sábado, setembro 15, 2007

Todas as crises financeiras terminam quando o tamanho total da crise se revela. De votla em 1998 com a crise do fundo LTCM com o qual um monte de gente lá fora está comparando com a atual. Aquela crise começou em agosto quando a Rússia promoveu um calote de sua dívida causando uma aprensão no mercado internacional de dívida e perdas desconhecidas de hedge funds e investidores institucionais. Chegou ao fim em Outubro quando o tamanho das perdas foi conhecido marcado pelo colapso do fundo Long Term Capital Management (LTCM).

Não há como saber se o Dow Jones irá segurar nas mínimas de Agosto ou se quer se irá lá. Mas o que se pode imaginar é que estamos no prelúdio para o segundo ato final dessa crise no qual poderá começar depois do FED começar a baixar os juros em 18 de Setembro até o meio de Outubro com o balandos dos fundos de hedge.

Espero ter contribuído e bons negócios.
Mas a crise ainda não acabou. Essa crise é resultado de uma bolha criada pelo ciclo de baixa de juros. Quando a bolha da Nasdaq implodiu em 2000 a economia americana entrou numa recessão e o FED baixou os juros jogando tudo de volta pra cima. Contudo eles colocaram os juros em patamares artificialmente baixo aumentando enormemente o suprimento de dinheiro, tornando mais fácil obter um financiamento de imóvel do que um cartão de crédito. Preços de casas subiram e se tornaram um bolha em si e agora empréstimos hipotecários são a bolha de hoje em processo de estouro. Fundo de hedge e investidores institucionais cometeram o engano de comprar débitos de hipotecas do mesmo jeito que investidores individuais cometeram o erro de comprar ações de tecnologia super valorizadas e fundos de tecnologia conhecidos como Tech Funds.

Simplificando, os problemas de crédito são o resultado de empréstimos de bancos e instituições hipotecárias para pessoas sem crédito suficiente para comprar imóveis super valorizados. Então eles venderam esses empréstimos para fundos de hedge e outros investidores institucionais.

A pressão de venda ainda não acabou. Crises financeiras vem em duas ondas. A primeira é quando as pessoas percebem que há um problema no sistema financeiro e a segunda onda é quando eles descobrem o tamanho do problema. O mercado saberá isso tão logo os resultados trimestrais de fundos de hedge saiam no próximo mês. Nas primeiras semanas de outubro sairão resultados do trimestre de julho/setembro período no qual aconteceu o colapso nos ativos. Será quando o mercado conhecerá o verdadeiro tamanho da crise com esses fundos mostrando as maiores perdas.
Ações foram atingidas novamente nessa sexta-feira com o DOW Jones caindo 249 pontos e a Nasdaq 49 pontos seguindo mais notícias economicas ruins. A economia Americana perdeu vagas de empregos em agosto deixando o mercado tão fraco quanto estava em 2001 com o mercado de FED FUND Futuro precificando 100% de chance de um corte nos juros futuros dia 18 de setembro e 40% de chance de um corte de 0,50%.

A queda de sexta-feira foi marcada novamente com ordens maciças de vendas. Tivemos uma grande queda em Julho e Agosto seguidas de um recuperação com baixo volume colocando os preços acima das médias móveis de 200 e 50 dias, médias que em "bear markets" agem como resistência. o FED novamente intervindo no mercado injetando mais de $30 bilhões para tentar segurar a crise sob controle. Mesmo assim, o sentimento do investidor internacional continua muito baixista correndo o risco ainda do mercado testar as mínimas de agosto durante as próximas 4 ou 6 semanas e se segurar poderá ainda haver uma chande de rally de final de ano.

