito de forma falha torna-se impossível a liquidação do débito e uma maior dificuldade de renegociação com seus credores.

A tentativa de renegociar as dívidas costuma ser o último recurso - o inadimplente costuma procurar o credor apenas na emergência. No entanto, esta atitude pode ajudá-lo a recuperar a saúde financeira antes do previsto.

- Quando se deve entrar com o processo de renegociação? assim que perceber que não poderá continuar pagando a dívida, evitando que ela cresça; tempo é realmente dinheiro, neste caso nunca se esqueça que a cada dia que passa sem fazer nada, além dos riscos das restrições legais, perda de crédito, etc. custa também no mínimo 0,07% ao dia. Lembre-se: quanto antes se manifestar que está tendo dificuldades para quitar as dívidas, melhor será o entendimento com o credor.

- procurar simplesmente o credor telefonando ou indo ao seu escritório para confessar a dívida e propor pagamentos parcelados não adianta, isso não funciona. Primeiro, que o devedor já está fragilizado e qualquer propositura ao credor dessa forma parecerá pedido de piedade; e neste caso não é.

- Antes de procurar o credor, atente-se ao propósito da renegociação. Deve-se elaborar um documento em forma de notificação ao credor anunciado as suas intenções; notificação não significa imposição, a notificação deve ser sutil, com relatos históricos da boa relação comercial construída em época de "vacas gordas"; o motivo pelos quais a sua empresa está passando dificuldades financeiras agora em época de "vacas magras"; e sua intenção e esforço (o que está se fazendo) para sair da crise. Poderá neste mesmo documento sugerir quantidade de parcelas, taxa de juros e valores finais. Estipule uma data-limite para o credor manifestar o aceite da proposta, é importante transmitir que o empresário esteja aberto para contrapropostas.

- Com a notificação em mãos, daí sim, procure o credor. Telefonando ou indo até lá? Não! encaminhando a notificação via um portador ou remetendo-a via carta registrada. Importante não esquecer que a notificação deve ser emitida em 2 vias, sendo uma protocolada no momento da entrega. O protocolo vai assegurar a manifestação de intenção do devedor em querer honrar a dívida.

- Enfim, dado o aceite ou anunciado uma possível contraproposta, é só partir para o abraço e ao sucesso dos negócios.

Entenda por que a alta dos juros afeta negativamente as bolsas

Entre pressões inflacionárias, expansão do consumo não acompanhada pelo crescimento da oferta e maturação dos investimentos e constantes incrementos na cessão de crédito, o Comitê de Política Monetária do Banco Central, no objetivo de conter a disparada dos preços, passou a optar pelo aperto monetário.

São vários os efeitos positivos e negativos da alta do juro sobre os investimentos. Se de um lado, as empresas perdem, de outro os investimentos em renda fixa se tornam mais atrativos, e a inflação é controlada.

Renda fixa versus renda variável
Existem duas opções básicas de investimento, em renda fixa e em renda variável. Os primeiros pagam uma certa remuneração em períodos definidos, sendo que os juros cobrados, em alguns casos, acompanham a taxa básica de juro da economia.

Já as aplicações em renda variável, ao contrário dos instrumentos de renda fixa, não têm uma rentabilidade pré-determinada. Um bom exemplo são as ações, que podem cair ou subir de uma hora para outra, refletindo a percepção do valor da empresa naquele dado momento.

Nesse sentido, uma alta dos juros favorece os investimentos de renda fixa, aumentando sua atratividade em relação à renda variável. Nesse cenário, porque o investidor iria aplicar na renda variável, se a renda fixa está lhe oferecendo uma boa rentabilidade, a um risco menor? Nessa disputa por recursos, a renda variável perde quando os juros sobem.

Migração
Além da maior atratividade da renda fixa, a renda variável sofre impacto direto da alta no juro, via incremento no custo do capital. Ou seja, a tomada de crédito - tanto por parte dos consumidores quanto pelas empresas que negociam suas ações na bolsa - fica mais cara, desestimulando consumo e investimentos na cadeia produtiva.

Não apenas os pequenos investidores, como também os grandes players do mercado, migram seus investimentos para a renda fixa. Empresários reduzem seus investimentos na área produtiva, em favor de aplicações financeiras. Pode existir, também, uma desaceleração da economia.

Prezando o controle da inflação
Uma vez que a alta do juro desacelera a economia, ela também tem o poder de controlar a inflação. Esse tem sido o argumento usado pelo Copom para justificar as últimas elevações da taxa Selic.

Desse modo, a autoridade monetária pretende controlar as pressões inflacionárias, e ajustar a inflação para sua meta.

Razão ou emoção: o que determina a decisão de um investidor no mercado?


Por: Patricia Alves

InfoMoney


SÃO PAULO - Informações, análise de relatórios, resultados das empresas, dados estatísticos. São esses os meios mais utilizados pelos investidores - ou interessados em investir - antes de tomar a decisão de compra ou venda de uma ação.

Diante de dados aparentemente tão concretos, fica fácil concluir que a razão é fator determinante na tomada de decisão do investidor, certo?

Errado. De acordo com o membro do Centro de Estudos dos Processos de Decisão e Neuroeconomia da EESP (Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas), professor Marcos Fernandes, apesar da análise fundamentada em relatórios, na hora de decidir, o lado emocional é fundamental.

Totalmente emocional
Para Fernandes, a tomada de decisão em si é totalmente emocional. "Se fôssemos totalmente racionais não tomaríamos decisões", defende o especialista.

Segundo ele, em termos filosóficos, se fôssemos extremamente racionais não teríamos razões para tomar decisões que envolvam riscos. E, em termos empíricos, estudos comprovam que, na hora de decidir sobre a compra e a venda de ativos financeiros, todo o cérebro funciona no processo. "Mas, na hora da tomada da decisão, são as esferas mais emocionais do cérebro que entram em ação", explicou.

No seminário "Neuroeconomia, Decisão e Racionalidade", realizado na EESP na última quarta-feira (4), foi discutido como se tomam decisões econômicas com base em estudos e dados fornecidos em ressonâncias magnéticas.

De acordo com Fernandes, o exame mostra quais as partes do cérebro que são acionadas e em quais momentos do processo de decisão. "Na ressonância a análise é baseada no consumo de oxigênio e na tomografia na geração de energia no cérebro", explicou o professor.

Bom para o bolso, bom para a Bolsa
"As neurociências, e a neuroeconomia em particular, ainda são vistas com restrições tanto no Brasil quanto no mundo", revelou Fernandes, que disse que, no País, os estudos sobre o tema começaram há cerca de apenas dois anos.

No entanto, as pessoas têm começado a se interessar pelo assunto. "Com a neuroeconomia é possível testar empiricamente algumas suposições que eram ou axiomas ou hipóteses muito fortes e nos permite trabalhar com racionalidade limitada", disse Fernandes.

O Centro de Estudos dos Processos de Decisão e Neuroeconomia deve, nos próximos anos, iniciar a pesquisa batizada de "Estudo Neuroeconômico do Investidor Brasileiro", utilizando, no Brasil, o eletroencefalograma não invasivo, para avaliar o cérebro do investidor na hora da tomada de decisão.

A idéia é, segundo o especialista, avaliar como os brokers das corretoras tomam decisões na Bolsa de Valores, como o cérebro deles funciona.

Para Fernandes, o trabalho pode virar, inclusive, um serviço de saúde pública. Será possível, por exemplo, identificar um alto nível de estresse, que pode causar tomadas de decisões equivocadas e precipitadas. "Nesse caso, seriam recomendadas férias ao profissional", indica o professor.

"O que mostra, mais uma vez, que sem emoção não se toma decisão", finalizou.

segunda-feira, maio 26, 2008

Para quem ainda não pegou o jeito de investir

Não gostaria mas estou mais um vez a repetir as informações sobre como investir na bolsa.
Muitos têm me procurado para saber como proceder em investimentos de capitais. Abaixo o Bê-a-Bá dos investimentos.

Introdução

Quanto mais desenvolvida é uma economia, mais ativo é o seu mercado de capitais, o que se traduz em mais oportunidades para as pessoas, empresas e instituições aplicarem suas poupanças.

Ao abrir seu capital, uma empresa encontra uma fonte de captação de recursos financeiros permanentes. A plena abertura de capital acontece quando a empresa lança suas ações ao público, ou seja, emite ações e as negocia nas bolsas de valores.

E você, ao adquirir ações, passa a ser também sócio da empresa - um acionista.

O que é uma Companhia Aberta?

Uma companhia é considerada aberta quando promove a colocação de valores mobiliários em bolsas de valores ou no mercado de balcão.

São considerados valores mobiliários: ações, bônus de subscrição, debêntures, partes beneficiárias e notas promissórias para distribuição pública.

  • Ações: títulos nominativos negociáveis que representam, para quem as possui, uma fração do capital social de uma empresa.


  • Bônus de subscrição: títulos nominativos negociáveis que conferem ao seu proprietário o direito de subscrever ações do capital social da companhia emissora, nas condições previamente definidas.


  • Debêntures: títulos nominativos negociáveis representativos de dívida de médio/longo prazos contraída pela companhia perante o credor, neste caso chamado debenturista.


  • Outros títulos menos usuais: partes beneficiárias e notas promissórias para distribuição pública com ampla divulgação.


  • As operações de abertura de capital precisam ter autorização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o órgão fiscalizador do mercado de capitais brasileiro, o qual também registra e autoriza a emissão dos valores mobiliários para distribuição pública.

    As companhias abertas devem atender a diversos requisitos, definidos na Lei das S.As. e nas regulamentações da CVM, com o objetivo de garantir a confiabilidade das informações e demonstrações financeiras divulgadas. O mercado considera que a plena abertura de capital ocorre quando há o lançamento de ações ao público, em função das transformações impostas à empresa e pelo incremento no volume de negócios com seus títulos.

    O que são Ações?

    Ações são títulos nominativos negociáveis que representam, para quem as possui, uma fração do capital social de uma empresa. Ação é um pedacinho de uma empresa.

    Com um ou mais pedacinhos da empresa, você se torna sócio dela.

  • Quais são os tipos de ação?


  • As ações podem ser:
    • ordinárias, que concedem àqueles que as possuem o poder de voto nas assembléias deliberativas da companhia; ou
    • preferenciais, que oferecem preferência na distribuição de resultados ou no reembolso do capital em caso de liquidação da companhia, não concedendo o direito de voto, ou restringindo-o.
    As ações, ordinárias ou preferenciais, são sempre nominativas, originando-se do fato a notação ON ou PN depois do nome da empresa.

    As ações também podem ser diferenciadas por classes: A, B, C ou alguma outra letra que apareça após o "ON" ou o "PN". As características de cada classe são estabelecidas pela empresa emissora da ação, em seu estatuto social. Essas diferenças variam de empresa para empresa, portanto, não é possível fazer uma definição geral das classes de ações.

  • O que são dividendos?


  • Uma empresa deve dividir os lucros com seus acionistas. Essa parcela direcionada aos detentores de ações é conhecida como dividendo. Ou seja, os dividendos correspondem à parcela de lucro distribuída aos acionistas, na proporção da quantidade de ações detida, apurado ao fim de cada exercício social. O estatuto social de uma companhia pode estabelecer o dividendo mínimo a ser distribuído, desde que não seja inferior a 25% de seu lucro líquido ajustado. Caso não haja previsão no estatuto social, o dividendo obrigatório deve corresponder, no mínimo, à metade do lucro líquido ajustado.

    Quando uma empresa vai bem, ela divide os lucros com quem tem suas ações.
    Isso são dividendos.


  • E bonificações?


  • As bonificações correspondem à distribuição de novas ações para os atuais acionistas. Excepcionalmente pode ocorrer a distribuição de bonificação em dinheiro.

  • Como funcionam as subscrições de novas ações?


  • Os acionistas têm ainda preferência na compra de novas ações emitidas ou direito de preferência na subscrição. Além de garantir a possibilidade de manter a mesma participação no capital total, esse direito pode significar ganho adicional, dependendo das condições do lançamento. Por fim, se não exercido, o direito pode ser vendido a terceiros.

    Os Mercados Primário e Secundário

    Você sempre ouve falar em Mercado Primário e Secundário. O que significa?
    O Mercado Primário compreende o lançamento de novas ações no mercado, com aporte de recursos à companhia.

    Uma vez ocorrendo o lançamento inicial ao mercado, as ações passam a ser negociadas no Mercado Secundário, que compreende as bolsas de valores e os mercados de balcão (mercados onde são negociadas ações e outros ativos, geralmente de empresas de menor porte e não sujeitas aos procedimentos especiais de negociação).

    Operações como a colocação inicial, junto ao público, de grande lote de ações detido por um acionista podem caracterizar operações de abertura de capital, exigindo registro na CVM. Apesar da semelhança com o mercado primário, os recursos captados vão para o acionista vendedor (e não para a companhia), determinando, portanto, uma distribuição no Mercado Secundário.

    O que são Bolsas de Valores?

    São locais que oferecem condições e sistemas necessários para a realização de negociação de compra e venda de títulos e valores mobiliários de forma transparente. Além disso tem atividade de auto-regulação que visa preservar elevados padrões éticos de negociação, e divulgar as operações executadas com rapidez, amplitude e detalhes.



    O que são Corretoras de Valores?

    São instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central e pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Somente as corretoras estão habilitadas a executar operações de compra e venda de ações ou de derivativos na BOVESPA.

    Há várias Corretoras aptas a negociarem em nome de seus clientes na BOVESPA.
    Elas podem ajudar você a escolher as melhores opções de investimento, de acordo com o seu perfil, já que elas contam com profissionais especializados em análise de mercado, de setores da economia e de companhias. Por acompanharem o mercado o tempo todo, avaliando os principais acontecimentos, as empresas que estão progredindo e os fatores que podem gerar mudanças de cenário, as Corretoras prestam um serviço essencial aos investidores.

