Lakers Crush Pistons' Hope of Taking the First 2
que merda hein!!!!!!!
quarta-feira, junho 09, 2004
Se fosse ao contrário, acho que alguma coisa estaria errada...
Quase metade dos sauditas segundo uma pesquisa conduzida no ano passado, é favorável ao discurso de Osama bin Laden -líder da Al Qaeda. Apesar disso, menos de 5% -entre 15 mil entrevistados-- pensam que é uma boa idéia que Bin Laden controle a península Arábica. A informação foi publicada nesta quarta-feira pelo site da rede de TV americana CNN, sem divulgar os percentuais precisos da sondagem.
Segundo a CNN, a pesquisa envolveu entrevistas com mais de 15 mil sauditas e foi conduzida por Nawaf Obaid, um consultor saudita de segurança nacional. O estudo foi realizado entre agosto e novembro de 2003, após os ataques suicidas simultâneos ocorridos em maio do ano passado, quando 36 pessoas morreram em Riad (capital).
Obaid disse que decidiu divulgar os resultados da pesquisa só agora porque sentiu que o público precisava conhecer o conteúdo do trabalho. "Eu fiquei surpreso [com os resultados], especialmente após as bombas", disse Obaid à CNN. A questão feita aos cidadãos sauditas foi: "Qual é sua opinião sobre os sermões e a retórica de Osama bin Laden?"
Discurso agradável
"Eles gostam do que Bin Laden fala sobre o que está acontecendo no Iraque e no Afeganistão. Ou sobre a América e a conspiração sionista. Mas sobre o que ele faz, é aí que você vê a queda [no apoio]", disse Obaid, referindo-se às bombas que começaram a atingir a Arábia Saudita no momento em que a pesquisa estava sendo conduzida.
Osama bin Laden, terrorista saudita acusado de ser o autor dos atentados contra os EUA, em 11 de Setembro. Ele também disse à CNN que gostaria de atualizar os números da pesquisa após a série de recentes ataques terroristas na Arábia Saudita.
Ainda segundo a pesquisa, 41% dos entrevistados afirmaram ser favoráveis a relações mais fortes e próximas com a América, enquanto apenas 39% disseram ter uma opinião favorável sobre as Forças Armadas sauditas. Ambos os resultados surpreenderam Obaid. "Eles não acreditam em seu Exército", disse.
Obaid disse que divulgou os resultados da pesquisa --parte publicada pelo jornal "The Washington Post"-- para membros dos ministérios do Exterior e Interior, assim como a corte real.
Segundo ele, alguns ficaram "um pouco preocupados" sobre as questões, particularmente com as que se relacionavam a Bin Laden, mas Obaid recebeu apoio do governo quando conduziu a pesquisa. A margem de erro da pesquisa é três pontos percentuais para cima ou para baixo.
Quase metade dos sauditas segundo uma pesquisa conduzida no ano passado, é favorável ao discurso de Osama bin Laden -líder da Al Qaeda. Apesar disso, menos de 5% -entre 15 mil entrevistados-- pensam que é uma boa idéia que Bin Laden controle a península Arábica. A informação foi publicada nesta quarta-feira pelo site da rede de TV americana CNN, sem divulgar os percentuais precisos da sondagem.
Segundo a CNN, a pesquisa envolveu entrevistas com mais de 15 mil sauditas e foi conduzida por Nawaf Obaid, um consultor saudita de segurança nacional. O estudo foi realizado entre agosto e novembro de 2003, após os ataques suicidas simultâneos ocorridos em maio do ano passado, quando 36 pessoas morreram em Riad (capital).
Obaid disse que decidiu divulgar os resultados da pesquisa só agora porque sentiu que o público precisava conhecer o conteúdo do trabalho. "Eu fiquei surpreso [com os resultados], especialmente após as bombas", disse Obaid à CNN. A questão feita aos cidadãos sauditas foi: "Qual é sua opinião sobre os sermões e a retórica de Osama bin Laden?"