Porém isso tudo vai depender de como a crise de subprime vai se desenrolar. O mercado de bônus de curto prazo americano sugere que realmente é muito séria. Mas na realidade nós não temos nenhum meio de saber agora qual o tamanho real do problema de subprime, não sabemos qual o tamanho das perdas. Iremos saber disso em Outubro. O sistema financeiro americano está experimentando um crise no momento. Em agosto e julho o mercado caiu forte com perdas de hedge funds relativas aos subprime, com esses fundos tendo chamadas de margens e resgates forçando-os a venderem ações líquidas pressionando o mercado para baixo, levando o mercado de ações em 16 de agosto a um pequeno crash. Naquele ponto fez com que o FED baixasse sua taxa de redesconto levando o mercado a reagir pra cima de volta.
cometário de 10 de setembro

quarta-feira, setembro 12, 2007

Começou o mês das dádivas. O mês onde todos os religiosos devem abster-se dos caminhos desviados. Coisas horríveis que aconteceram neste ano podem ser eliminadas através deste mês. Falo do Ramadã, mês sagrado dos muçulmanos, onde todos podem e devem ter caminhos de excelência... Graças ao bom Deus ele nos regenera e nos mostra que somos e podemos ser subservientes a ele.
Que Allah de graças a todos nós.

terça-feira, setembro 11, 2007

Mais uma vez me sinto queimado...
A pergunta é procure emprego para melhorar a situação.

Não adianta se desesperar. não há como fazê-lo...
Sentir o peso da responsabilidade é algo que sempre foi muito difícil para mim.
Ao longo de um bom período, me senti um verdadeiro moleque levando minhas peripécias amorosas para dentro de meus trabalhos. Agora, sem emprego, vejo que as coisas estão mais corretas de enxergar. Ser moleque em espirito não dá certo.
Vejo que é necessário ser mais adulto para comerçar novamente. Do zero absolutamente. A pergunta neste momento é como procurar emprego. Como fazê-lo sem esconder meu passado de molecagens e falta de atitudes sem ferir as pessoas...
Eu magoei muito minha esposa e acho que é hora de dar o que ela sempre quis e ver o que mais preciso.
Amor.
Retomo este como uma forma de manter meus textos, o que acho que sei escrever para melhorar ainda mais minha escrita...

segunda-feira, setembro 03, 2007

Errei. Mas não sou uma fraude.........

sábado, julho 28, 2007

Nova cúpula para enfrentar o caos aéreo

Luis,

Parece que a solução do caos aéreo começa a ter um fim. Fontes da CPI do apagão aéreo afirmam que segunda ou terça-feira a diretoria da ANAC deve entregar ao presidente Lula uma carta de demissão coletiva. A atual direção está sendo muito criticada , por conta dos episódios recentes que aconteceram no país, e o momento é de cautela com a chegada do novo ministro da Defesa Neslon Jobim. Fica, agora, a expectativa para ver quem vai substituir os atuais diretores.

quinta-feira, julho 19, 2007

Matéria do estado hoje na internet

O governo chegou ao fim do dia de ontem convicto de que a tragédia envolvendo o Airbus A-320, do vôo 3054 da TAM, foi um desastre e não tem ligação direta com a crise da infra-estrutura aeroportuária do País. Por isso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não planeja montar formalmente um gabinete de crise, mas pretende demitir em breve a cúpula da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) e tirar poderes do ministro da Defesa, Waldir Pires. A idéia de Lula é reforçar o Conselho Nacional de Aviação Civil (Conac), criado em 2003 para assessorar a Presidência nas questões relacionadas ao tráfego aéreo.

O Planalto teme parecer ''''autista'''' na crise, que começou em setembro do ano passado, após o choque do Boeing da Gol com o jato Legacy. Lula e assessores ainda avaliam a conveniência de o presidente fazer um pronunciamento sobre o assunto.

Reservadamente, Lula queixou-se do brigadeiro José Carlos Pereira, presidente da Infraero, considerado fraco para desempenhar a função. Toda a responsabilidade pelo acompanhamento do caso foi transferida ao comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito.

Lula sabe, porém, que é preciso adotar providências rápidas para combater a imagem de que o governo não consegue resolver a crise e já cobra resultados dos auxiliares. É com base nessa análise que ele pretende reforçar o Conac e construir uma saída honrosa para o ministro Waldir Pires. O Conac é, formalmente, presidido por Pires, mas será criada uma secretaria-executiva, como prevê seu estatuto, para gerenciar as ações referentes ao tráfego aéreo. As mudanças aumentam a expectativa sobre a primeira reunião do conselho, após anos desativado, prevista para sexta-feira.