    Corretora de Valores é a instituição que compra e vende ações para você.



    Quem são os Investidores?

    São indivíduos ou instituições que aplicam recursos em busca de ganhos a médio e longo prazos, que operam nas Bolsas por meio de Corretoras e distribuidoras de valores, as quais executam suas ordens e recebem corretagens pelo seu serviço.

    Investidores são os clientes das Corretoras.

    Mercados a Vista e de Derivativos

    As operações na Bolsa podem ser efetuadas nos seguintes mercados:
    • a Vista, no qual compradores e vendedores estabelecem um preço para um lote de ações a ser entregue e pago no prazo determinado, atualmente D+3;
    • a Termo, no qual as partes fixam um preço para a liquidação físico-financeira da ação em prazo futuro determinado;
    • de Opções de compra ou venda, no qual as partes negociam o direito de comprar/vender a ação a preço e prazo futuro determinados; e
    • Futuro, no qual ocorre a compra ou venda de ação a um preço acordado entre as partes para liquidação em data futura específica.

    Como escolher uma Ação

    As ações com o objetivo de obter ganho(s) a médio e longo prazos, em oposição a resultados imediatos, podem ser divididas em:
    • "blue chips" ou de 1ª linha - são ações de grande liquidez (grande quantidade de negócios) e procura no mercado de ações por parte dos investidores, em geral de empresas tradicionais, de grande porte/âmbito nacional e excelente reputação;
    • de 2ª linha - são ações um pouco menos líquidas, de empresas de boa qualidade, em geral de grande e médio portes;
    • de 3ª linha - são ações com pouca liquidez, em geral de companhias de médio e pequeno portes (porém, não necessariamente de menor qualidade), cuja negociação caracteriza-se pela descontinuidade;

    A Dinâmica das Operações em Bolsa

    Execução

    O intermediário financeiro (Corretora) dispõe de profissionais especializados, capacitados a dar orientações sobre investimentos, receber ordens dos investidores e transmiti-las aos operadores qualificados por ele que têm acesso ao sistema de negociação das Bolsas.

    Existe ainda a possibilidade do investidor dar sua ordem de compra ou venda de uma ação, via Internet, usando o site de sua Corretora (Home Broker). Nesse caso, o investidor estará enviando sua ordem diretamente ao sistema da Bolsa.

    Liquidação

    Executada a ordem de compra/venda de uma ação, ocorre a liquidação física e financeira, processo pelo qual se dá a transferência da propriedade dos títulos e o pagamento/recebimento do montante financeiro envolvido, dentro do calendário específico estabelecido pela Bolsa para cada mercado.

    No mercado a vista, vigora o seguinte fluxo de liquidação:

    D+0 - dia da operação;
    D+1 - prazo para os intermediários financeiros (Corretoras) especificarem as operações por eles executadas junto à Bolsa;
    D+2 - entrega e bloqueio dos títulos para liquidação física da operação, caso ainda não estejam na custódia da CBLC;
    D+3 - liquidação física e financeira da operação.

    A liquidação é realizada por empresas de compensação e liquidação de negócios, que podem ser ligadas à Bolsa ou independentes.

    A BOVESPA utiliza a CBLC - Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia para liquidar as operações realizadas em seus mercados.

    As Corretoras da BOVESPA e outras instituições financeiras são os Agentes de Compensação da CBLC, responsáveis pela boa liquidação das operações que executam para si ou para seus clientes.



    A evolução do mercado de Home Broker

    Home Broker - Evolução do mercado

    Veja os principais números desse mercado:

    Data Volume de operações R$ mil Participação no total da Bovespa
    dez/05 3.806.958 5,94%
    dez/06 7.825.878 7,76%
    dez/07 19.507.522 9,53%
    fev/08 24.771.768 11,53%
    mar/08 24.113.137 11,22%
    abr/08 27.867.623 11,96%

    Data Número de Investidores / mês Valor médio por operação R$ mil
    dez/05 40.234 48
    dez/06 70.888 110
    dez/07 209.716 93
    fev/08 176.934 140
    mar/08 185.836 130
    abr/08 199.871 139

    Volume negociado: R$ mil Var%
    2005 39.559.096 61,0%
    2006 72.030.294 82,1%
    2007 182.598.199 153,5%
    Acumul 2008 101.494.535



    Em abril, o Home Broker registrou os seguintes recordes: volume total negociado, com R$ 27,87 bilhões; participação no volume financeiro da Bolsa, com 11,96%.





    CORRETORAS MEMBROS
    ABN AMRO REAL CCVM S.A.
    AGORA CTVM S.A.
    ALFA CCVM S.A.
    ALPES CCTVM S.A.
    ATIVA S.A. CTCV
    BANIF CVC S.A.
    BANRISUL S.A. CVMC
    BRADESCO S.A. CTVM
    BRASCAN S.A. CTV
    CODEPE CV S.A.
    COINVALORES CCVM LTDA.
    CONCORDIA S.A. CVMCC
    CORRETORA GERAL DE VC LTDA.
    CORRETORA SOUZA BARROS CT S.A.
    CRUZEIRO DO SUL S.A. CVM
    CS HEDGING-GRIFFO CV S.A.
    DIFERENCIAL CTVM S.A.
    ELITE CCVM LTDA.
    ESC. LEROSA S.A. CV
    FATOR S.A. CV
    FINABANK CCTVM LTDA
    GERALDO CORREA CVM S.A.
    GRADUAL CCTVM S.A.
    HSBC CTVM S.A.
    INDUSVAL S.A. CTVM
    INTERFLOAT HZ CCTVM LTDA.
    INTRA S.A. CCV
    ISOLDI S.A. CVM
    ITAÚ CV S/A
    MAGLIANO S.A. CCVM
    NOVINVEST CVM LTDA.
    PAX CVC LTDA.
    PETRA PERSONAL TRADER CTVM S.A
    PLANNER CV S.A
    PRIME S.A. CCV
    PROSPER S.A. CVC
    SAFRA CVC LTDA.
    SANTANDER S.A. CCT
    SCHAHIN CCVM S.A.
    SENSO CCVM S.A.
    SITA SCCVM S.A.
    SLW CVC LTDA.
    SOCOPA SC PAULISTA S.A.
    SOLIDEZ CCTVM LTDA.
    SOLIDUS S.A. CCVM
    SPINELLI S.A. CVMC
    TALARICO CCTM LTDA.
    THECA CCTVM LTDA
    TITULO CV S.A.
    TOV CCTVM LTDA.
    UBS PACTUAL CTVM S.A.
    UMUARAMA S.A. CTVM
    UNIBANCO INVESTSHOP CVMC S.A.
    UNILETRA CCTVM S.A.
    WALPIRES S.A. CCTVM
    XP INVESTIMENTOS CCTVM S.A.
    atualização: 05/maio/08



    sexta-feira, maio 09, 2008

    Como escolher o fundo certo para investir

    por Sophia Camargo
    Como escolher o fundo certo é uma das principais dúvidas dos investidores. Quando se deve investir em fundos DI? E em fundos multimercado? Os fundos de ações devem ser evitados em épocas de crises? E os fundos cambiais são uma boa opção de investimento?

    A resposta a estas perguntas exige um pouco de conhecimento sobre como funciona cada fundo. A seguir, você encontra um resumo do que é cada fundo, na definição da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e os aspectos positivos e negativos a avaliar antes de investir.

    Algumas dicas foram dadas pelo professor de Finanças William Eid, da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo.

    Fundos Referenciados DI
    Os fundos referenciados são chamados assim porque têm por objetivo acompanhar um indicador de desempenho (benchmark). No caso dos fundos DI, a meta é a variação diária das taxas de juros.

    Por isso, sua carteira é composta, no mínimo, de 95% de títulos ou operações que buscam acompanhar as variações da taxa Selic (taxa de juros básica da economia, ditada pelo Copom - Conselho de Política Monetária) ou do CDI.

    O CDI é um certificado de depósito interbancário, cuja taxa representa o custo do banco para captar dinheiro, ou seja, fazer um empréstimo em outro banco.

    Aspectos positivos: por ser composto de títulos pós-fixados, este fundo se beneficia de um cenário de taxas de juros mais altas, mas oferece proteção a todas as carteiras. Na opinião de especialistas, deve compor a base de qualquer investimento.

    Aspectos negativos: altas taxas de administração corroem a rentabilidade do fundo. Taxas acima de 1,5% ao ano equiparam a rentabilidade do fundo à poupança.

    Fundos de Renda Fixa
    Estes fundos devem aplicar no mínimo 80% de seu patrimônio em títulos de renda fixa prefixados (que rendem uma taxa de juro previamente acordada) ou pós-fixados (que acompanham a variação da taxa de juros ou um índice de preço).

    Aspectos positivos: este fundo beneficia-se de um cenário de redução das taxas de juros, por ter em sua composição papéis prefixados.

    Aspecto negativo: cenário de taxas de juros muito baixas tornam o investimento pouco atraente.

    Fundos de ações
    São fundos que investem no mínimo 67% de seu patrimônio em ações negociadas em Bolsa. Dessa forma, estão sujeitos às oscilações de preços das ações que compõem sua carteira. Alguns destes fundos têm como objetivo acompanhar a variação de um índice do mercado acionário como o Ibovespa ou o IBX.

    Aspectos positivos: em cenários de queda de juros e crescimento econômico, tende a propiciar grande retorno de investimentos. Deve ser encarado como investimento de longo prazo.

    Aspectos negativos: alto risco. Os recursos investidos devem ser de longo prazo. Jamais investir valores de que irá necessitar em curto período de tempo ou com os quais não se pode arriscar. Em épocas de crise, os fundos de ações costumam sofrer fortes oscilações, mas isso não significa que não se pode encontrar boas ofertas. Por isso, é importante estar preparado para este mercado.

    Dica: Segundo o professor William Eid, para quem não tem nenhum conhecimento, o melhor é investir em ações por meio de fundos. A formação da carteira própria exige maior conhecimento de mercado.

    Fundos Multimercado
    São fundos que envolvem vários fatores de risco, pois combinam investimentos nos mercados de renda fixa, câmbio, ações, entre outros.

    Além disso, utilizam-se ativamente de instrumentos de derivativos para alavancagem de suas posições ou para proteção de suas carteiras (hedge).

    Por apresentarem grande flexibilidade, dependem muito do talento do gestor na escolha do melhor momento de alocar os recursos, na seleção dos ativos da carteira e no percentual do patrimônio que será investido em cada um dos mercados.

    Aspectos positivos: podem garantir um retorno maior em cenário onde se avista queda nas taxas de juros. O conselho do professor William Eid é que o investidor tome os mesmos cuidados com relação ao fundo de ações: não invista um dinheiro de que vá necessitar em breve. Observe também a consistência do gestor. "Veja se ele figura entre os melhores gestores em diversos rankings, e não apenas por um desempenho aleatório", ensina Eid.

    Aspectos negativos: risco moderado, podendo resultar em rentabilidade negativa. Não investir valores que têm data marcada para retirar.

    Fundos Cambiais
    Estes fundos devem manter, no mínimo, 80% de seu patrimônio investido em ativos que sejam relacionados à variação de preços de uma moeda estrangeira ou à uma taxa de juros (o chamado de cupom cambial).

    Os fundos cambiais dólar são os mais conhecidos, mas os fundos cambiais euro começam a ter procura.

    Aspectos positivos: servem como proteção para as pessoas que terão gastos na moeda estrangeira, por exemplo, para viajar ou pagar contas.

    Aspectos negativos: para o professor William Eid, este tipo de fundo não deve ser utilizado como investimento, mas apenas como proteção nos casos citados acima.

    Comprar dólares não coisa do demónio

    Algumas pessoas me perguntaram porque não falo no blog nada sobre compra ou venda de dólares ou se existe empatia minha para a compra da moeda norte-americana.
    Minha resposta, obviamente, é não. Dei enfase para o mercado de capitais ou para acabar com o fim das restrições pessoais para que todos entendam de mercados.

    Mas enfim, vou explicar um pouco do que aprendi sobre compra e venda de dólares. Quem imagina que comprar neste momento que está em baixa (a média de negócios a R$ 1,67 no comercial e R$ 1,90 para cada dólar vendido) está enganado.

    É sempre bom fazer uma diversificação dos investimentos e creio comprar dólar é sobretudo se ganhar uma grana a mais e resolver gastar em viagens no exterior. Eu pretendo fazer isso com minha esposa ainda nesta ano e portanto já venho fazendo uma poupança em dólares.

    Quem precisa comprar dólares para uma viagem não estará fazendo nada de ilegal, conforme ainda pensam muitos. A burocracia diminuiu consideravelmente e não é preciso apresentar passagem para adquirir a moeda estrangeira.

    Mas as casas de câmbio só irão vender os dólares se o objetivo for uma viagem internacional e, nesse caso, será necessário informar ao menos a previsão da data da viagem.

    As vendas estão limitadas a R$ 10 mil (cerca de US$ 6 mil, pela cotação de quarta-feira dia 16). Ao deixar o Brasil, a pessoa deverá informar se leva dólares acima do equivalente a R$ 10 mil, caso em que deverá informar a Receita Federal no próprio aeroporto.

    É possível adquirir a moeda em espécie ou em traveller check. Os travellers levam vantagem sobre o papel moeda pelo fato de terem seguro e prazo indeterminado. Se você for roubado, tem a quem recorrer.

    A venda é feita pelo câmbio turismo. Na segunda-feira (14), o câmbio turismo para venda estava a R$ 1,76 para travellers checks e R$ 1,78 para a moeda em espécie.

    A casa de câmbio pode recomprar os dólares, mas pagará menos por eles. O câmbio turismo para compra estava em R$ 1,62.