Discurso agradável
"Eles gostam do que Bin Laden fala sobre o que está acontecendo no Iraque e no Afeganistão. Ou sobre a América e a conspiração sionista. Mas sobre o que ele faz, é aí que você vê a queda [no apoio]", disse Obaid, referindo-se às bombas que começaram a atingir a Arábia Saudita no momento em que a pesquisa estava sendo conduzida.
Osama bin Laden, terrorista saudita acusado de ser o autor dos atentados contra os EUA, em 11 de Setembro. Ele também disse à CNN que gostaria de atualizar os números da pesquisa após a série de recentes ataques terroristas na Arábia Saudita.
Ainda segundo a pesquisa, 41% dos entrevistados afirmaram ser favoráveis a relações mais fortes e próximas com a América, enquanto apenas 39% disseram ter uma opinião favorável sobre as Forças Armadas sauditas. Ambos os resultados surpreenderam Obaid. "Eles não acreditam em seu Exército", disse.
Obaid disse que divulgou os resultados da pesquisa --parte publicada pelo jornal "The Washington Post"-- para membros dos ministérios do Exterior e Interior, assim como a corte real.
Segundo ele, alguns ficaram "um pouco preocupados" sobre as questões, particularmente com as que se relacionavam a Bin Laden, mas Obaid recebeu apoio do governo quando conduziu a pesquisa. A margem de erro da pesquisa é três pontos percentuais para cima ou para baixo.
A religião matará muita gente por este século......
........Ao menos sete pessoas morreram e mais de 40 foram presas depois que manifestantes destruíram uma mesquita e incendiaram casas e mercados no Estado de Adamawa, no nordeste da Nigéria, disse a polícia nesta quarta-feira.
A violência começou na terça-feira depois que jovens supostamente cristãos incendiaram a mesquita central na cidade de Numan e atacaram muçulmanos que reconstruíam a torre da mesquita. Um ano atrás a mesquita foi incendiada em um ataque semelhante que matou oito pessoas.
"Nós vimos sete corpos, mas há rumores de muito mais, já que as lutas duraram seis horas e se alastraram para outras partes da cidade", disse o comissário da polícia, Hafiz Abubakar Ringim.
O chefe da tribo cristã argumentava que a nova construção da torre da mesquita tamparia a visão da construção da igreja dele.
Mais de mil pessoas já foram mortas desde maio em confrontos entre cristãos e tribos muçulmanas no estado central de Plateau. O presidente, Olusegun Obasanjo, declarou estado de emergência no país.
Ao menos 10 mil pessoas morreram em outros confrontos religiosos desde 1999, quando terminou a ditadura militar no país.
........Ao menos sete pessoas morreram e mais de 40 foram presas depois que manifestantes destruíram uma mesquita e incendiaram casas e mercados no Estado de Adamawa, no nordeste da Nigéria, disse a polícia nesta quarta-feira.
A violência começou na terça-feira depois que jovens supostamente cristãos incendiaram a mesquita central na cidade de Numan e atacaram muçulmanos que reconstruíam a torre da mesquita. Um ano atrás a mesquita foi incendiada em um ataque semelhante que matou oito pessoas.
"Nós vimos sete corpos, mas há rumores de muito mais, já que as lutas duraram seis horas e se alastraram para outras partes da cidade", disse o comissário da polícia, Hafiz Abubakar Ringim.
O chefe da tribo cristã argumentava que a nova construção da torre da mesquita tamparia a visão da construção da igreja dele.
Mais de mil pessoas já foram mortas desde maio em confrontos entre cristãos e tribos muçulmanas no estado central de Plateau. O presidente, Olusegun Obasanjo, declarou estado de emergência no país.
Ao menos 10 mil pessoas morreram em outros confrontos religiosos desde 1999, quando terminou a ditadura militar no país.