Pires não deve ser defenestrado nesta semana porque, para o Planalto, sua saída, agora, equivaleria a carimbar o governo como ''''incompetente'''' na questão aérea. Mas ninguém mais dúvida de que ele deixará a equipe. Aliados do presidente dizem, sob condição do anonimato, que Lula já deveria ter dispensado Pires, mas não o fez por vínculos de amizade.

ERRO HUMANO

Para formar a convicção de que o acidente com o avião da TAM não foi provocado pela pista escorregadia de Congonhas, o Planalto foi abastecido ao longo do dia com informações técnicas dadas por peritos e pilotos experientes da Força Aérea Brasileira (FAB). A maioria desses pilotos avaliou que pode ter havido uma combinação de falha mecânica com falha do piloto. Lula foi informado de que mais de cem pousos e decolagens foram feitos em Congonhas, anteontem, nas mesmas condições meteorológicas enfrentadas pelo avião da TAM.

A notícia da tragédia chegou ao Planalto por volta das 19h30 de anteontem. ''''Meu Deus do céu, que tragédia! Como pode?'''', reagiu Lula. A informação foi dada pelo brigadeiro Joseli Camelo, assessor da Presidência para assuntos de Aeronáutica. ''''Nossa informação é de que todos morreram.''''
E o caos aéreo criou mais um problema. A forte demanda do Aeroporto de Congonhas causou o maior acidente do país. Mais de 200 mortos e ainda sem nenhum ferido....
A pergunta agora é o que fazer. Minha opinião. É preciso rever os conceitos de infra-estrutura do País... O governo erra ao tratar da questão apenas como um problema pontual.
Embora pareça que a culpa não foi por problemas na pista, creio ser urgente a necessidade de mudanças..

domingo, julho 15, 2007

36 não é para qualquer um

quarta-feira, julho 11, 2007

SÃO PAULO - Com os investidores atentos ao fraco desempenho das bolsas internacionais e dos mercados futuros dos Estados Unidos, a Bolsa de Valores de São Paulo abriu esta quarta-feira em leve baixa de 0,26%, com o Ibovespa registrando 55.736 pontos.

De volta, as preocupações com o crédito imobiliário de alto risco, o conhecido subprime. Na última terça-feira, os mercados globais foram pressionados pela percepção de que os desdobramentos de tal problemática sejam mais amplos do que se esperava.

Perspectivas
Na opinião dos analistas do Bradesco, os temores em relação à piora do mercado de crédito imobiliário subprime que pautaram o pregão de terça-feira deverão manter-se no radar dos mercados nesta sessão. "O aumento da aversão ao risco poderá refletir em mais um dia de variação negativa da bolsa brasileira", comentam os analistas.

Álvaro Bandeira, da Ágora Corretora, acredita que a queda de terça-feira não altera muito o quadro na Bovespa, com a situação se complicando a partir da perda do suporte em 55 mil pontos.

Noticiário corporativo
No cenário corporativo, a quarta-feira marca o início do período de reservas das ofertas de Triunfo Participações, Banco Patagônia e MRV Engenharia. Já o prazo para reservas da distribuição da Invest Tur chagou ao fim. As ações preferenciais do Banco Indusval Multistock foram precificadas em R$ 17,50, dentro do intervalo.

A subsidiária do Grupo Gerdau (GGBR4) na América do Norte, a Gerdau Ameristeel, anunciou na última terça-feira à noite um acordo de aquisição da siderúrgica Chaparral Steel Company por US$ 4,22 bilhões, ou US$ 86,00 por ação.

A Portugal Telecom (PT) não vende a Vivo (VIVO4), afirmou o presidente do grupo, Henrique Granadeiro, ao jornal português Diário Econômico, um dia depois do presidente da Telefónica, César Alirte, ter declarado interesse em adquirir a participação da PT na operadora brasileira.