    Segundo o diretor da NGO Corretora de Câmbio, Sidnei Moura Nehme, ao entrar nos Estados Unidos o turista deverá declarar se leva valores acima de dez mil dólares. Se disser que não e for constatado que leva, poderá ser preso imediatamente.

    Investimento em ações além dos papéis "comuns"

    A corretora de valores SLW divulgou sua carteira recomendada off-index para o mês de maio com seis ações, identificando oportunidades entre papéis que não integram o Ibovespa.

    Em relação ao mês anterior, permaneceram Banco Sofisa e Hering na carteira recomendada, saindo Localiza, Indústrias Romi e Tractebel. Em substituição, entraram MRV, Weg, BR Malls e Confab.

    No portfólio, destacam-se as ações da Weg, por possuírem o maior potencial de valorização da carteira (60%), seguida pela Confab, com upside de 13%, de acordo com as estimativas da SLW.

    Confira as escolhidas:

    Empresa Código Preço-alvo Upside* Peso carteira
    Weg WEGE3 R$ 32,00 60% 15%
    Banco Sofisa SFSA4 ER - 15%
    Hering HGTX3 ER - 15%
    MRV MRVE3 ER - 20%
    BR Malls BRML3 ER - 20%
    Confab CNFB4 R$ 7,80 32% 15%

    quinta-feira, maio 08, 2008

    Riscos a serem considerados antes de investir

    Homens ainda são a maioria dos investidores na Bovespa, no entanto, as mulheres vêm, ano a ano, demonstrando mais interesse no mercado de ações. Dados da Bolsa de Valores de São Paulo apontam que o número de investidores de varejo passou de 76.607 em 2002 para 456.557 ao final de 2007. No mesmo período, o número de homens investidores cresceu mais de seis vezes (425,9%) e o de mulheres mais de sete vezes e meia (676,34%).

    Pesquisa norte-americana mostrou que, mesmo com a diferença no número de homens e mulheres no mercado, antes de investir, ambos têm a mesma preocupação: considerar os riscos da aplicação.

    Segundo o estudo, da Universidade de Iowa, quase 80% dos entrevistados - considerando eles e elas - responderam freqüentemente ou sempre para a questão: "Antes de tomar uma decisão de investimento, com qual freqüência você considera os riscos que pode correr?".

    Antes de investir, o que considerar?

    Além dos riscos, outras variáveis foram apontadas pelos investidores como importantes antes de tomar uma decisão de investimento. Retorno, condições do mercado, opções de investimentos e objetivos apareceram, nesta ordem, na média geral, como pontos importantes a considerar.

    Ações antes de tomar decisões de investimentos

    Ação Média Homens Mulheres

    Considerar risco 4,09 4,08 4,10

    Determinar retorno 3,71 3,71 3,71

    Checar condições do mercado 3,66 3,72 3,56

    Considerar opções de investimentos 3,67 3,67 3,67

    Rever objetivos 3,54 3,58 3,46

    Foram dadas notas de 1 a 5 para cada ação, sendo que 5 significava "sempre" e 1 "nunca"

    Depois de investir

    Além de questionar sobre as atitudes antes de investir, o levantamento, de responsabilidade da economista Tahira Hira, também questiona o comportamento dos investidores diante de uma situação de fracasso, ou seja, quando o investimento não produz o retorno esperado.

    Segundo o estudo, 50% dos investidores disseram que, numa situação dessas, preferem esperar até que a aplicação dê o retorno estimado. Quando separados por gênero, as mulheres (54,6%) se mostraram mais dispostas a aguardar do que os homens (47,5%).

    Outras alternativas consideradas pelos investidores numa situação de perda foram:

    * Buscar um consultor financeiro: Homens: 28,1% Mulheres: 36,1%

    * Rever os investimentos, na tentativa de melhorar a performance: Homens: 24% Mulheres: 20%

    Investimento pede decisão personalizada

    Antes de colocar toda a economia em uma aplicação, é comum surgir a pergunta: mas qual é o melhor investimento? A resposta, no entanto, não é tão simples assim, já que varia de pessoa para pessoa.

    Especialistas afirmam que investir exige decisão personalizada e cada investidor deve avaliar seus objetivos antes de escolher onde colocar o dinheiro.

    Para identificar seu perfil, alguns pontos devem ser analisados:

    * Valor: quanto você pode investir? Planeje metas confortáveis e de acordo com seu orçamento. Não adianta investir todo o seu 13º salário hoje, se amanhã terá de resgatá-lo. É melhor investir uma pequena parte do valor, e deixá-lo aplicado por bastante tempo, do que colocar uma grande quantia e precisar dela depois. Definido o valor, verifique as aplicações que permitem o aporte de acordo com o seu planejamento.

    * Prazo: por quanto tempo você quer e pode manter o dinheiro investido? Quando "expira" sua meta? A melhor aplicação para você vai depender do tempo que tiver para investir. Avalie o tempo mínimo de investimento de cada aplicação e escolha aquela que condiz com seus objetivos.

    * Risco: que tipo de risco está disposto a correr? O seu perfil de risco vai indicar o melhor investimento para você. Além disso, o tempo que tiver para investir também pode ajudá-lo a decidir. Por exemplo: quanto mais jovem for, mais risco poderá correr, pois, em caso de eventuais perdas, terá tempo suficiente para recuperar o patrimônio. Agora, se tiver um tempo mais "apertado", é melhor buscar aplicações mais conservadoras, que lhe garantam um ganho menor, porém mais seguro.

    * Retorno: qual retorno quer alcançar? Essa questão está diretamente ligada à anterior. Quanto maior o risco que quiser, e puder, correr, maior será o retorno do seu investimento.