Leiam essa;
O ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, disse hoje (quarta-feira) "que tem uma lealdade canina" ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A afirmação foi feita ao comentar que "são improcedentes" as notícias de que ele não trabalhou para a aprovação do salário mínimo na Câmara dos Deputados. "Todos me conhecem e sabem que eu não procedo assim. Tenho uma lealdade canina ao presidente Lula e todo mundo sabe disso", disse, acrescentando que "há dez anos está a serviço de Lula".
Dirceu ressaltou que trabalha a serviço do País. Afirmou também que trabalha com o ministro da Fazenda, Antônio Palocci, todos os dias discutindo as questões de interesse do Brasil. "Tenho um acordo que vem sendo realizado com o ministro Palocci e estou também a serviço do ministro Aldo Rebelo (Coordenação Política), que me pediu para que trabalhe uma série de questões sobre a discussão do mínimo no Senado." Dirceu continuou afirmando que irá cumprir o que foi determinado por Rebelo. "Ele é o articulador político do governo e é quem determina o que os outros ministros devem fazer. E eu vou fazer com prazer, como sempre fiz." (texto do estadão)....
.... Agora imagine se ele não tivesse tal lealdade que se fala....
O ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, disse hoje (quarta-feira) "que tem uma lealdade canina" ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A afirmação foi feita ao comentar que "são improcedentes" as notícias de que ele não trabalhou para a aprovação do salário mínimo na Câmara dos Deputados. "Todos me conhecem e sabem que eu não procedo assim. Tenho uma lealdade canina ao presidente Lula e todo mundo sabe disso", disse, acrescentando que "há dez anos está a serviço de Lula".
Dirceu ressaltou que trabalha a serviço do País. Afirmou também que trabalha com o ministro da Fazenda, Antônio Palocci, todos os dias discutindo as questões de interesse do Brasil. "Tenho um acordo que vem sendo realizado com o ministro Palocci e estou também a serviço do ministro Aldo Rebelo (Coordenação Política), que me pediu para que trabalhe uma série de questões sobre a discussão do mínimo no Senado." Dirceu continuou afirmando que irá cumprir o que foi determinado por Rebelo. "Ele é o articulador político do governo e é quem determina o que os outros ministros devem fazer. E eu vou fazer com prazer, como sempre fiz." (texto do estadão)....
.... Agora imagine se ele não tivesse tal lealdade que se fala....
segunda-feira, junho 07, 2004
Na manhã de sábado morreu Ronald Reagan. Presidente dos EUA por oitos anos - dois mandatos-, foi considerado o homem idealizador do "bom capitalismo". Derrotou o comunismo da antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas e avançou contra a cortina de ferro do Leste da Europa.
Bem, muito pelo contrário, de bom capitalismo ele não teve nada. Privilegiou o mais que pôde seu país..... Analistas afirmam que o cidadão era um bronco. Tinha debaixo de sua mesa na Casa Branca cinco mandamentos no qual achava que seria bom para os EUA e pronto....
Bem, muito pelo contrário, de bom capitalismo ele não teve nada. Privilegiou o mais que pôde seu país..... Analistas afirmam que o cidadão era um bronco. Tinha debaixo de sua mesa na Casa Branca cinco mandamentos no qual achava que seria bom para os EUA e pronto....
terça-feira, junho 01, 2004
Jornais internacionais dizem isso sobre o Brasil:
The political honeymoon of Brazil's president Luis Inácio "Lula" da Silva is over. Meanwhile, the rewards of his decision to take an orthodox approach to the economic difficulties he inherited are not yet at hand. All he can do is push ahead, in the hope that economic recovery will come to his aid. This is no risk-free course. But the alternatives would be disastrous.
The government is experiencing rough political weather. It has suffered two defeats in Congress. This has raised doubts about its ability to push ahead with reforms. It now faces two important votes in Congress - on the national minimum wage and income tax exemptions - and a ruling in the Supreme Court on the legality of a pensions reform enacted last year.
Further defeats would be costly, not just financially, but to the government's wider credibility. The rewards of the government's determination to stick to agreements with the International Monetary Fund are beginning to come through. But Brazil's reputation is far from secure: signs of backsliding are likely to be punished.