Papéis em destaque na Bovespa
Dentre os papéis que são negociados nesta manhã, destaque para Brasil Telecom Participações PN (BRTP4, R$ 25,55, -6,03%), Brasil Telecom PN (BRTO4, R$ 15,47, -2,76%), Telemar Norte Leste PNA (TMAR5, R$ 57,02, -2,02%), Aracruz PNB (ARCZ6, R$ 12,80, -1,46%) e Klabin PN (KLBN4, R$ 6,90, -1,14%).

O principal índice da bolsa paulista fechou o pregão de terça-feira em baixa de 0,99%, atingindo 55.883 pontos e registrando uma alta acumulada no ano de 25,66%. O volume financeiro foi de R$ 4,87 bilhões.
- Depois de encerrar a sessão da última terça-feira abaixo de R$ 1,89, o dólar comercial iniciou os negócios desta quarta-feira em alta, recuperando-se da baixa anterior.

Além de refletir um movimento de ajuste, a moeda norte-americana responde aos dados do IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) e ao cenário internacional.

No cenário externo, atenção (novamente) ao mercado imobiliário norte-americano. Agências de classificação de risco rebaixaram a classificação de títulos lastreados em crédito subprime em função do aumento da inadimplência, elevando temores em relação ao segmento.

Expectativas de que o Banco Central manterá atuação no mercado de câmbio para manter a cotação no nível de R$ 1,90 também impulsionam a cotação da moeda norte-americana.

Cenário econômico
De acordo com o IGP-DI, a inflação acelerou em junho ao passar de 0,16% em maio para 0,26% no último mês, a maior aceleração se deu no componente do índice de preços ao consumidor.

Dólar opera em alta
O dólar comercial está sendo cotado a R$ 1,9010 na compra e R$ 1,9030 na venda, alta de 0,53% em relação ao fechamento anterior.

Apesar da variação desta quarta-feira, a moeda norte-americana registra queda de 1,35% neste mês de julho e uma desvalorização de 10,95% desde o início do ano.

sexta-feira, julho 06, 2007

A carteira da corretora Link


A corretora Link publicou relatório na quarta-feira (4) com sua carteira recomendada composta por quatorze sugestões de investimentos em ações para o mês de julho.

A carteira foi mantida pela corretora sem qualquer alteração, com os mesmos papéis e pesos reiterados em relação à alocação anterior.

A carteira recomendada da corretora apresenta valorização de cerca de 19% em 2007, um desempenho levemente inferior ao do Ibovespa, que avançou 25% no mesmo período.

Destaques da carteira
A maior participação da carteira é dos papéis da Itaúsa, com 15% do portfolio. A holding que controla o Banco Itaú é seguida pelos papéis da ALL, da Aracruz, da CPFL Energia e da Embraer, todos com 10% de participação na carteira recomendada

Vendido no futuro
Para os investidores que desejam aplicar em ações, a Link recomenda uma exposição "short" (vendido) no índice futuro de 30% do portfolio total, de modo que a exposição líquida sugerida ao mercado acionário é de 70%.

Confira as sugestões da carteira:

Empresa Código Participação
ALL ALLL11 10%
Aracruz ARCZ6 10%
Bradesco BBDC4 5%
CCR CCRO3 5%
Cemig CMIG4 5%
Cesp CESP6 5%
CPFL Energia CPFE3 10%
Itausa ITSA4 15%
Duratex DURA4 5%
Lojas Americanas LAME4 5%
Embraer EMBR3 10%
M Dias Branco MDIA3 5%
Petrobras PETR4 5%
Totvs TOTS3 5%
Agenda econômica para hoje


SÃO PAULO - A agenda econômica desta sexta-feira (6) reserva grande movimentação de indicadores, com destaque para os dados norte-americanos para o mercado de trabalho, com taxa de desemprego, empregos gerados e dados de remuneração e horas trabalhadas, todos aguardados às 9h30.

Internamente, é esperada apenas a divulgação do IPC-3i (Índice de Preços ao Consumidor - Terceira Idade), às 8h00; e do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), para as 9h30.