    segunda-feira, abril 28, 2008

    Glossário financeiro para os leigos

    A/V - ad valorem
    De acordo com o valor. Expressão latina usada para significar que os cargos e taxas são calculados em razão do valor da mercadoria.
    A/W - actual weight
    Peso Real.
    ABAMEC
    Associação Brasileira de Mercado de Capitais (ABAMEC), fundada em 1970, é uma associação sem fins lucrativos que congrega analistas do mercado de capitais, busca colaborar no desenvolvimento, aprimoramento e fortalecimento do Mercado de Capitais no Brasil. O endereço da ABAMEC na internet é http://www.abamec.org.br .
    ABDE
    Associação Brasileira de Bancos de Desenvolvimento (ABDE)
    Abertura de Capital
    Processo de democratização ao Capital Social de uma empresa, cujas ações pertencem a um determinado número de acionistas. Considera-se de capital aberto a companhia sociedade anônima que tem os valores mobiliários de sua emissão (ações, debêntures, etc.) admitidos à negociação em bolsa ou no mercado de balcão.
    ABRAPP
    Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Privada (ABRAPP), fundada em março de 1978, com sede na cidade de São Paulo, é uma entidade civil de âmbito nacional, sem finalidades lucrativas, reune entidades fechadas de previdência privada. O endereço da ABRAPP na internet é http://www.abrapp.org.br .
    ABRASCA
    Associação Brasileira das Companhias Abertas (ABRASCA), fundada em setembro de 1971, com sede na cidade de São Paulo, é uma entidade civil de âmbito nacional, sem finalidades lucrativas, reune empresas legalmente registradas como Companhias Abertas. O endereço da ABRASCA na internet é http://www.abrasca.com.br .
    Abroad
    Exterior. No exterior, para o exterior, no estrangeiro.
    Ação
    Título representativo de uma fração do capital social de uma companhia. As ações, conforme a natureza dos direitos ou vantagens que confiram a seus titulares, são ordinárias, preferenciais ou de fruição. Todas as ações devem ser emitidas e circular sob a forma nominativa.
    Ação 1ª linha
    Veja Blue Chips.
    Ação 2ª linha
    Ações de empresas privadas de médio porte com liquidez e procura no mercado de ações.
    Ação 3ª linha
    Ações de empresas privadas de pequeno porte e com baixa liquidez.
    Ação cheia (com)
    Ação cujos direitos (dividendos, bonificação, subscrição) ainda não foram exercidos.
    Ação com valor nominal
    É aquela cujo valor é declarado no estatuto social da companhia e que figura nos certificados representativos das ações, devendo esse valor ser igual para todas as ações da companhia.
    Ação escritural
    Ação nominativa de uma empresa, mantida em conta depósito em nome de seu titular, na instituição depositária que for designada pelo Estatuto da companhia sem emissão de certificados.
    Ação golden share
    Ação "dourada" é uma classe especial, que detém o direito do controle.
    Ação listada em bolsa
    Ação negociada no pregão de uma bolsa de valores.
    Ação nominativa
    Ação que identifica o nome de seu proprietário, que é registrado no Livro de Registro de Ações Nominativas da empresa.
    Ação ordinária (ON)
    São as menos negociadas. Dão direito a voto na Assembléia Geral (AGE ou AGO), o que permite participar da eleição da diretoria (conselho) da empresa que emitiu. No entanto, quando ocorre uma distribuição de dividendos, os proprietários de ações ordinárias só os receberão depois que os titulares das ações preferenciais tenham recebido o seu percentual fixo.
    Ação preferencial (PN)
    São as mais negociadas. O proprietário destes papéis tem o direito a um percentual fixo dos lucros e os recebe antes que os acionários titulares de ações ordinárias. No entanto, não têm direito a voto na eleição da diretoria. Algumas empresas diferenciam as séries de papéis lançados no mercado por letras, como por exemplo PNA, PNB, PNC.
    Ação sem valor nominal
    Nela não há menção do valor expresso em dinheiro, como ocorre com as ações de valor nominal. O preço dessa ação será fixado, na constituição da sociedade pelos fundadores, e no aumento de capital, pela Assembléia Geral ou pelo Conselho de Administração da companhia.
    Ação vazia (Ex)
    Ação cujos direitos (dividendo, bonificação, subscrição) já foram exercidos.
    Ação-objeto
    Ação sobre a qual se refere a opção negociada no pregão de uma Bolsa de Valores.
    Accomodation bill
    Letra de câmbio a favor. Mesmo que Accomodation Note.
    Account
    Conta. O freguês ou cliente de uma firma que compra regularmente e paga mediante acordo prévio em conta corrente. Também títulos contábeis.
    Aceite
    Declaração que o devedor em um título de crédito assina, concordando com os termos do mesmo título (valor, vencimento e praça de pagamento) e reconhecendo a dívida adquirida.
    Acionista
    Aquele que possui ações de uma Sociedade Anônima.
    Acionista majoritário
    Conhecido também como acionista controlador por possuir o controle acionário de uma empresa, ou seja, detém quantidade suficiente de ações com direito a voto que lhe permita manter o controle acionário de uma empresa. Pode existir mais de um acionista majoritário em alguns casos.
    Acionista minoritário
    Aquele que é detentor de uma quantidade não expressiva (em termos de controle acionário) de ações com direito a voto.
    ACREFI
    Associação das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (ACREFI ), fundada em 1958 com o objetivo de congregar as empresas do setor, desenvolver treinamentos, programandos e realizar cursos, seminários, palestras, simpósios, debates e congressos em diversas áreas empresariais; Administração-contábil, financeira, comercial, industrial; recursos humanos etc., pois uma vez que conta na sua equipe de colaboradores com profissionais que representam o que há de melhor na sua especialidade. O endereço da ACREFI na internet é www.acrefi.com.br .
    Acumulação de ações
    Compra maciça de ações de determinada empresa, por parte de poucos investidores em acordo uns com os outros. Depois de dominarem o mercado, põem à venda essas ações junto à massa de investidores, com isso obtendo grandes lucros
    Addition
    Adição, Acréscimo.
    Adelic
    Operação financeira com duração de um dia, na qual aplica-se dinheiro a uma taxa previamente combinada entre as partes, sendo lastreada em títulos públicos federais e liquidada financeiramente através de um cheque .
    ADEVAL
    Associação das Empresas Distribuidoras de Valores (ADEVAL)
    Adiantamento sobre Contratos de Câmbio (ACC)
    Adiantamento sobre contratos de câmbio É a antecipação do preço da moeda estrangeira que o banco negociador das dívidas concede ao exportador, amparado por uma linha de crédito externa, intermediada pelo banco negociador, que é autorizado a operar em câmbio.
    Administração ativa
    Tipo de estratégia para se administrar um fundo de investimento, na qual o administrador compra e vende ações tentando obter uma rentabilidade que supere a do índice estabelecido como referência. A diferença com a administração passiva, é que na ativa não há a réplica da carteira do índice, este sendo tomado apenas como um referencial cuja administração ativa tenta atingir e/ou superar.
    Administração passiva
    Tipo de estratégia para se administrar um fundo de investimento, na qual o administrador do fundo investe em ações buscando replicar a carteira de um índice previamente definido. Desta maneira, o retorno do fundo corresponderá aproximadamente ao retorno do índice escolhido. A diferença com administração ativa, é que na passiva há a réplica da carteira do índice.
    Administrador de fundos
    É a instituição responsabilizada por cumprir o regulamento do fundo, disponibiliza direta ou indiretamente profissionais / equipes especializadas em compra e venda de papéis no mercado financeiro com o objetivo de rentabilizar da melhor maneira possível o dinheiro do cotista (investidor).
    Administration
    Administração.
    Advanced freight
    Frete antecipado, pago adiantadamente.
    Aforo
    Capacidade. Em determinados países da América Latina é o valor base para as mercadorias sujeitas a imposto de importação.
    After date
    Depois da data, ou do dia. Usado em título de crédito ou cambial para indicar que o mesmo é pagável em um certo número de dias depois da data de emissão.
    After sight
    Depois de vista. Significa que o título terá como prazo de pagamento logo depois de visto, ou pagamento à vista.
    Age
    Idade, vencimento.
    Agente emissor de certificado
    Instituição financeira devidamente autorizada, contratada por uma sociedade anônima que realiza serviços de escrituração, guarda dos livros, registros. Também fica responsável por transferências de ações e emissão de certificados, agindo em nome da empresa.
    Ágio
    Diferença positiva entre o valor pago e o valor nominal do título
    Ágio na subscrição de ações
    No momento da subscrição de ações, representa a diferença a maior que é paga pelos acionistas por determinado título, em relação ao seu valor de mercado.
    Agreement
    Acordo, contrato, pacto.
    Air freight
    Frete aéreo.
    Ajuste fiscal
    Nome dado ao conjunto de medidas adotadas pelo Governo Federal visando gastar menos recursos do que os arrecadados.
    Alavancagem
    1) Utilização de recursos de terceiros para aumentar as possibilidades de lucro de uma empresa, aumentando, conseqüentemente, o grau de risco da operação; 2) Possibilidade de controle de um lote de ações, com o emprego de uma fração de seu valor (nos mercados de opções, termo e futuro), enquanto o aplicador se beneficia da valorização desses papéis, que pode implicar significativa elevação de sua taxa de retorno. Por exemplo, tendo uma carteira de R$10.000,00 (dez mil reais), pode-se fazer operações que totalizem R$20.000,00 (vinte mil reais), ou até mais, através do mercado futuro.
    Alavancagem operacional
    É a possibilidade que tem a instituição financeira de efetuar o giro de recursos de acordo com o seu patrimônio liquido.
    Alavancagem patrimonial
    ver Alavancagem
    Alienação fiduciária
    Transferência ao credor do domínio e posse de um bem, em garantia de pagamento por uma obrigação que lhe é devida por alguém. O bem é devolvido a seu antigo proprietário depois que a dívida for resgatada.
    All charges to goods
    Todas as despesas incluídas na mercadoria.
    All risks
    Todos os riscos. Cláusula de seguro que abrange a cobertura de todos os riscos a que pode estar sujeita uma mercadoria embarcada. O mesmo que AGAINST ALL RISKS.
    Allotment
    Designação. Parcelamento.
    Allowance
    Concessão. Abatimento. Crédito concedido em lugar de reembolso em dinheiro à parte insatisfeita. Usado no sentido de tolerância, e às vezes, de desconto, sobretudo nos créditos documentários.
    Alocação de Recusos
    Expressão utilizada pelos profissionais do mercado para referência à escolha dos ativos que comporão as carteiras. Trata-se justamente da seleção dos ativos que serão parte integrante de uma carteira de investimentos e em que quantidade.
    Altista
    Tendência em um mercado de ações quando, pela predominância da demanda, o preço dos papéis sofre alta. O termo em inglês vem de "bull" (touro). Um touro ataca com movimentos de baixo para cima, erguendo seu rival no ar, daí a origem do termo
    Amendment
    Emenda. Correção. Aditivo de alteração em Carta de Crédito. AMOUNT Importância. Valor.
    American Depositary Receipts
    American Depositary Receipts (ADRs), são recibos que representam ações de um emissor estrangeiro que se encontram depositadas e sob custódia de um determinado banco no país de origem. Tais recibos são emitidos por um banco americano e negociados nos EUA. Negocia-se também de Londres e do Brasil, porém, para isso é necessário um sistema americano de negociação.
    American Stock Exchange (AMEX)
    American Stock Exchange (AMEX), segunda maior bolsa de valores nos Estados Unidos (a primeira é a Bolsa de Nova York), transacionando cerca de 10% de todas as ações negociadas no país.
    Amortização
    Redução gradual do principal (valor nominal da dívida, sem contar os juros) de uma dívida por meio de pagamentos periódicos combinados entre o credor e o devedor
    Análise de balanço
    Avaliação dos elementos patrimoniais de uma empresa, visando o conhecimento minucioso de sua composição qualitativa e de sua expressão quantitativa, com o objetivo de conhecer os fatores determinantes da situação atual e traçar as perspectivas da empresa.
    Análise Fundamentalista
    A análise fundamentalista é o estudo das causas que explicam o comportamento dos preços das ações. A metodologia de análise utiliza como principal fonte de informação o balanço da empresa, de onde extrai informações sobre lucros, receitas, despesas, dividendos, patrimônio líquido, atuação da diretoria etc. É utilizada para a determinação do preço justo da ação, fundamentando-se na expectativa de resultados futuros da empresa e do mercado, avaliando inclusive se o preço da ação está subavaliada ou superavaliada em relação ao seu preço atual de mercado.
    Análise grafista
    Projeção do comportamento de preços de ações a partir de cotações passadas para se chegar a uma opinião de compra ou venda destes títulos. A expressão grafista vem do fato de que essas análises são baseadas em gráficos contruídos a partir da variação das cotações passadas, procurando-se identificar padrões gráficos que sinalizem o comportamento futuro do papel. Também conhecida por análise técnica.
    Análise técnica
    A análise técnica visa prever as tendências futuras dos preços de um ativo. A metodologia utiliza os gráficos de preços das ações e volumes negociados, baseando-se no princípio de que os preços se movem em tendências persistentes ao longo do tempo. Uma vez determinada a tendência, é possivel saber qual o melhor momento para comprar ou vender uma ação.
    ANBID
    Associação Nacional dos Bancos de Investimento (ANBID), entidade de representação do segmento das instituições financeiras que operam no mercado de capitais. Seus associados são, basicamente, os bancos de investimento e os bancos múltiplos com carteira de investimento.
    ANCOR
    Associação Nacional das Corretoras de Valores (ANCOR), fundada em Agosto de 1972, é uma associação sem fins lucrativas voltada para a defesa dos legítimos interesses de suas associadas. Além de representar e assistir suas associadas junto aos poderes públicos, a ANCOR promove a ampliação dos seus mercados de atuação através da realização de palestras e da participação de seminários junto às principais universidades do país. O endereço da ANCOR na internet é http://www.ancor.com.br .
    Âncora cambial
    Instrumento de política econômica utilizado para estabilizar o valor de uma moeda fixando seu valor na taxa cambial. O instrumento é empregado nos casos de inflação acelerada ou de hiperinflação, em conjunto com outras políticas para estabilizar preços e controlar a desvalorização da moeda nacional.
    Andar de lado
    Mercado fraco, sem tendência definida, estagnado.
    ANDIMA
    Associação Nacional das Instituições do Mercado Aberto (ANDIMA).
    Antecipate
    Antecipar.
    Ao par
    Quando o valor de um ativo no mercado está igual ao seu valor nominal
    Aplicação
    Emprego da poupança na aquisição de títulos, com o objetivo de obter rendimentos.
    Appraisal report
    Laudo de Avaliação.
    Apregoação
    Ato de apregoar a compra ou venda de ações, mencionando-se o papel, o tipo, a quantidade de títulos e o preço pelo qual se pretende fechar o negócio. É executada por um operador, representante de sociedade corretora, na sala de negociações (pregão) de uma bolsa.
    Arbitragem
    1. Operação em que um investidor obtem lucro sem risco, realizando transações simultâneas em dois ou mais mercados. 2. Operação em que um agente econômico compra ações em uma praça e as vende em outra distinta. Para isso é necessário que as bolsas desses locais tenham convênio firmado entre si que possibilite a liqüidação física e financeira dos ativos nas duas praças.
    Arbitragem cambial
    É a operação de compra de uma quantidade de moeda local e venda de outra quantidade de moeda estrangeira, de tal forma que, aplicando-se a paridade entre elas, obtenha-se equivalência.
    Arrangement
    Ajuste. Acordo. Combinação.
    Arrangement fee
    Comissão paga a um emprestador pela abertura de uma linha de crédito, ou por colocá-la à disposição do beneficiário (tomador) também equivalente a "commitment fee".
    Assembléia Geral Extraordinária - AGE
    Assembléia Geral Extraordinária (AGE), reunião dos acionistas, convocada e instalada de acordo com a lei e os estatutos, a fim de deliberar sobre qualquer matéria de interesse da empresa. Sua convocação não é obrigatória, dependendo apenas das necessidades específicas da empresa.
    Assembléia Geral Ordinária - AGO
    Assembléia Geral Ordinária (AGO), convocada obrigatoriamente pela diretoria de uma sociedade anônima para verificação dos resultados, leitura, discussão e votação dos relatórios de diretoria e eleição do conselho fiscal da diretoria. Deve ser realizada até quatro meses após o encerramento do exercício social.
    Asset allocation
    Expressão utilizada pelos profissionais do mercado para referência à escolha dos ativos que comporão as carteiras. Trata-se justamente da seleção dos ativos que serão parte integrante de uma carteira de investimentos e em que quantidade.
    Asset management unit
    Unidade empresarial criada pelos bancos para separar as áreas de gestão de recursos dos clientes e gestão de recursos da tesouraria das instituições financeiras (materialização do conceito de chinese wall). A resolução 2451 do Banco Central, de 11/97, tornou obrigatória a criação destas unidades para instituições administradoras de fundos.
    Assignable
    Transferível. Diz-se para créditos documentários.
    Association
    Associação; sociedade.
    Ativo / Asset
    Conjunto de bens, valores, créditos e semelhantes, que formam o patrimônio de uma firma, opondo-se ao passivo (dívidas, obrigações, etc.).
    Ativo circulante
    Compreende o dinheiro em caixa de uma empresa, os saldos bancários e todos os valores que podem ser convertidos em dinheiro imediatamente.
    Ativo financeiro
    Todo e qualquer título representativo de parte patrimonial ou dívida.
    Ativo-fixo / Ativo-permanente
    São os imóveis, os equipamentos, os utensílios, as ferramentas, as patentes, tudo aquilo que é essencial para a empresa continuar operando e não pode ser convertido em dinheiro imediatamente.
    Ativo-objeto
    Valor mobiliário a que se refere uma opção. Pode ser uma "commodity" (produtos agrícolas, como a soja, até metais, como o ouro), uma taxa de câmbio, uma taxa de juros, o Ibovespa, entre outros.
    Atuário
    O Atuário é um profissional que utiliza principalmente o estudo de probabilidades matemáticas para definir a probabilidade da ocorrência de eventos específicos, e transformar tais cálculos em atos de adequação para os possíveis custos futuros de uma instituição (definição de custo de seguros, de valores de contribuições previdenciárias). A ciência atuária tem grande de uso pelas companhias de seguro, assim como em entidades de previdência
    Auditoria
    Trata-se de uma análise da saúde financeira e econômica de uma instituição. É realizada de forma independente, ou seja, os auditores não devem possuir vínculo de natureza permanente com a instituição analisada. Tem por fim gerar maior credibilidade nas informações divulgadas pela empresa, bem como garantir a maior segurança possível para os usuários e investidores das mesmas.
    Aumento de capital
    Incorporação de reservas e/ou novos recursos ao capital da empresa. Dá origem, em geral, a bonificações, elevação do valor nominal das ações ou lançamento de ações para subscrição. Também pode ocorrer a partir da incorporação de outras empresas.
    Aumento do valor nominal
    Alteração do valor nominal de uma ação em conseqüência da incorporação de reservas ao capital de uma empresa sem emissão de novas ações.
    Auto-financiamento
    Procedimento financeiro que consiste na não distribuição dos lucros aos acionistas para aplicação na empresa. Busca o aumento da capacidade produtiva e, conseqüentemente, multiplicação dos lucros.
    Average
    Em linguagem de seguros significa avaria. Em linguagem matemática e estatística: média.
    Average adjustment
    Em seguros, o documento que fixa o desconto indenização devida ao segurador.
    Average bond
    Carta de garantia para pagamento de avaria.
    Average cost
    Custo médio
    Average price
    Preço médio.
    Average rate
    Taxa média.
    Aversão ao risco
    É uma característica do investidor que não quer correr riscos em ralação a determinado papel, em determinado momento, submetendo-se conseqüentemente a menor retorno de seus investimentos.
    Aviso de Movimentação de Ações - AMA
    Aviso de Movimentação de Ações (AMA), é um comunicado emitido e enviado pela Bolsa de Valores aos investidores sempre que uma negociação é realizada em seu nome no mercado. Através deste documento, o investidor obtém informações precisas e seguras sobre suas operações além de valer como comprovante. É enviado pela bolsa diretamente ao investidor, sem o intermédio da corretora.
    Aviso de Negociação de Ações - ANA
    Aviso de Negociação de Ações (ANA), comprovante de operação enviado pela Bolsa de Valores ao investidor.
    Aviso Prévio
    Valor correspondente a um mês de salário.
    ABECIP
    Associação Brasileira das Entidades e Crédito Imobiliário e Poupança
    Acionista Majoritário
    Aquele que detém o controle acionário de uma empresa.
    Aniversário
    Período que determina quando o imposto de renda é recolhido pela instituição. Marca o 30º dia da aplicação.
    ADR
    ver American Depositary Receipt
    Amplitude
    É a diferença entre os preços atingidos por uma determinada ação (máximo e mínimo) em determinado período de tempo.
    Associação Nacional das Bolsas de Valores - CNBV
    Associação Nacional das Bolsas de Valores (CNBV), entidade civil sem fins lucrativos, que tem a função de representar os interesses das bolsas de valores do País perante as autoridades monetárias e reguladoras do mercado.
    Acionista
    Quem possui ações de uma sociedade anônima
    Ágio
    Diferença positiva entre o valor pago e o valor nominal de um título.
    letra B