Mr Lula da Silva inherited a low-saving, heavily indebted economy with unmanageably high interest rates. At their peak, in September 2002, the spread of Brazilian dollar-denominated bonds over US Treasuries was an utterly unsustainable 24.4 percentage points. The new government had to choose between self-discipline and yet another damaging default. Rightly, it chose the former. Last year, the primary fiscal surplus of the consolidated public sector was 4.3 per cent. Interest-rate spreads fell to a low of 4.1 percentage points at the beginning of this year. The exchange rate also appreciated by almost a third from its low point in October 2002.
Almost inevitably, the rewards for this effort have not come at once. Last year the economy shrank by 0.2 percentage points. Unemployment also reached 13.1 per cent in April. But the trade surplus last year was close to $25bn. Even the current account was in modest surplus. Exports to China have soared. Above all, in the first quarter of 2004 economic growth reached an annualised rate of 6.4 per cent.
Yet such growth is unlikely to be sustained. The external environment is becoming harsher, with US interest rates expected to rise and China's economy forecast to slow. The interest rate spread has jumped to 7.5 percentage points. This merely underlines the necessity of having a fiscally disciplined, reforming government.
Times remain hard. They will continue to do so. The government must, accordingly, persevere. A low-saving country such as Brazil can achieve faster sustained growth only if it is fiscally disciplined and attracts large-scale inward direct investment. Having worked so hard to establish a reputation for sound policies, the government must convince both Brazilians and foreigners that it has the will and the capacity to stay the course. Without doubt, it can succeed. It must do so.
Texto Financial Times
The political honeymoon of Brazil's president Luis Inácio "Lula" da Silva is over. Meanwhile, the rewards of his decision to take an orthodox approach to the economic difficulties he inherited are not yet at hand. All he can do is push ahead, in the hope that economic recovery will come to his aid. This is no risk-free course. But the alternatives would be disastrous.
The government is experiencing rough political weather. It has suffered two defeats in Congress. This has raised doubts about its ability to push ahead with reforms. It now faces two important votes in Congress - on the national minimum wage and income tax exemptions - and a ruling in the Supreme Court on the legality of a pensions reform enacted last year.
Further defeats would be costly, not just financially, but to the government's wider credibility. The rewards of the government's determination to stick to agreements with the International Monetary Fund are beginning to come through. But Brazil's reputation is far from secure: signs of backsliding are likely to be punished.
Mr Lula da Silva inherited a low-saving, heavily indebted economy with unmanageably high interest rates. At their peak, in September 2002, the spread of Brazilian dollar-denominated bonds over US Treasuries was an utterly unsustainable 24.4 percentage points. The new government had to choose between self-discipline and yet another damaging default. Rightly, it chose the former. Last year, the primary fiscal surplus of the consolidated public sector was 4.3 per cent. Interest-rate spreads fell to a low of 4.1 percentage points at the beginning of this year. The exchange rate also appreciated by almost a third from its low point in October 2002.
Almost inevitably, the rewards for this effort have not come at once. Last year the economy shrank by 0.2 percentage points. Unemployment also reached 13.1 per cent in April. But the trade surplus last year was close to $25bn. Even the current account was in modest surplus. Exports to China have soared. Above all, in the first quarter of 2004 economic growth reached an annualised rate of 6.4 per cent.
Yet such growth is unlikely to be sustained. The external environment is becoming harsher, with US interest rates expected to rise and China's economy forecast to slow. The interest rate spread has jumped to 7.5 percentage points. This merely underlines the necessity of having a fiscally disciplined, reforming government.
Times remain hard. They will continue to do so. The government must, accordingly, persevere. A low-saving country such as Brazil can achieve faster sustained growth only if it is fiscally disciplined and attracts large-scale inward direct investment. Having worked so hard to establish a reputation for sound policies, the government must convince both Brazilians and foreigners that it has the will and the capacity to stay the course. Without doubt, it can succeed. It must do so.
