Repentinamente o Brasil inteiro já conhece tudo sobre ginastica artistica.. É impressionante..
segunda-feira, agosto 23, 2004
quinta-feira, agosto 19, 2004
Uma carta, divulgada hoje (19/08) exibida pela TV Al Arabya, tem o selo oficial do clérigo Moqtada Al Sadr, mas não sua assinatura. Na carta, Al-Sadr recusa-se a dissolver sua milícia, as Brigadas Mahdi, dizendo que ela pertence ao Mahdi, o messias esperado pelos xiitas. “Que todos saibam que este exército é a base do Imã Mahdi, e não tenho o direito de dissolvê-lo”, diz a carta.
O governo iraquiano exige que os seguidores de Al-Sadr, abrigados no santuário do Imã Ali, em Najaf, deponham as armas, abandonem o santuário e dissolvam sua milícia, as Brigadas Mahdi, ou então tropas leais ao governo invadirão o complexo e os eliminarão.
Na carta, Al-Sadr pede que os líderes xiitas do Iraque assumam a defesa do santuário. “Peço à autoridade religiosa mais uma vez que receba o santuário, para que ele não seja tomado pelas mãos do inimigo e da traição. Já o ofereci antes e vocês o recusaram”. .......
"Os xias são sempre assim...... Mas espero que fodam o governo do EUA...
O governo iraquiano exige que os seguidores de Al-Sadr, abrigados no santuário do Imã Ali, em Najaf, deponham as armas, abandonem o santuário e dissolvam sua milícia, as Brigadas Mahdi, ou então tropas leais ao governo invadirão o complexo e os eliminarão.
Na carta, Al-Sadr pede que os líderes xiitas do Iraque assumam a defesa do santuário. “Peço à autoridade religiosa mais uma vez que receba o santuário, para que ele não seja tomado pelas mãos do inimigo e da traição. Já o ofereci antes e vocês o recusaram”. .......
"Os xias são sempre assim...... Mas espero que fodam o governo do EUA...
quarta-feira, agosto 18, 2004
quarta-feira, agosto 11, 2004
terça-feira, agosto 03, 2004
O Brasil é fera e a Embraer é um grande exemplo disso....
Vitória da Embraer mostra confiança no Brasil, diz embaixador dos EUA
São Paulo - O novo embaixador dos Estados Unidos no Brasil, John Danilovich, considerou altamente positivo para as relações bilaterais a vitória da Embraer na licitação de US$ 7 bilhões para o fornecimento de aeronaves ao Pentágono e a decisão da norte-americana HP de ampliar a base de exportações no Brasil. "São decisões que mostram a confiança no País" e representa "um novo nível de cooperação, muito construtivo", afirmou após o primeiro discurso no cargo, proferido hoje no Instituto Fernando Henrique Cardoso (IFHC).
Vitória da Embraer mostra confiança no Brasil, diz embaixador dos EUA
São Paulo - O novo embaixador dos Estados Unidos no Brasil, John Danilovich, considerou altamente positivo para as relações bilaterais a vitória da Embraer na licitação de US$ 7 bilhões para o fornecimento de aeronaves ao Pentágono e a decisão da norte-americana HP de ampliar a base de exportações no Brasil. "São decisões que mostram a confiança no País" e representa "um novo nível de cooperação, muito construtivo", afirmou após o primeiro discurso no cargo, proferido hoje no Instituto Fernando Henrique Cardoso (IFHC).
sexta-feira, julho 30, 2004
A idéia é boa, mas..........
Iraq’s prime minister, Iyad Allawi, has welcomed a proposal for Muslim countries to send peacekeeping troops to Iraq. But hopes of progress towards normality have been hit by continued bloodshed and the postponement of a conference to choose an interim parliament
Texto da The Economist desta semana....
Iraq’s prime minister, Iyad Allawi, has welcomed a proposal for Muslim countries to send peacekeeping troops to Iraq. But hopes of progress towards normality have been hit by continued bloodshed and the postponement of a conference to choose an interim parliament
Texto da The Economist desta semana....
quarta-feira, julho 21, 2004
Ser jornalista em algumas vezes tem suas vantagens......
Sempre usar o meio como manipulação das massas. O que está a acontecer em Angola... Minha terra natal....
Agora, após o final da guerra civil, exploradores, com nova roupagem, usam e abusam do poder para fazer da população, a maioria pobre e sem instrução, marionete.....
Sempre usar o meio como manipulação das massas. O que está a acontecer em Angola... Minha terra natal....