    O Banco Central do Brasil (BACEN) foi criado em 1964, para atuar como orgão executivo central do sistema financeiro nacional. Suas principais atribuições são : 1) Emitir papel moeda e moeda metálica; 2) Executar compra e venda de Títulos Federais (através de operações de Open Market) tanto para executar Política Monetária como para o próprio financiamento do Tesouro Nacional; 3) Receber depósitos compulsórios e voluntários do sistema bancário, assim como realizar operações de redesconto e outros tipos de empréstimos às instituições financeiras. 4) Ser o depositário das Reservas Internacionais do País. 5) Autorizar o funcionamento, fiscalizar e aplicar as penalidades previstas a instituições financeiras. Todas essas atividades do Banco Central, no Brasil, são reguladas pelo CMN (Conselho Monetário Nacional). O Banco Central do Brasil pode ser acessado através do http://www.bcb.gov.br
    Back to back
    Na expressão back to back credit , trata-se de um crédito documentário vinculado a um primeiro crédito chamado “Crédito Principal”. O beneficiário do primeiro crédito é geralmente um intermediário que abre, por sua vez, um segundo crédito a favor do fornecedor da mercadoria.
    Bad debt
    Dívida incobrável.
    Balança comercial
    Relação entre as exportações e as importações de um país. Quando o valor das exportações excede o das importações, o país apresenta um superávit e torna-se credor do estrangeiro quando, ao contrário, as importações superam as exportações, o país está em dívida com o estrangeiro e apresenta um déficit em sua balança comercial.
    Balance
    Saldo em conta, diferença. Balance of payment - diferença entre exportações e importações de um país.
    Balancete
    Balanço parcial da situação econômica e do estado patrimonial de uma empresa, referente a um período de seu exercício social.
    Balanço
    Demonstrativo contábil dos valores do ativo, do passivo e do patrimônio líquido de uma entidade jurídica, relativo a um exercício social completo.
    Balanço de pagamentos
    O Balanço de Pagamentos é o resumo, expresso em unidades monetárias (US$), das transações ocorridas entre o país e o resto do mundo. Ele apresenta duas grandes contas: o saldo em transações correntes, que se refere às transações de bens e serviços realizadas pelos brasileiros com o exterior e, o saldo de capitais que reflete o fluxo de moedas entre o país e o resto do mundo. A estrutura do Balanço de Pagamentos é a seguinte: 1) Saldo da Balança Comercial; 2) Saldo do Balanço de Serviços (que engloba pagamento de juros ao exterior, fretes, dólares gastos em turismo, etc); 3) Transferências unilaterais (que envolve transferências de pessoas / instituições entre o Brasil e outros países, sem contrapartida, ou seja, sem a necessidade de pagamento posterior); 4) Saldo em transações correntes ( que equivale a 1+2+3); 5) Conta de Capital; 6) Erros e Omissões; 7) Resultado (que equivale a 4+5+6, e reflete a variação das Reservas Cambiais).
    Balanço de transações correntes
    É o saldo da balança comercial (exportações menos importações) e de serviços como pagamento de juros da dívida externa.
    Banco múltiplo
    Criado através da Res. Nº. 1.524/88, emitida pelo BC por decisão do CMN, a fim de racionalizar a administração das instituições financeiras. As carteiras de um banco múltiplo abrangem a carteira comercial, a carteira de investimento, a carteira de crédito imobiliário, a carteira de aceite, a carteira de desenvolvimento e a carteira de leasing.
    Banco Mundial
    Criado em 1944, o Banco Mundial rege, ao lado do Gatt (que deu origem à Organização Mundial de Comércio), o sistema financeiro internacional.
    Banda cambial
    É a banda ou limite determinado pelo Governo para a flutuação do real frente ao dólar. Foi criada quando da implantação do Plano Real, objetivando o controle da entrada de recursos externos.
    Bank
    Banco. Estabelecimento de crédito.
    Bank note
    Cédula. Papel-moeda.
    Bank rate
    Taxa de desconto.
    Banker
    Banqueiro.
    Banking
    Operação ou negócio bancário.
    Banking charges
    Taxas bancárias
    Banking expenses
    Despesas bancárias.
    Bankrutcy
    Falência, Quebra, bancarrota, insolvência.
    Barter
    Escambo; comércio de troca; permuta.
    Barter deal
    Negócio por troca.
    Base monetária
    A base monetária corresponde à criação primária de moeda (pelo Banco Central). Ela é divulgada em dois conceitos pelo BC: num conceito mais restrito, por convenção, corresponde ao total de papel-moeda em circulação somado às reservas bancárias, e, num mais amplo, corresponde ao total da base restrita, mais os depósitos compulsórios em espécie e títulos federais (tanto do BACEN, quanto do Tesouro) fora do Banco Central. A atuação sobre a base monetária, no sentido de estimular sua expansão ou promover sua contração, desempenha um papel de grande importância em qualquer política de combate à inflação.
    Bônus do Banco Central - BBC
    Bônus do Banco Central (BBC), papel com taxas pre-fixadas com prazo mínimo de 28 dias. Os bancos dizem qual a taxa que querem para comprar o papel e o Banco Central aceita ou não. O BBC é utilizado na execução da política monetária.
    Bolsa Brasileira de Futuros - BBF
    Bolsa Brasileira de Futuros
    Bearer
    Portador de título de crédito.
    Bearish
    Gíria dos operadores de Chicago para designar aqueles que acreditam numa tendência de baixa no mercado.
    Below standart in quality
    Qualidade abaixo do padrão. Expressão que segundo os fundamentos da FDA, dos EUA, deve constar nos rótulos dos produtos alimentícios de qualidade considerada abaixo do normal.
    Benchmark
    Signfica um ponto de referência ou unidades padrão para que se estabeleçam comparações entre produtos, serviços, processos, títulos, taxas de juros, etc., com a finalidade de saber se os demais produtos, serviços, títulos, etc. encontram-se acima ou abaixo em relação ao que serve como referência. Por exemplo, dizemos que o bencnmark de um FIF é o CDI, ou seja, a rentabilidade do fundo deve ser igual ou superior ao CDI para que este tenha cumprido seu objetivo.
    Beneficiary
    Beneficiário. O favorecido para receber o valor de uma carta de crédito, ou qualquer direito.
    Benefícios
    Dividendos, bonificações e/ou direitos de subscrição distribuídos, dados por uma empresa a seus acionistas.
    BENELUX
    Sigla abreviativa de Belgium (Bélgica), Netherlands (Holanda) e Luxemburg (Luxemburgo). Indica a união aduaneira desses três países criada após a Segunda Guerra Mundial e parcialmente alterada com a entrada deles no Mercado Comum Europeu.
    Bens de capital
    São os bens que servem para produzir outros bens, tais como máquinas, equipamentos, material de transporte e construção.
    Bens intermediários
    São aqueles bens que são utilizados na produção de outros, como o açúcar nas balas, os componentes na televisão, etc.
    Banco Interamericano de Desenvolvimento - BID
    Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), instituição internacional sediada em Washington. Foi criada em 1959 para prestar ajuda financeira aos países da América Latina e do Caribe.
    Bid
    Oferta; concorrência; lance.
    Bid bond
    Fiança exigida para participação em concorrência.
    Bid price
    Oferecido para compra.
    Bill
    Nota; conta; fatura.
    Bill of charges
    Nota de despesas.
    Bill of exchange
    Ou simplesmente BILL - letra de câmbio. Título de crédito emitido pelo credor contra o devedor, em cobertura de operação financeira ou comercial. A letra de câmbio é indispensável nas operações de exportação, figurando entre os documentos apresentados aos bancos na liquidação de carta de crédito.
    Bill of sale
    Contrato de venda. Documento fazendo constar que a venda é perfeita.
    Bill payable
    Conta a pagar.
    Bill receivable
    Conta à receber
    Billing
    Ato de tirar ou emitir um nota ou fatura ou enviá-la ao comprador. Faturamento.
    Biz
    Abreviatura de BUSINESS - negócio.
    Black market
    Mercado negro, mercado paralelo, mercado ilícito.
    Blan endorsed
    Endossado em branco.
    Blank check
    Cheque em branco, assinado sem valor declarado.
    Blocked currency
    Moeda bloqueada, congelada.
    Block-trade
    Leilão de grande lote de ações nas bolsas de valores
    Bloqueio de posição
    Operação através da qual um aplicador impede o exercício de sua posição mediante a compra, em pregão, de uma opção contrária e da mesma série da anteriormente lançada.
    Bloquete
    Aviso de cobrança de títulos emitidos pelo banco.
    Blue-chips ou Primeira-Linha
    Termo utilizado nas Bolsas de Valores para designar as ações mais negociadas, as mais valorizadas pelo público. No Brasil, podemos citar as ações da Telebrás, Petrobrás e Eletrobrás.
    Bolsa de Mercadorias e Futuros - BM&F
    São associações exatamente com as Bolsa de Valores, porém em vez de negociar ações, as Bolsas de Mercadorias e Futuros negociam somente ativos no mercado futuro (para entrega em determinada data), com exceção do ouro, que tem cotação à vista. A Bolsa de Mercadorias e Futuros - BM&F de São Paulo é uma das maiores Bolsas de Futuros do mundo. Nela atuam as corretoras de mercadorias (ou commodities), que negociam ouro, índice Bovespa futuro, dólar comercial futuro, DI futuro (índice de taxa de juros), açúcar, boi gordo, bezerro, café, soja e algodão.
    Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES
    O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), fundado em 1952, é uma empresa pública federal vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, que tem como objetivo financiar à longo prazo os empreendimentos que contribuam para o desenvolvimento do país. O BNDES possui duas subsidiárias: a BNDESPAR que objetiva fortalecer a estrutura de capital das empresas privadas e desenvolver o mercado de capitais, e a FINAME, que financia a comercialização de máquinas e equipamentos e administra as operações de financiamento à exportação. O BNDES vem financiando os grandes empreedimentos industriais e de infra-estrutura tendo marcante posição no apoio aos investimentos na agricultura, no comércio e serviço e nas micro, pequenas e médias empresas. Atualmente, o foco de sua ação está voltado para: 1) a ampliação e diversificação das exportações; 2) reestruturação da indústria; 3) expansão e adequação da infra-estrutura - a cargo da iniciativa privada, com ênfase nos investimentos em energia e telecomunicações; 4) melhoria dos canais de acesso ao crédito para as micros, pequenas e médias empresas; 5) fortalecimento do mercado de capitais; 6) atenuação dos desequilíbrios regionais; 7) gerenciamento dos programas de privatização; 8) apoio aos investimentos sociais direcionados para a educação e saúde, agricultura familiar, saneamento básico e ambiental e transporte coletivo de massa.
    Board of directors
    Diretoria. Conselho Diretor.
    Bolsa de mercadorias
    Mercado centralizado para transações com mercadorias, sobretudo os produtos primários de maior importância no comércio internacional e interno, como café, açúcar, algodão, cereais, etc. Realizando negócios tanto com estoques existentes quanto com mercados futuros, as bolsas de mercadorias exercem papel estabilizador no mercado, minimizando as variações de preço provocadas pelas flutuações de procura e reduzindo os riscos dos comerciantes.
    Bolsa de valores
    Instituição em que se negociam títulos e ações. As Bolsas de Valores são importantes nas economias de mercado por permitirem a canalização rápida das poupanças para sua transformação em investimentos. E constituem, para os investidores, um meio prático de jogar lucrativamente com a compra e venda de títulos e ações, escolhendo os momentos adequados de baixa ou alta nas cotações.
    Bolsa de Valores de Nova York
    ver NYSE
    Bolsa em alta
    Quando o índice de fechamento de determinado pregão é superior ao índice de fechamento anterior.
    Bolsa em baixa
    Quando o índice de fechamento de determinado pregão é inferior ao índice de fechamento anterior.
    Bolsa estável
    Quando o índice de fechamento de determinado pregão está no mesmo nível do índice de fechamento anterior.
    Bond
    Títulos, bônus, acordo, carta de fiança.
    Bond of indemnty
    Fiança.
    Bonificação
    Sistema de distribuição de novas ações aos sócios da empresa, por ocasião de um aumento do capital social realizado pela incorporação de reservas ou outros recursos próprios. Essa distribuição é realizada de forma proporcional a quantidade de ações possuídas pelos acionistas, de maneira que cada acionista permaneça com o percentual de participação igual ao anterior à bonificação.
    Bonificação em ações (filhotes)
    Ações emitidas por uma empresa em decorrência de aumento de capital, realizado por incorporação de reservas e/ou de outros recursos, e distribuídas gratuitamente aos acionistas, na proporção de quantidade de ações que já possuem.
    Bonificação em dinheiro
    Distribuição aos acionistas, além dos dividendos, de valor em dinheiro referente a reservas até então não incorporadas.
    Bônus
    Bonificação em ações concedida aos acionistas de uma empresa quando esta aumenta seu capital. No Brasil, os bônus são também os títulos da dívida pública emitidos em séries ao portador e com vencimento em data pré-determinada. Eles servem para pagamento de débitos fiscais e são uma forma de o governo antecipar a receita.
    Bônus de subscrição
    Título negociável que dá direito à subscrição de novas ações, emitido por uma Empresa, dentro do limite de aumento de capital autorizado por um estatuto.
    Bônus do Tesouro Nacional - BTN
    Bônus do Tesouro Nacional (BTN), indicador com variação diária utilizado para correção de contratos e impostos. Atualmente extinto e, em seu lugar, surgiu a TR (taxa referencial).
    Book
    Livro Contábil.
    Boom
    Fase de crescimento brusco no mercado de ações, o volume de transações ultrapassa acentuadamente os níveis médios em determinado período, com expressivo aumento das cotações.
    Both dates incuded - BDI
    Indica que as datas de vencimento e de expedição de uma transação estão incluídas na data mencionada.
    BOVESPA
    Bolsa de Valores de São Paulo
    Brand
    Marca, marca de fábrica, marca registrada.
    Broker
    Corretor de negócios, de mercadorias, de seguros, de cambio.
    Banco de Títulos Calipsa - BTC
    Banco de Títulos Calipsa (BTC), serviço oferecido pela Calispa através do qual os investidores têm a possibilidade de disponibilizar suas ações custodiadas na BOVESPA (doadores) para empréstimo a outros investidores interessados (tomadores).
    Buck
    Gíria americana para significar dólar. Grana.
    Budget
    Orçamento; programa financeiro.
    Bullish
    1) Tendência em um mercado de ações quando, pela predominância da demanda, o preço dos papéis sofre alta. O termo em inglês vem de "bull" (touro). Um touro ataca com movimentos de baixo para cima, erguendo seu rival no ar, daí a origem do termo. 2) Gíria dos operadores da Bolsa de Chicago, para designar as pessoas que acreditam em tendência de alta no mercado.
    Business
    Negócio, atividade comercial.
    Buy
    Compra, comprar.
    Buyer
    Comprador.
    Buyer’s credit
    Crédito do Comprador.
    Buyer’s market
    Mercado do Comprador. Situação de mercado em que a oferta é maior que a procura.
    BVRJ
    Bolsa de Valores do Rio de Janeiro
    By-laws
    Estatuto de uma Companhia. Contrato Social.
    By-product
    Subproduto. Produto derivado de outro.
    letra C