Texto Financial Times
A Liga Internacional contra o Racismo e o Anti-Semitismo (Licra) convocou nesta terça-feira judeus e muçulmanos vítimas de agressões racistas a "ficarem unidos contra seu inimigo comum: a extrema direita". O chamado ocorre depois que o filho de um rabino foi agredido nos arredores de Paris e a casa de um funcionário muçulmano apareceu com pichações nazistas nesta segunda-feira em Estrasburgo (nordeste).
A associação mostrou preocupação com a multiplicação dos casos de racismo anti-semita e antimuçulmano na Alsácia, região da França que "ostenta um triste recorde de votos da extrema direita". A Licra declarou que a "repetição destes atos mostra a impotência das autoridades para pôr um fim a este ato, apesar das declarações de solidariedade de toda classe política republicana".
Segundo a associação, a prisão, o julgamento e a condenação dos culpados são as "únicas formas de destacar a solidariedade nacional" com as vítimas.
Quando isso acontecer a paz reinará em todo o mundo
A associação mostrou preocupação com a multiplicação dos casos de racismo anti-semita e antimuçulmano na Alsácia, região da França que "ostenta um triste recorde de votos da extrema direita". A Licra declarou que a "repetição destes atos mostra a impotência das autoridades para pôr um fim a este ato, apesar das declarações de solidariedade de toda classe política republicana".
Segundo a associação, a prisão, o julgamento e a condenação dos culpados são as "únicas formas de destacar a solidariedade nacional" com as vítimas.
Quando isso acontecer a paz reinará em todo o mundo
Em São Paulo, na madrugada de domingo para segunda, homens armados com fuzis e metralhadoras invadiram uma cadeia para resgatar um preso de 21 anos idade. O jovem rapaz é líder de uma quadrilha de assaltos a bancos.
Como não houve reação policial os bandidos aproveitaram e libertaram grande dospresos... A maioria, no entanto, foi recapturada... Um policial foi preso sob a acusação de conivência com os bandidos...
São Paulo não é diferente do Rio
Como não houve reação policial os bandidos aproveitaram e libertaram grande dospresos... A maioria, no entanto, foi recapturada... Um policial foi preso sob a acusação de conivência com os bandidos...
São Paulo não é diferente do Rio
Vamos falar um pouco de violência?
Neste final de semana houve uma rebelião na Casa de Cústódia do Rio de Janeiro. O embate entre a polícia e os bandidos, que possuiam mais de 50 reféns, durou mais dedois dias e o resultado final foi de 30 mortos... Ou seja, mais uma vez ineficência de um estado corrupção, fraco, e inépto....
Neste final de semana houve uma rebelião na Casa de Cústódia do Rio de Janeiro. O embate entre a polícia e os bandidos, que possuiam mais de 50 reféns, durou mais dedois dias e o resultado final foi de 30 mortos... Ou seja, mais uma vez ineficência de um estado corrupção, fraco, e inépto....
sexta-feira, maio 28, 2004
quinta-feira, maio 27, 2004
Após o último comentário sobre mercado financeiro, lêem o que aconteceu....
....A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) chegou ao patamar máximo dia pouco antes das 15 horas. Em 19.686 pontos, a Bolsa registrou alta de 3,04% e zerou as perdas do mês. De qualquer forma, no acumulado do ano, até ontem (quarta-feira), a queda da Bolsa é de 14,24%. O investimento em ações lidera o ranking das maiores perdas em 2004
Às 15h02 desta quinta-feira (27/05), o dólar comercial operava no patamar mínimo do dia, cotado a R$ 3,1360 na ponta de venda das operações, em baixa de 0,76% em relação aos últimos negócios de ontem. No mercado de juros futuros, as taxas estão em queda. Os contratos com taxas pós-fixadas (DIs) negociados na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), com vencimento em janeiro de 2005, pagam taxa de 17,500% ao ano, frente aos juros de 17,710% ao ano ontem.