A data também marca o encerramento do período de reservas do banco Indusval, como ocorrência em ofertas públicas de ações.
O otimismo em torno do atual momento vivido pela economia brasileira e em relação ao que o futuro reserva para o país é evidente entre os investidores, assim como a percepção de que os preços dos ativos domésticos de renda variável muito provavelmente deverão seguir repercutindo tal situação, repetindo nos próximos meses em maior ou menor grau a tendência de valorização verificada nos últimos meses.

Sem a pretensão de ir contra a percepção da maioria, que neste caso leva em consideração pesquisas realizadas com analistas e com participantes do mercado, um exercício pertinente ao momento é olhar na direção contrária. Não é exatamente nos períodos de maior percepção de segurança que baixamos a guarda e ficamos mais vulneráveis?

Sendo assim, algumas questões ganham importância: o que pode dar errado? Como agir para evitar que seus investimentos se percam caso as elevadas expectativas de crescimento dos lucros corporativos não se concretizem ou sejam revertidas para uma expectativa menos promissora?

Como identificar os possíveis riscos?
Na opinião dos analistas da HSBC Corretora, a primeira coisa a se fazer é identificar os possíveis riscos. Para realizar tal tarefa de forma mais eficiente, uma segregação de ambientes se faz necessária.

No front externo, o atual momento é de grande liquidez e busca por ativos mais rentáveis, como os de países emergentes, segmento no qual o Brasil se destaca. Dessa forma, internamente, uma redução no fluxo de recursos penalizaria o custo de capital e o volume de investimentos, assim como a taxa de câmbio e o interessante ambiente inflacionário.

Na opinião dos analistas da HSBC Corretora, atualmente, o balanço de riscos que poderia gerar um mal estar global concentra-se em três possibilidades de tamanho e impactos distintos: alteração no rumo da economia e da política monetária norte-americana; prolongamento acima do esperado no aperto monetário regido por alguns países europeus; e, por fim, uma desaceleração significativa no ritmo da China.

Não que a aposta seja de que as hipóteses anteriormente citadas vão se concretizar. Mas o fato é que elas merecem atenção, uma vez que podem sim criar as bases para um movimento de ajuste de posições mais forte no qual os mercados emergentes muito possivelmente seriam os mais afetados.

Escândalos políticos e crescimento de longo prazo
Internamente, mesmo considerando que os mercados estão praticamente ignorando os escândalos que freqüentemente atingem o meio político, os analistas lembram que a performance do Estado, que por sua vez é regido pelos políticos, tem influência direta na sustentabilidade do crescimento de longo prazo.

"Caso continuemos a assistir ao Congresso Nacional focado em seus próprios problemas, deixando de votar as reformas essenciais para a manutenção do crescimento econômico, poderemos ver o fim da boa vontade dos investidores e uma alteração na performance dos mercados e da dinâmica econômica".

"Muito embora as conseqüências negativas originárias deste front sejam sentidas somente no longo prazo, esse movimento deve ser acompanhado com atenção pelo investidor", reforçam os analistas.

Fragilidades inerentes à área econômica interna
Passando a avaliar as fragilidades inerentes à área econômica interna, os principais possíveis focos de tensão perceptíveis seriam o câmbio e a inflação. Ou seja, mudanças no fluxo de capitais e na relação entre a oferta e demanda por produtos devem ser sempre avaliados com cuidado, mesmo quando grande parte das premissas sugere relativa tranqüilidade quanto a estas variáveis.

Outro ponto considerado pelos analistas da HSBC Corretora diz respeito ao quadro corporativo e a atenção das empresas às boas práticas de governança corporativa. "A boa vontade dos mercados em relação às empresas domésticas acabou colocando em segundo plano questões relevantes como governança corporativa, precisão nos guidances, e responsabilidade sócio-ambiental".

"Contudo, cedo ou tarde, os grandes investidores globais terão de ser mais seletivos no momento de alocar seu capital e, dessa forma, estes comportamentos poderão se tornar potenciais fontes de risco".