    Cadastro de Emitentes de Cheques sem Fundos (CCF). É o cadastro mantido pelo Banco Central, que possui dados dos emitentes de cheques sem fundos. Se algum cheque for devolvido pelos motivos 12 (cheque sem fundos - 2a. Apresentação), 13 (conta encerrada) e 14 (prática espúria), o nome do emitente será automaticamente incluído no CCF. No caso de conta conjunta, serão incluídos os CPF's de todos os titulares da conta.
    Carência
    Período mínimo determindo para o investidor ficar com os recursos aplicados tendo direito a rentabilidade integral do período. Caso o investidor deseje efetuar o resgate antes do término da carência, ele pode perder a rentabilidade do investimento e resgatar somente o principal ou o valor da cota do dia do resgate, caso seja menor que a cota de aplicação. Na indústria de fundos, alguns administradores estabelecem taxas que penalizam os cotistas que resgatam antes do prazo estipulado como carência.
    Cupom Cambial
    É o prémio pago ao investidor por assumir o risco da moeda em que ele está aplicando. Este prêmio geralmente é adicionado a uma aplicação considerada sem risco, por exemplo as Letras do Tesouro Americano. O cupom cambial tende a se elevar quanto maior for o risco da moeda.
    Contas públicas
    As contas públicas são a contabilidade dos gastos e das receitas internos do país. Nessas contas estão inclusos a arrecadação de impostos e outras fontes de captação de recursos do governo, além de qualquer tipo de gasto interno (construção de escolas, estradas, pagamento de títulos públicos, etc.) de todas as esferas do poder público. No caso de o governo ter gasto mais do que arrecadado, tem-se uma situação deficitária. Se, ao contrário, for arrecadado mais do que foi gasto, a situação é superavitária. Essa contabilidade pode ser dividida em três níveis: 1) Nominal: corresponde ao resultado nominal das contas do setor público, ou seja, está incluso o efeito da inflação e do pagamento de juros sobre o fluxo de receitas e despesas do governo; 2) Operacional: corresponde ao resultado primário das contas públicas adicionado o pagamento de juros e excluindo-se o efeito da inflação; 3) Primário: corresponde ao resultado real (ou primário) das contas públicas, ou seja, excluindo-se a despesa com juros, que o Governo tem que pagar sobre as suas dívidas, e a inflação. Assim, o resultado puro das contas do Governo diz se foi gasto mais ou menos do que a sua receita permitia. Entretanto, com as altas taxas de juros praticadas e o crescimento da dívida mobiliária, o acompanhamento do resultado no conceito operacional vem sendo cada vez mais relevante, uma vez que a despesa com juros representa uma grande fonte de gastos para o Governo. A medida que a estabilidade de preços for se firmando no país, o conceito de resultado nominal ganhará maior relevância, pois o efeito diminuto da inflação deverá dar novo sentido a essa estatística - tendendo a substituir, em importância, o conceito operacional.
    Contribuição Sindical
    Descontada dos empregados anualmente, um dia de salário. Patronal. Ver alíquota em tabela progressiva no respectivo sindicato.
    Controle acionário
    Posse, por um acionista ou grupo de acionistas, da maior parcela de ações, com direito a voto, de uma empresa, garantindo o poder de decisão sobre ela.
    Convênio
    Ato administrativo que permite a liberação do recurso previsto no OGU. Quando o Governo vai, por exemplo, financiar uma obra em um município, assina um convênio com o prefeito.
    Conversão
    Mudança das características de um título. No caso de ações, pode ser sua transformação, quanto à forma (de nominativa para escritural) ou à espécie ( de ordinárias em preferenciais ou vice-versa) dependendo de deliberação de assembléia geral extraordinária e do disposto no estatuto social de uma sociedade anônima.
    Conversão de Dívida
    Substituição dos títulos de dívida pública (vencidos ou a vencer) por outros com novos e mais longos prazos de vencimento. É a clássica "rolagem".
    Comitê de Política Monetária - COPOM
    Comitê de Política Monetária do BACEN, é o órgão que decide a política da taxa de juros.
    Corretagem
    Taxa de remuneração de um intermediário financeiro na compra ou venda de títulos.
    Corretor
    Intermediário na compra e venda de títulos.
    Cost
    Custo, gasto, encargo.
    Cost and freight (Candf)
    Custo e frete. O mesmo que C&F. Condição de preço que inclui o custo da mercadoria e o do frete até o destino.
    Cost and freight and comission (Candfc)
    Custo, frete e comissão, incluídos no preço. O mesmo que “C&FC”.
    Cost, insurance and freight (CFI)
    Custo, seguro e frete. Condição de venda cuja menção é seguida do nome do porto de destino; expressão utilizada na cotação de preços, significa por preço se entende a mercadoria posta no porto de destino, frete pago e seguro coberto
    Cost, insurance, freight and comission (CIFC)
    Modalidade de cláusula CIF. Incluídos no preço estão custo, seguro, frete e comissão.
    Costumer
    Cliente.
    Cota
    Fração do patrimônio de um clube ou fundo de investimento. O valor da cota é igual ao patrimônio líquido dividido pelo número de cotas emitidas.
    Cotação
    Preço registrado no momento da negociação com títulos em bolsa de valores.
    Cotação de abertura
    Cotação de um título na primeira operação realizada em um dia de negociação.
    Cotação de fechamento
    Cotação de um título na última operação realizada em um dia de negociação.
    Cotação máxima
    A maior cotação atingida por um título no decorrer de um dia de negociação.
    Cotação média
    Cotação média de um título, constatada no decorrer de um dia de negociação.
    Cotação mínima
    A menor cotação de um título, constatada no decorrer de um dia de negociação.
    Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira - CPMF
    Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira
    Crack
    Rachar, quebrar, falir. Expressão usada normalmente, quando as cotações das ações declinam velozmente para níveis extremamente baixos.
    Crash
    Denominação dada a uma forte queda nas bolsas de valores. O mais famoso teve início de no dia 24 de outubro de 1929, na Bolsa de Valores de Nova York, inaugurando a grande crise econômica mundial dos anos 30
    Crawling peg
    Expressão empregada para designar a desvalorização cambial periódica. Política cambial que consiste em reajustar a renda dos exportadores, desestimular a especulação e evitar os movimentos de hot money, através do câmbio. Mesmo que flexible exchange rate, taxa de câmbio flexível.
    Credit
    Crédito.
    Credit advice
    Aviso de crédito.
    Credit rating
    Índice de crédito. Avaliação ou classificação de pessoas ou firmas quanto a sua capacidade de cumprir obrigações financeiras e comerciais assumidas.
    Credit terms
    Condições estabelecidas com referência à forma de pagamento a crédito.
    Creditor
    Credor.
    Critério de desempenho
    São as metas do acordo com o FMI pelas quais o Brasil é avaliado. O descumprimento destas metas significa a interrupção dos repasses das parcelas de empréstimos e necessidade de nova renegociação.
    Crossed check
    Cheque cruzado.
    CSL / CSLL
    Contribuição Social sobre o Lucro Líquido. Imposto administrado pela Secretaria da Receita Federal.
    Currency
    Divisa, moeda.
    Currency rate
    Taxa de câmbio vigorante por ocasião do fechamento de uma operação cambial.
    Currency unit
    Unidade monetária.
    Current account
    Conta Corrente.
    Curva do papel
    Curva que reflete a valorização de um título ao longo do tempo, do instante da compra até seu vencimento.
    Custeio
    São as chamadas despesas do dia-a-dia do Governo. As despesas necessárias para que possam funcionar os ministérios, departamentos e órgãos da administração pública. No OGU, essas despesas aparecem com o nome de "outras despesas correntes". Não entram aí a
    Custódia
    Nada mais é do que a guarda de um título. Existem empresas especializadas a guardar estes títulos, o CETIP custodia títulos de renda fixa e as bolsas de valores mantém suas próprias câmaras de custódia para as ações negociadas em seu pregão. A Bolsa de Valores de São Paulo tem a Calispa e a BVRJ criou a CLC (Câmara de Liquidação e Custódia). Estas câmaras são responsáveis pela manutenção e atualização dos direitos das ações (Dividendos, Bonificaçães, subscrição, etc.). Além do extrato mensal discriminando a posição do cliente, a cada movimentação é emitido um aviso que segue direto para o endereço determinado pelo acionista. Por isto é muito importante manter o cadastro sempre atualizado. Assim como uma conta corrente, ninguém pode mexer na sua conta de custódia sem sua autorização. Estes serviços se sofisticaram bastante, a CLC do RJ mantém um serviço de fax custódia através do qual o acionista pode receber sua posição atualizada - é necessário saber o nº da conta além do código de acesso.
    Custódia fungível
    É o registro eletrénico de uma posição em ações. Não há emissão de um certificado em papel, como era antigamente. Esta forma evita a necessidade do investidor Ter que fazer uma procuração autorizando transferência das ações para uma outra bolsa, e até mesmo a venda. Tudo passou a ser feito eletronicamente.
    Custódia infungível
    Serviço de custódia onde os valores mobiliários depositados são mantidos discriminadamente pelo depositante.
    Cut price
    Preço rebaixado.
    Comissão de Valores Mobiliários - CVM
    Comissão de Valores Mobiliários (CVM), orgão normativo, criado em 1976 para desenvolver, disciplinar e fiscalizar o mercado de valores mobiliários não emitidos pelo sistema financeiro ou pelo Tesouro - basicamente o mercado de ações e debêntures. A sede da CVM está localizada no Rio de Janeiro (R. Sete de Setembro, 111 - 2º And. - Rio de Janeiro/RJ, Cep: 20159-900, telefone (21) 212-0200, fax (21) 221-6769) possuindo duas superintendências regionais: São Paulo ( R. Formosa, 367 - 20º e 21º Andares - São Paulo/SP, Cep: 01049-000, telefone (11) 3226-2000, fax (11) 3226-2048) e Brasília (SCN Quadra 02 - 4º And. - Módulo 404 - Bl. A - Ed. Corporate Financial Center, Brasília/DF, Cep: 70712-900, telefone (61) 327-2031 e 327-2034, fax (61) 327-2040). O endereço da CVM na internet é http://www.cvm.gov.br e o e-mail: soi@cvm.gov.br.
    Cadastro
    Conjunto de dados e informações gerais sobre os clientes das sociedades corretoras.
    Caderneta de poupança
    Depósito de poupança, em dinheiro, que acumula juros e correção monetária, cujos recursos são destinados ao financiamento da construção e da compra de imóveis.
    CAGED
    Cadastro Geral de Empregados e Desempregados.
    Caixa de liqüidação
    Entidades subordinadas às bolsas de valores, que fazem a liqüidação das operações a termo e a compensação das operações (à vista ou a termo), realizadas entre as corretoras. Também recebem e guardam os valores dados como margem de garantia nas operações feitas no pregão, emitem certificados, realizam o desdobramento e conversões e fazem a transferência de títulos negociados.
    Caixa de registro e liquidação
    Empresa responsável pelo liqüidação e compensação das negociações à vista, a termo e de opções, realizadas em Bolsa.
    Calendar year
    Ano Civil.
    CALIPSA
    Empresa controlada pela Bolsa de Valores de São Paulo. Sua função é compensar e liqüidar financeiramente as operações realizadas na BOVESPA.
    Call
    Ver Opção de Compra de Ações.
    Call system
    Sistema de negociação da bolsa de valores que consiste na distribuição dos operadores em lugares pré-fixadosao redor de um balcão circular, conhecido como corbeille, de onde apregoam. O diretor do pregão delimita um pequeno intervalo de tempo para negociação de cada título. Geralmente, este tipo de sistema é adequado para bolsas de pequeno porte.
    Câmara de compensação
    Organização que reúne vários bancos de uma localidade com o objetivo de liquidar os débitos entre eles. Compensa todos os cheques emitidos contra cada um dos seus membros mesmo que tenham sido apresentados para cobrança em qualquer um dos outros.
    Câmara de Liquidação e Custódia - CLC
    Câmara de Liquidação e Custódia (CLC)
    Câmbio
    Operação pela qual se adquire, se troca ou se compra a moeda de um país por outra em curso na praça em que a operação ocorre para remetê-la ao local, onde dela se precisa. É também o nome que se dá ao valor índice da moeda estrangeira (taxa cambial) em relação à moeda nacional sobre determinada praça.
    Câmbio comercial
    É a cotação do dólar usada para o fechamento dos contratos de exportação e importação. O câmbio comercial também registra as operações de empréstimos de empresas no exterior, investimentos estrangeiros diretos, as entradas e saídas dos investimentos estra
    Câmbio fixo
    Um sistema de câmbio em que o Banco Central de um país estabelece um valor fixo para a paridade entre a moeda local e o dólar. Esse sistema funciona na Argentina e em Hong Kong.
    Câmbio flutuante
    É o mercado através do qual saem as remessas de lucros das multinacionais para o exterior. O câmbio flutuante também inclui operações de empréstimos e o comércio de jóias e pedras preciosas.
    Câmbio livre
    Regime de operações do mercado de divisas sem interferência das autoridades monetárias. A liberação da taxa cambial faz com que o valor das moedas estrangeiras flutue de acordo com o interesse que despertem no mercado, segundo a oferta e a procura.
    Câmbio manual
    Refere-se às operações que envolvem a compra e a venda de moedas estrangeiras em espécie, isto é: quando a troca se efetua com moedas metálicas ou cédulas de outros países. É o caso do turista que troca uma nota de cem dólares pelo seu equivalente em reais
    Câmbio paralelo
    É o mercado que existe quando o país não tem uma política de câmbio 100% livre.
    Câmbio sacado
    Ocorre quando, na troca, existem documentos ou títulos representativos da moeda. Neste tipo de operação, as trocas se processam pela movimentação de uma conta bancária em moeda estrangeira. Portanto, o câmbio sacado pode ser entendido como operações que se processam através de saques, como: as letras de câmbio ou cambiais, as cartas de crédito ou crédito documentários, as ordens de pagamento e os cheques.
    Capacidade instalada
    É o potencial de produção de determinado setor da economia. Dizer que a indútria está trabalhando com 79,04% da sua capacidade é o mesmo que dizer que está com 20,96% de sua capacidade de produção ociosa.
    Capital
    É a soma de todos os recursos, bens e valores, mobilizados para a constituição de uma empresa.
    Capital aberto (Companhia de)
    Característica do tipo de sociedade anônima em que o capital, representado por ações que podem ser negociadas na Bolsas de Valores, é dividido entre muitos e indeterminados acionistas.
    Capital autorizado
    Limite definido por estatuto, de competência de assembléia geral ou do conselho de Administração, para aumentar o capital social de uma empresa.
    Capital de giro