Agora, após o final da guerra civil, exploradores, com nova roupagem, usam e abusam do poder para fazer da população, a maioria pobre e sem instrução, marionete.....
Ser jornalista em algumas vezes tem suas vantagens......
Sempre usar o meio como manipulação das massas. O que está a acontecer em Angola... Minha terra natal....
Agora, após o final da guerra civil, exploradores, com nova roupagem, usam e abusam do poder para fazer da população, a maioria pobre e sem instrução, marionete.....
Sempre usar o meio como manipulação das massas. O que está a acontecer em Angola... Minha terra natal....
Agora, após o final da guerra civil, exploradores, com nova roupagem, usam e abusam do poder para fazer da população, a maioria pobre e sem instrução, marionete.....
sexta-feira, julho 16, 2004
sexta-feira, julho 09, 2004
Vamos ver no que vai dar isso..
A CIJ (Corte Internacional de Justiça) declarou nesta sexta-feira que, segundo o direito internacional, a barreira que Israel está construindo para isolar seu território da Cisjordânia é ilegal.
O governo de Israel, porém, já havia dito que não aceitará o que deverá ser a sentença mais comentada nos 58 anos de existência do tribunal.
"A Corte concluiu que a construção do muro constitui uma ação contra várias obrigações legais internacionais que cabem a Israel", disse o texto lido na audiência pública da CIJ, principal órgão judicial da ONU (Organização das Nações Unidas).
A CIJ também fez um apelo à Assembléia Geral e ao Conselho de Segurança da ONU com o objetivo de que se dê fim à "situação ilegal" que provocou a construção do muro israelense na Cisjordânia.
"As Nações Unidas e, em particular, a Assembléia Geral e o Conselho de Segurança, deveriam considerar qual ação adicional é necessária para pôr fim à situação ilegal que provoca a construção do muro."
A decisão sobre a ilegalidade do muro foi adotada pela CIJ por 14 votos contra um, a do juiz dos Estados Unidos, Thomas Buergenthal.
Ainda segundo a CIJ, Israel deve desmantelar o muro construído nos territórios ocupados e compensar os danos provocados.
A CIJ menciona, entre as violações ao direito internacional cometidas pela construção do muro, os obstáculos à liberdade de movimento dos palestinos e as limitações a seu direito ao trabalho, à saúde, à educação e a um "nível de vida adequado" --como previsto nas convenções internacionais.
Além disso, a Corte não considera que as exigências de segurança de Israel justifiquem estas violações ao direito internacional. "As infrações [aos direitos dos palestinos] como resultado do traçado do muro não podem ser justificadas pelas exigências militares, pelas necessidades da segurança nacional ou pela ordem pública."
Texto da folha
A CIJ (Corte Internacional de Justiça) declarou nesta sexta-feira que, segundo o direito internacional, a barreira que Israel está construindo para isolar seu território da Cisjordânia é ilegal.
O governo de Israel, porém, já havia dito que não aceitará o que deverá ser a sentença mais comentada nos 58 anos de existência do tribunal.
"A Corte concluiu que a construção do muro constitui uma ação contra várias obrigações legais internacionais que cabem a Israel", disse o texto lido na audiência pública da CIJ, principal órgão judicial da ONU (Organização das Nações Unidas).
A CIJ também fez um apelo à Assembléia Geral e ao Conselho de Segurança da ONU com o objetivo de que se dê fim à "situação ilegal" que provocou a construção do muro israelense na Cisjordânia.
"As Nações Unidas e, em particular, a Assembléia Geral e o Conselho de Segurança, deveriam considerar qual ação adicional é necessária para pôr fim à situação ilegal que provoca a construção do muro."
A decisão sobre a ilegalidade do muro foi adotada pela CIJ por 14 votos contra um, a do juiz dos Estados Unidos, Thomas Buergenthal.
Ainda segundo a CIJ, Israel deve desmantelar o muro construído nos territórios ocupados e compensar os danos provocados.
A CIJ menciona, entre as violações ao direito internacional cometidas pela construção do muro, os obstáculos à liberdade de movimento dos palestinos e as limitações a seu direito ao trabalho, à saúde, à educação e a um "nível de vida adequado" --como previsto nas convenções internacionais.
Além disso, a Corte não considera que as exigências de segurança de Israel justifiquem estas violações ao direito internacional. "As infrações [aos direitos dos palestinos] como resultado do traçado do muro não podem ser justificadas pelas exigências militares, pelas necessidades da segurança nacional ou pela ordem pública."
Texto da folha