E o que fazer para se proteger de tudo isso?
Após analisarmos brevemente as fragilidades das áreas econômica, corporativa, política e externa e percebermos que, apesar do bom momento da economia brasileira, não estamos livres de risco, a segunda etapa seria encontrar formas para minimizar o impacto destes aos seus investimentos.

Na opinião da HSBC Corretora, o melhor a se fazer é, além de estar atento ao comportamento dos mesmos, seguir uma estratégia de investimentos com diversificação de portfólio, focada em empresas cujo potencial de apreciação seja tão relevante quanto alguns requisitos como: internacionalização, governança corporativa e um management experiente.

"É importante lembrar que nos últimos 5 anos, por exemplo, a performance de empresas com essas características na Bovespa superou de forma significativa a própria performance da economia doméstica", completam os analistas, que neste mês de julho recomendam posicionamento em Petrobras, Vale do Rio Doce, GOL, Cosan e Bradesco

terça-feira, julho 03, 2007

A crise da aviação não tem fim, aliás está longe de ter.. Está num buraco branco sem fundo e desce cada vez mais.
Ontem, o presidente da Infraero, cujo nome não me lembro, disse que a crise está longe de acabar. Creio que ele tem razão. Há muita gente sofrendo. Mas a culpa de tudo é do próprio governo. A estabilidade economica propicia com que mais e mais gente entre nessa de gastar grana com viagens e conhecer o Brasil.
Necessitamos de gente inteligente e experiente para colocar um fim nessa história de caos aéreo.

quinta-feira, junho 28, 2007

Cenas de selvageria no Rio
A policia do Rio realizou ontem uma megaoperação no Complexo do Alemão, zona norte da cidade, para conter o poder do tráfico de drogas na região. A situação, que parece estar controlada, mostra que a boa vontade dos policiais em colocar ordem na casa também evidencia a atitude de um governador com vontade de resolver o problema..
Entretanto, não basta resolver com força o problema da violencia, é necessário o estado ter outro tipo de atitude para sociabilizar o complexo e iniciar a partir dali uma vderdadeira ''desregulamentação" do poder do tráfico de drogas.....

segunda-feira, junho 25, 2007

Playboys, espancaram uma mulher, empregada doméstica. A moça foi hospitalizada, apos ser atacada a socos e ponta-pés pelos acusados.. Só no Brasil acontece isso né.... É foda

segunda-feira, junho 18, 2007

Para Lula, economia do Pais vive melhor momento

do G1

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira (18), durante seu programa semanal “Café com o presidente”, que a economia brasileira “vive o seu melhor momento desde que a República foi proclamada”.

“Eu posso hoje dizer ao povo brasileiro, com muita tranqüilidade, que mesmo aqueles que são pessimistas ou mesmo aqueles que querem torcer contra o governo, porque a verdade é que tem gente que gosta que as coisas não dêem certo para eles poderem dizer que têm razão, é que o Brasil vive o seu melhor momento desde que a República foi proclamada”, afirmou o presidente.

Para Lula, os dados do primeiro trimestre do PIB indicam que o país tem possibilidade de crescimento também nos próximos três trimestres. “Me indica uma melhor situação para a economia brasileira, o que me deixa acreditando que a gente vai ter mais crescimento econômico, mais geração de emprego, mais distribuição de renda, mais exportação, mais importação, portanto, mais riqueza será produzida neste país para o bem de todo o povo brasileiro”, disse.

O presidente destacou ainda o crescimento “combinado com estabilidade econômica”. “Todo mundo está percebendo que nós conseguimos combinar crescimento com controle da inflação. E mais importante, todo mundo conseguiu perceber que nós estamos fazendo o crescimento das exportações e o crescimento das importações e o crescimento do mercado interno.”

Segundo Lula, outros destaques da economia brasileira são o crescimento do crédito e da construção civil, o desenvolvimento da agricultura e a queda do risco-país. “Nós não vamos brincar com a economia, não tem mágica na economia, a economia significa seriedade. E tudo aquilo que precisar fazer com muita seriedade para que a economia brasileira seja mais séria, tenha mais respeitabilidade tanto externa quanto interna, nós vamos fazer.”