    Parte dos bens de uma empresa representados pelo estoque de produtos e pelo disponível (imediatamente e a curto prazo). É a soma de recursos, em dinheiro ou em estoque de giro, que dispõe a empresa para satisfazer suas obrigações ou atender a seus negócios.
    Capital de risco
    Capital investido em atividades nas quais existe a possibilidade de perdas.
    Capital fechado (Companhia de)
    Empresa com capital de propriedade restrita, cujas ações não podem ser negociadas em bolsas de valores apenas no mercado de balcão.
    Capital social
    Montante de capital de uma sociedade anônima que os acionistas vinculam a seu patrimônio como recursos próprios, destinados ao cumprimento dos objetivos da empresa.
    Capital social subscrito a integralizar
    Parcela de subscrição que o acionista deverá pagar, de acordo com determinação do órgão que autorizou o aumento de capital de uma sociedade.
    Capital social subscrito e realizado
    Montante de capital social acrescido da parcela de subscrição paga pelo acionista.
    Capitalização
    Ampliação do patrimônio, por meio de reinvestimento de dividendos ou captação de recursos, pela emissão de ações. Em termos societários corresponde à incorporação de reservas ou lucros do capital social. Em acepção especial, também designa-se a incorporação ao valor do principal dos juros da operação.
    Captação
    Obtenção de recursos para ampliação a curto, médio ou longo prazo do capital de uma empresa.
    Carga tributária
    É o esforço fiscal do governo. O montante de impostos arrecadados no país. A carga é medida em percentual do PIB. No Brasil, a arrecadação de impostos representa cerca de um terço das riquezas produzidas no país.
    Cargo pool
    Acordo de transporte para rateio de cargas.
    Carta de crédito
    A carta de crédito é aquela em que uma pessoa (remetente ou autor) autoriza a outra (destinatária), para que conceda, sob sua garantia, a uma terceira pessoa (acreditada ou favorecida) determinada importância em dinheiro ou em mercadoria.
    Carteira
    Conjunto de ativos financeiros de renda fixa ou variável de propriedade de uma pessoa física ou jurídica.
    Carteira de ações
    Conjunto de ações de diferentes empresas, de propriedade de pessoas físicas ou jurídicas.
    Carteira de investimento
    Conjunto de títulos de renda fixa e/ou variável que formam e definem o tipo de fundo.
    Carteira de títulos
    Conjunto de títulos de rendas fixa e variável, de propriedade de pessoas físicas ou jurídicas.
    Carteira própria
    É toda a carteira de títulos de uma instituição, vinculada a acordos de recompra, ou bancada com recursos próprios. Os papéis são escolhidos, principalmente, levando-se em conta a alavancagem e os custos de financiamento para sua bancagem.
    Cash
    Dinheiro contado à vista; pagamento à vista.
    Cash basis
    Venda à dinheiro.
    Cash discount
    Desconto para pagamento à vista.
    Cash Flow
    Designação da operação de entrada e saída de dinheiro de uma empresa e sua utilização para sustentar o capital de giro.
    Cash on delivery (COD)
    Entrega de mercadoria contra pagamento.
    Cash sale
    Pagamento à vista.
    Cash with order
    Pagamento feito na ordem da compra.
    Cash-yield ou dividend-yield
    Dividendo por ação/cotação da ação.Retorno porcentual dos dividendos recebidos com relação à cotação da ação no mercado. Muitos investidores buscam cada vez mais empresas que pagam altos dividendos, especialmente quando as taxas de juros de mercado estão em baixa, o que torna a ação um investimento com retorno (por conta dos dividendos) bem interessante. Deve-se analisar juntamente com o Pay-Out.
    CATS Bovespa
    Ver Pregão Eletrônico.
    Caução
    Depósito de títulos ou valores em nome do credor, visando garantir o cumprimento de obrigação assumida.
    Cautela
    Instrumento que representa provisoriamente um certificado de múltiplos de ações.
    C-Bonds
    Título da dívida externa brasileira mais negociados no mercado internacional.
    CC5
    São as contas correntes mantidas por pessoas físicas e jurídicas que não residem no Brasil. Em momentos de crise, grande parte dos recursos saem do país por intermédio dessas contas.
    Cedente
    Pessoa física ou jurídica que cede um direito do qual é titular, decorrente de um título de crédito, de um contrato, etc.
    Cédula Rural Hipotecária (CRH)
    É um título de crédito vinculado a financiamento rural, no qual o emitente ou um terceiro presta garantia hipotecária.
    Cédula Rural Pignoratícia (CRP)
    É um título de crédito vinculado a financiamento rural, no qual o emitente ou um terceiro presta garantia pignoratícia.
    Certificado
    Documento que comprova a existência e a posse de determinada quantidade de ações.
    Certificado de depósito
    Título representativo das ações depositadas em uma instituição financeira. Algumas empresas do Mercosul são negociadas nas bolsas de valores brasileiras por meio desse mecanismo.
    Certificado de Depósito Bancário - CDB
    Certificado de Depósito Bancário (CDB) são títulos de captação de recursos do setor privado, cujas taxas são expressas em % ao ano. É o mais procurado pelo fato de ser transferível por endosso nominativo, ou seja: pode ser vendido a qualquer hora dentro do prazo contratado com pequeno deságio. É conhecido como depósito a prazo, pode ser prefixado ou pós-fixado. Seu prazo varia para cada caso. Dependendo da classificação da qualidade de crédito do emissor, pode ser classificado como de 1ª ou 2ª linha.
    Certificado de Depósito Interbancário - CDI
    Títulos de emissão das instituições financeiras monetárias e não-monetárias, que lastreiam as operações do mercado interbancário. Suas características são idênticas às do CDB, mas sua negociação é restrita ao mercado interbancário. Sua função é, portanto, transferir recursos de uma instituição financeira para outra. Em outras palavras: a instituição que tem dinheiro sobrando empresta para aquela que não tem, garantindo a liqüidez do mercado.
    Certificado de desdobro
    Comprovante do desdobramento de um certificado de ações em vários outros.
    Cesta básica
    Conjunto de bens satisfazem as necessidades básicas de uma família de trabalhadores. O conceito de necessidades básicas varia conforme o nível médio de renda da população alvo. Como exemplo pode-se citar a cesta básica elaborada pelo Procon-São Paulo, que computa o preço médio de uma cesta de produtos alimentares, de higiene e limpeza consumidos por uma família padrão de quatro pessoas com renda total de 10,3 salários mínimos, na região metropolitana de São Paulo.
    Central de Custódia e Liquidação Financeira de Títulos - CETIP
    Central de Custódia e Liquidação Financeira de Títulos (CETIP), exerce o controle financeiro e de custódia de títulos privados.
    Chamada de bônus
    Resgate de bônus pelo emitente, mediante o pagamento antes do vencimento.
    Chamada de capital
    Quando um empresa subscreve ações para aumentar seu capital.
    Change
    Mudança, alteração, variação. O mesmo que EXCHANGE - câmbio.
    Charm price
    Preço de promoção.
    Chinese wall
    Separação clara entre a administração dos recursos da tesouraria das instituições financeiras e a administração dos recursos de terceiros. Para minimizar tais conflitos de interesses, os Fundos estão autorizados a aplicar, apenas um percentual previamente definido do seu patrimônio em títulos de renda fixa de emissão de instituições financeiras coligadas.
    Cisão
    É o processo de transferência, por uma empresa, de parcelas de seu patrimônio a uma ou mais sociedades, já existentes ou constituídas para esse fim, extinguindo-se a empresa cindida se houver versão de todo o seu patrimônio.
    Clearance sale
    Venda de liquidação.
    Clearing
    A clearing ou caixa de liquidação é o sistema adotado pelas bolsas para garantir o fiel cumprimento de todos os negócios nelas realizados. A clearing pode ser tanto um departamento interno da instituição, quanto uma organização independente, controlada ou não pela bolsa a qual está ligada.
    Clube de investimentos
    Sociedade que congrega investidores com a finalidade de operar no mercado de ações. Difere dos fundos mútuos de investimento por não haver obrigatoriedade de patrimônio mínimo. Administrados pelos próprios sócios, os clubes de investimento são supervisionados por sociedades corretoras que atuam nas bolsas de valores, podem operar com um número máximo de 150 cotistas. Embora seja tibutado da mesma forma que os fundos de ações regulamentados pela CVM, os clubes de investimentos apresentam custos menores por não exigirem auditoria.
    Conselho Monetário Nacional - CMN
    Conselho Monetário Nacional (CMN), orgão normativo responsável pela fixação das diretrizes da política Monetária, Cambial e de Crédito do País, de forma a compatibilizá-las com as metas econômicas do Governo Federal. Seu orgão executor é o Banco Central. Atualmente o CMN é composto pelo Presidente do Banco Central e pelos Ministros da Fazenda e do Planejamento.
    Cobertura
    Depósito da totalidade dos títulos referentes a posição de venda nos mercados a prazo (termo, futuro e opções)
    COFINS
    Contribuição para Financiamento da Seguridade Social. Imposto administrado pela Secretaria da Receita Federal.
    Coin
    Moeda Metálica.
    Colocação direta
    Aumento de capital realizado mediante subscrição de ações, pelos atuais acionistas, diretamente em uma empresa.
    Colocação indireta
    Aumento de capital realizado mediante subscrição, no qual a totalidade das ações é adquirida por uma instituição financeira ou por um grupo reunido em consórcio, para posterior colocação no mercado secundário.
    Combinação de opções
    Compra ou venda de duas ou mais séries de opções sobre a mesma ação-objeto, porém com preços de exercício e/ou datas de vencimento diferentes
    COMEX
    Commodity Exchange
    Comission
    Comissão, remuneração percentual, de empregado ou agente, sobre volume de negócios, vendas ou cobranças.
    Comission fee
    Taxa de comissão.
    Comitente
    Cliente de uma sociedade corretora. Uma operação realizada na bolsa de valores obrigatoriamente é identificada por um comitente, tanto comprador quanto vendedor
    Commercial Papers
    Título emitido por uma sociedade anônima, para captar recursos, visando investimento ou o financiamento do capital de giro. O rendimento de cada commercial paper depende das condições particulares de cada emissão. Este título possui características que assemelham se com as debêntures, tendo como principal diferença um prazo de emissão geralmente menor.
    Commitment fee
    Comissão paga a um emprestador pela abertura de uma linha de crédito, ou pro sua colocação à disposição do beneficiário (tomador) também equivale a "arrangement fee".
    Commodities
    Mercadorias, no sentido de “grandes produtos”, produtos primários, como café, algodão, açúcar, metais não ferrosos, etc., geralmente transacionado em bolsa.
    Commodities market
    Mercado de matérias-primas, transacionadas sob regime de bolsa.
    Commodity
    Nas relações comerciais internacionais, o termo designa um tipo particular de mercadoria em estado bruto ou produto primário de importância comercial, como é o caso do café, algodão, estanho, cobre, etc ...
    Common market
    Mercado Comum. Forma de integração econômica , na qual os países compromissados eliminam, entre si, todas as restrições ao comércio e adotam igualmente tarifas externas comuns.
    Comodato
    Empréstimo gratuito de bens específicos e individualizáveis os quais devem ser restituídos no tempo convencionado.
    Companhia aberta
    Ver Capital Aberto
    Company
    Empresa, Companhia.
    Competition
    Concorrência, competição. Ato de disputar o mercado com outros iguais.
    Compra em margem
    Aquisição de ações a vista, com recursos obtidos pelo investidor através de fiinanciamento junto a uma sociedade corretora que opere em Bolsa. É uma modalidade de operação de Conta Margem.
    Conditons of sale
    Condições de venda. O mesmo que SALE CONDITIONS.
    Confirmação
    Aviso que o corretor dá ao cliente da efetivação de uma negociação com ações.
    Confirmed credit
    Crédito confirmado. Diz-se quando o banco correspondente assegura ao beneficiado o pagamento do crédito que lhe for aberto por terceiros.
    Consumer
    Consumidor.
    Consumer goods
    Produtos de consumo freqüente.
    Consuption goods
    Bens de consumo.
    Conta de serviços
    Além das receitas e despesas com viagens internacionais, registra também os gastos sobre a dívida, a contratação de fretes e seguros e as remessas de lucros e dividendos das empresas brasileiras.
    Conta margem
    Forma de negociação de ações, que possibilita ao investidor obter, junto a uma sociedade corretora, financiamento para compra dos títulos e/ou empréstimo dos papéis para venda. Essas operações são feitas no mercado a vista de bolsa. O custo e liquidação do financiamento, bem como a remuneração do empréstimo dos títulos e sua devolução, são pactuados diretamente entre o investidor e a corretora
    Conta turismo
    Mostra os gastos de brasileiros em viagens internacionais e as receitas obtidas pelo país quando estrangeiros visitam o Brasil.
    Contrato de Investimentos Coletivo
    São títulos lastreados em quaisquer produtos ou subprodutos destinados à comercialização e que geram direito a participação, parceria ou remuneração, inclusive de prestação de serviços, cujos rendimentos advêm do esforço do empreendedor ou de terceiros. Cabe ressaltar que esses títulos não devem ser confundidos com os contratos de parceria rural, nos termos do Estatuto da Terra e da Legislação sobre Parceria Pecuária do Código Civil Brasileiro. Apenas as empresas constituídas sob a forma de sociedade por ações (S.A.) e que possuam registro na CVM, nos termos da Instrução CVM n. 270/98. A distribuição dos contratos de emissão dessas empresas devem observar as condições estabelecidas pela Instrução CVM n. 296/98. Os investidores (pessoas físicas) devem sempre que procurados pelos vendedores dessas empresas, observar se o contrato possui o número de registro na CVM e se está assinado pelo representante legal da companhia. Antes de investir nesse tipo de aplicação, o investidor deverá consultar o prospecto elaborado pela companhia emissora do contrato e verificar a presença de algumas informações básicas, tais como: dados sobre a companhia (seu histórico, a qualificação dos acionistas e administradores, a estrutura de capital e a situação financeira, bem como, a estrutura de custos e a eficiência do sistema produtivo do empreendimento), os contratos firmados e a forma como será processada a distribuição dos papeis.
    CDB swapado
    É o nome dado ao Certificado de Depósito Bancário (CDB) que troca sua rentabilidade prefixada para pós-fixada, através do mercado futuro, se indexando à variação dos juros.
    Circuit Breaker
    Normativo adotado pelas Bolsas onde o pregão é imediatamente interrompido toda vez que a variação atingir um limite (tanto na alta como na baixa). No caso das bolsas de valores o limite oscilação é 10%. Já na BM&F este limite depende do ativo financeiro negociado (dólar, índice futuro de ações, etc.).
    letra D