O crescimento do PIB no primeiro trimestre - 2,7% em relação a igual período de 2003 e 1,6% se comparado com o último trimestre do ano passado - reforçou a ata otimista do Comitê de Política Monetária (Copom). A ata reafirma a solidez da economia, apesar do cenário externo adverso e sinaliza que a estabilidade dos preços está garantida. De acordo com a ata, a instabilidade recente está "longe de se configurar" como um quadro de crise.
O resultado do PIB trimestral ficou dentro das previsões dos analistas e se for considerado o critério de previsão média até superou as expectativas. O mercado vê a expansão do PIB como uma notícia positiva também pelo lado político. É um atestado de que a política econômica conservadora do governo está no rumo certo.
Do lado externo, as notícias também foram favoráveis. O preço do petróleo desabou, depois de ter tocado recentemente em US$ 42,00 o barril. Às 14h12, o contrato para entrega em julho era negociado na Nymex a US$ 39,65, queda de 2,58%, reagindo à expectativa de aumento da produção pela Opep e pela Arábia Saudita.
Texto agência Estado
....A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) chegou ao patamar máximo dia pouco antes das 15 horas. Em 19.686 pontos, a Bolsa registrou alta de 3,04% e zerou as perdas do mês. De qualquer forma, no acumulado do ano, até ontem (quarta-feira), a queda da Bolsa é de 14,24%. O investimento em ações lidera o ranking das maiores perdas em 2004
Às 15h02 desta quinta-feira (27/05), o dólar comercial operava no patamar mínimo do dia, cotado a R$ 3,1360 na ponta de venda das operações, em baixa de 0,76% em relação aos últimos negócios de ontem. No mercado de juros futuros, as taxas estão em queda. Os contratos com taxas pós-fixadas (DIs) negociados na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), com vencimento em janeiro de 2005, pagam taxa de 17,500% ao ano, frente aos juros de 17,710% ao ano ontem.
O crescimento do PIB no primeiro trimestre - 2,7% em relação a igual período de 2003 e 1,6% se comparado com o último trimestre do ano passado - reforçou a ata otimista do Comitê de Política Monetária (Copom). A ata reafirma a solidez da economia, apesar do cenário externo adverso e sinaliza que a estabilidade dos preços está garantida. De acordo com a ata, a instabilidade recente está "longe de se configurar" como um quadro de crise.
O resultado do PIB trimestral ficou dentro das previsões dos analistas e se for considerado o critério de previsão média até superou as expectativas. O mercado vê a expansão do PIB como uma notícia positiva também pelo lado político. É um atestado de que a política econômica conservadora do governo está no rumo certo.
Do lado externo, as notícias também foram favoráveis. O preço do petróleo desabou, depois de ter tocado recentemente em US$ 42,00 o barril. Às 14h12, o contrato para entrega em julho era negociado na Nymex a US$ 39,65, queda de 2,58%, reagindo à expectativa de aumento da produção pela Opep e pela Arábia Saudita.
Texto agência Estado
Muitos falam que o Brasil é um país maravilhoso para se viver. Eu pergunto: Onde está as maravilhas que todos dizem?
Nesta semana, agências de classificação de risco do exterior rebaixaram os ratings do Brasil. Porque? O que fizemos de errado para que isso acontecesse? Sem termos feito nada, voltou caos no mercado financeiro do Brasil. Dólar disparou. Risco-país subiu e bolsa caiu vertiginosamente....
É suposto pensar então que a maravilha está nas mãos dos especuladores que ganham dinheiro quando explode o caos???
Nesta semana, agências de classificação de risco do exterior rebaixaram os ratings do Brasil. Porque? O que fizemos de errado para que isso acontecesse? Sem termos feito nada, voltou caos no mercado financeiro do Brasil. Dólar disparou. Risco-país subiu e bolsa caiu vertiginosamente....
É suposto pensar então que a maravilha está nas mãos dos especuladores que ganham dinheiro quando explode o caos???