    Documento de Arrecadação Federal (DARF)
    Data de exercício da opção
    Data de registro em pregão da operação de compra ou de venda a vista das ações-objeto da opção.
    Data de vencimento da opção
    O dia que se extingue o direito de uma opção.
    Data ex-direito
    Data em que uma ação começará a ser negociada ex-direito (dividendo, bonificação, subscrição), na bolsa de valores.
    Day-trade
    Conjugação de operações de compra e de venda realizadas em um mesmo dia, dos mesmos títulos, para um mesmo comitente, através de uma mesma sociedade corretora, cuja liquidação é exclusivamente financeira. Exemplo: Milton comprou 100.000 ações de Petrobrás PN a R$ 270,00 e vendeu as mesmas 100.000 ações por R$ 280,00. Sua posição de ações permaneceu igual, e Milton recebeu o lucro deste day trade.
    DCTF
    Declaração de Contribuições e Tributos Federais.
    Deal
    Negócio, Transação.
    Dealer
    Instituição financeira que opera no mercado monetário, selecionada pelo Banco Central para ser seu instrumento de regulação de liquidez.
    Dear
    Preço caro.
    Debêntures
    Títulos que garantem ao comprador uma renda fixa, ao contrário das ações, cuja renda é variável. O portador de uma debênture é um credor da empresa que a emitiu, ao contrário do acionista, que é um de seus proprietários .
    Debêntures conversíveis em ações
    Aquelas que, por opção de seu portador, podem ser convertidas em ações, em épocas e condições pré-determinadas.
    Debit
    Débito, obrigação de pagar alguém.
    Deduções estatutárias
    Parte dos lucros de uma empresa que, conforme determinação de seu estatuto social, não é distribuída aos acionistas.
    Default
    Falta, omissão, negligência. Qualquer dívida não paga de acordo em seus termos. Calote, no jargão do mercado financeiro.
    Déficit Comercial
    Reflete a diferença entre o que o país arrecadou com as exportações e o que gastou com as importações. Quando o resultado é negativo (as importações são maiores que as exportações) denominamos déficit comercial. Se o resultado positivo chamamos de superáv
    Déficit em Conta Corrente
    É o resultado das transações comerciais do país como o mundo (incluindo as exportações e as importações), mais os serviços e as chamadas transferências unilaterais. Reflete a quantia, em dólares, que falta ao Governo para quitar seu saldo negativo na bal
    Déficit nominal
    É o conceito de déficit público que, além das receitas e despesas, inclui os gastos com o pagamento de juros da dívida pública. No caso do Brasil, ao final de 1998, esse déficit supera os 8% do PIB.
    Déficit previdenciário
    É a diferença entre o que o Governo arrecada com a contribuição do funcionalismo público e o que paga através de benefícios aos servidores públicos ativos e inativos.
    Déficit primário
    É o resultado das contas públicas que inclui o Tesouro Nacional, Previdência e Banco Central.
    Deflação
    É a variação negativa dos preços da economia. Significa a produção e o consumo decrescentes de bens e serviços produzidos num país. Constante, conduz à diminuição e ao agravamento do padrão de vida das pessoas e à recessão.
    Delivery note
    Nota fiscal.
    Demand
    Procura
    Democratização do capital
    Processo pelo qual a propriedade de uma empresa fechada se transfere, total ou parcialmente, para um grande número de pessoas que desejam dela participar e que não mantém, necessariamente, relações entre si, com o grupo controlador ou com a própria companhia.
    Demonstrações Financeiras Padronizadas - DFP
    Demonstrações Financeiras Padronizadas (DFP), informações contábeis apresentadas pelas sociedades anônimas à CVM e ao mercado em geral. Essas demonstrações são obrigatórias e a CVM exige que sejam apresentadas em formulários padronizados, para facilitar e tornar uniformes as informações consideradas imprescindíveis.
    DIEESE
    Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos (DIEESE), instituto de pesquisas criado em 1955 com o objetivo de assessorar os sindicatos de trabalhadores. Fornece periodicamente dados relativos a custo de vida, desemprego, produtividade e nível de salário real. O escritório nacional do DIEESE fica na R. Ministro Godói, 310, São Paulo/SP, Cep: 05001-900, telefone (11) 262-8666, fax (11) 3872-3218. Na internet o endereço é http://www.dieese.org.br e o e-mail: en@dieese.org.br.
    Depósito compulsório
    Os bancos mantém parte de seus depósitos no Banco Central. Parte destes depósitos são voluntários - para cobrir eventuais diferenças na compensação bancária - e parte são compulsórios. As Reservas Compulsórias são uma proporção dos depósitos à vista e a prazo (sendo que durante algum tempo também exigiu-se compulsórios sobre operações de empréstimos, avais e fianças) que os bancos têm obrigatoriamente que recolher no Bacen. Quem fixa este percentual é o CMN, com o propósito de limitar a expansão das operações de crédito na economia.
    Derivativos
    São os valores mobiliários cujos valores e características de negociação estão ligados aos ativos que lhes servem de referência, ou seja, são instrumentos financeiros que derivam de outros instrumentos financeiros mais básicos. As estratégias mais utilizadas definem um ganho pequeno com risco limitado (apostas que adicionam rentabilidade mas com baixo risco de perda).
    Deságio
    Diferença negativa entre o valor nominal e o preço de compra de um título de crédito.
    Desdobramento de cautelas
    Sistema de desdobramento de ações, efetuado pelas bolsas de valores, de modo a adequar a quantidade de ações a um lote-padrão.
    Desempenho histórico
    São as rentabilidades passadas proporcionadas pelo fundo. É importante salientar que as rentabilidades passadas não são garantias de rentabilidade futura.
    Despatch
    Despacho. Mesmo que despacho.
    Diferencial
    Combinação de possíveis compras e vendas de opções sobre a mesma ação-objeto, porém de séries diferentes.
    DIPI
    Declaração de Informações do Imposto sobre Produtos Industrializados.
    Direito de retirada
    Direito de um acionista de se retirar de uma empresa, mediante o reembolso do valor de suas ações, quando for dissidente de deliberação de assembléia que aprovar determinadas matérias definidas na legislação pertinente.
    Direito de subscrição
    Prioridade dada pelo empresa ao acionista, quando é realizada uma subscrição para aumento de capital da empresa. O acionista tem o direito de subscrever uma quantidade de ações de forma proporcional a quantidade que possui. Esse direito é negociável nas bolsas de valores
    Direitos
    Ver Benefícios
    DIRF
    Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte.
    Disclosure
    É o mesmo que abertura, ou transparência. Procedimentos de divulgação de informações por parte de uma empresa, possibilitando uma tomada de decisão consciente pelo investidor e aumentando a sua proteção.
    Distribuição dos rendimentos
    Lucros distribuídos aos cotistas de um fundo resultantes da venda dos títulos presentes na carteira do fundo.
    Distribution cost
    Custo de Distribuição.
    Diversificação
    Prática de investir em um número variado de títulos, buscando reduzir riscos.
    Diversificação da Carteira
    Constituir a carteira de um fundo com diferentes ativos. Diversificar o portfólio de um investimento é uma das formas de se diluir o risco. Isto também pode ser feito pelo investidor ao escolher diversos fundos com características diferentes.
    DIVEX
    Títulos da Dívida Externa
    Dívida externa
    Somatória dos débitos de um país, garantidos pelo seu governo, resultantes de empréstimos e financiamentos contraídos com residentes no exterior. Os débitos podem ter origem no próprio governo, em empresas estatais e em empresas privadas. Neste último caso, isso ocorre com aval do governo para fornecimento das divisas que servirão às amortizações e ao pagamento de juros.
    Dívida interna
    Somatória dos débitos assumidos pelo governo junto às pessoas físicas e jurídicas residentes no próprio país. Sempre que as despesas superam as receitas, há necessidade de dinheiro para cobrir o déficit. Para isso, as autoridades econômicas podem optar por três soluções : emissão de papel- moeda, aumento da carga tributária (impostos) e lançamento de títulos.
    Dívida mobiliária
    É o volume de títulos que o Governo emitiu e vendeu ao mercado.
    Dívida pública
    Tudo o que o Governo gasta com empréstimos e emissões de títulos.
    Dividendo
    Valor distribuído aos acionistas, em dinheiro, na proporção da quantidade de ações possuídas. Normalmente, é resultado dos lucros obtidos por uma empresa, no exercício corrente ou em exercícios passados.
    Dividendo cumulativo
    Dividendo que, caso não seja pago em um exercício, se transfere para outro.
    Dividendo pro-rata
    Dividendo distribuído às ações emitidas dentro do exercício social proporcionalmente ao tempo transcorrido até o seu encerramento.
    Dólar cabo
    Estabelece o parâmetro de compra e venda de moeda que será utilizada para transferência direta do exterior e para o exterior via ordem de pagamento e, portanto, sem o manuseio do dólar papel. A cotação é expressa em R$ por US$.
    Dólar comercial
    Estabelece o parâmetro para operações oficiais de compra e venda de moeda no comércio exterior, geradas pelos seguintes tipos de negócio: exportação, importação, emissão de passagens aéreas e marítimas, bônus, commercial paper. A cotação é expressa em R$ por US$.
    Dólar Flutuante
    Estabelece o parâmetro para as operações de compra e venda da moeda estrangeira destinadas ao turismo e algumas operações definidas pelo Banco Central, tais como: execução de garantias internacionais, swaps, movimento de contas de não residentes (CC5) etc.
    Dólar paralelo ou papel
    Estabelece o parâmetro para operações de compra e venda de moeda adquirida fora dos meios oficiais, ou seja, via doleiros. É importante salientar que a cotação do dólar paralelo é influênciada pela cotação do ouro no mercado externo. A cotação é expressa em R$ por US$.
    Dólar turismo
    Estabelece o parâmetro para operações de compra e venda de moeda para pessoas que vão viajar para o exterior.A cotação é expressa em R$ por US$.
    Dotação orçamentária
    A quantia determinada no OGU, para atender a cada despesa.
    Dow Jones
    Índice utilizado para acompanhar a evolução dos negócios na Bolsa de Valores de Nova York . Seu cálculo é feito a partir de uma média das cotações entre as trinta empresas de maior importância na bolsa de valores, as vinte companhias ferroviárias mais destacadas e as quinze maiores empresas concessionárias de serviços público
    Draw back
    Reembolso de direitos alfandegários. O imposto isento a determinadas mercadorias importadas para reexportação depois de sua transformação ou incorporação a outro produto.
    Due
    Devido, que deve ser pago. Dívida.
    Due date
    Data de pagamento.
    Dumping
    Venda sistemática abaixo do preço com o objetivo de submeter a concorrência. Em sentido estrito, venda efetuada no estrangeiro, por um fornecedor, a um preço nitidamente inferior ao das mesmas mercadorias em seu próprio mercado. No sentido amplo, políticas ou mediadas que tendem a rebaixar artificialmente o preço da exportação.
    Dólar Futuro
    Valor esperado para a taxa de câmbio entre o dólar e o real numa determinada data no futuro. Os contratos de dólar futuro têm vencimento todo início de mês - os contratos têm valor de R$ 10.000,00 (dez mil reais) e R$ 50.000,00 (cinqüenta mil reais).