quinta-feira, outubro 02, 2008

As respostas dos analistas para a tal crise

Seis perguntas sobre o que fazer com seu dinheiro e evitar o pânico

Sophia Camargo
Em pouco mais de um mês, quase 3 mil internautas nos enviaram suas dúvidas sobre os mais diversos assuntos que mexem com o bolso: problemas com dívida, família, defesa do consumidor, planos de saúde e... investimentos.

O que fazer com o dinheiro neste momento de forte instabilidade no cenário financeiro é a causa da angústia da maioria dos leitores que nos procuraram. Comprar mais ações ou se refugiar na renda fixa? Comprar dólares ou investir na poupança? Não mexer em nada ou mudar todas as aplicações?

Para responder a algumas destas dúvidas mais freqüentes, conversei com o professor de Finanças da FGV-SP William Eid, com o também professor do Ibmec-SP Ricardo Humberto Rocha e com o administrador de investimentos Fábio Colombo. Elegi algumas das perguntas mais representativas do período, transcritas com pouquíssimas modificações. Espero que as respostas possam aliviar a muitos dos nossos aflitos internautas.


1) "Sou marinheira de primeira viagem e logo de saída pego um maremoto. Investi R$ 5.000,00 em uma Bolsa animada com a alta que acontecia nos primeiros meses do ano, mas já perdi um terço do dinheiro. O que faço? Tiro tudo e assumo o prejuízo ou espero as coisas se acalmarem e a Bolsa voltar a subir? Tem chance de a médio ou longo prazo recuperar e ainda ganhar um pouco sobre o que investi?
Internauta Teresa F. Sales

"É bom manter os investimentos em ações ou é melhor mudar?"
Internauta: João Ribeiro

"Possuo aplicações em fundos de ações, Petrobras e Vale, o que vocês me aconselham a fazer?"
Internauta Pedro Paulo

"Investi em ações para longo prazo, mas depois de um ano a soma do que tenho é menor do que investi. Devo mudar ou conservar?"
Internauta Claudinei Turatti

Resposta: Para o professor Ricardo Humberto Rocha, quem está dentro da Bolsa deve continuar e quem está fora deve aguardar uma sinalização melhor para entrar. O motivo é que a forte instabilidade não permite que as pessoas acertem qual é o momento em que vão perder mais ou ganhar. William Eid, da FGV, ensina que as pessoas que querem investir em Bolsa devem compreender que não estão apostando em uma loteria, mas se tornando sócios de empresas. "Por isso, o investimento deve ser de longo prazo", diz.

Quem olha os fundamentos das empresas e escolhe companhias bem administradas, que pagam bons dividendos, não costuma se arrepender no longo prazo. "Quem investiu em 2000, quando a Bolsa estava em 8 mil pontos, já obteve um ganho de 900%", diz Eid.

A volatilidade deve continuar por tempo indeterminado. Os analistas acreditam que em dois anos a Bolsa deve recuperar as perdas, mas é impossível avaliar com precisão. Por isso, quem opta pela renda variável deve separar uma parte do seu capital que não fará falta de jeito nenhum. "Ainda não conheci ninguém que acerta todas as vezes de entrar e sair da Bolsa", diz Eid.


2) "Vou viajar para os Estados Unidos na segunda quinzena de novembro. Devo comprar os dólares que vou levar na viagem agora ou espero mais um pouco para ver se a cotação cai?"
Internautas Camila

"Olá, vou viajar para os Estados Unidos no começo de janeiro e gostaria de saber se devo comprar dólares já ou se devo esperar."
Internauta Simone T.

Resposta: Conselho unânime dos professores William Eid, da FGV-SP, Ricardo Humberto Rocha, do Ibmec, e do consultor de investimentos Fábio Colombo: se a despesa em dólar é certa; não espere, compre. "Se eu tenho R$ 6 mil reais e sei que com esse dinheiro consigo pagar a viagem e as despesas hoje, compro os dólares e fico tranqüilo", diz William Eid. Ele lembra que as instituições financeiras gastam milhares de reais pagando para consultores avaliarem como será o comportamento do câmbio e poucas vezes acertam. "Não adianta ficar tentando especular com a moeda", resume.


3) "Sophia, fiz um investimento em fundos de ações em janeiro, mas nesse momento estou perdendo em função dessa instabilidade nas Bolsas de Valores do mundo inteiro. Mesmo assim, seria esse o momento de investir mais dinheiro? Minha intenção é um investimento a médio prazo."
Internauta Thiago Andrade

"Olá! Gostaria de saber se agora é um bom momento para comprar ações na Bolsa, pois os preços das ações estão mais baixos devido à crise internacional. O que vocês me aconselham?"
Internauta Camila Perón

Resposta: A percepção dos estudiosos do mercado é que a volatilidade deve continuar por um longo período. Por isso, o conselho do professor Ricardo Humberto Rocha, do Ibmec-SP é que quem está dentro da Bolsa deveria manter os investimentos e quem está fora deve aguardar uma sinalização melhor para entrar.

William Eid, da FGV, ensina que as pessoas que querem investir em Bolsa devem compreender que não estão apostando em uma loteria, mas se tornando sócios de empresas. "Por isso, o investimento deve ser de longo prazo", diz. Para quem tem essa visão, a Bolsa em queda costuma ser uma boa oportunidade de compra. "Os preços ficam mais convidativos", diz.

William Eid aconselha ainda a quem tem interesse em investir em ações de forma raciocinada, que não compre os papéis, mas invista regularmente em fundos. "O truque é ser disciplinado e aplicar sempre", diz. Antes, o investidor deve selecionar os melhores fundos. "Entre o rendimento de um Ibovespa e de um bom fundo as diferenças podem ser de até 500%", diz Eid. E não basta olhar o desempenho de um fundo em apenas um ano, mas ao longo de cinco, seis anos. "Aqueles que sempre estiveram entre os melhores colocados são os que oferecem consistência na gestão."


4) "Olá, Sophia. Tenho R$ 3.000,00 para investir. Compro dólar ou invisto na poupança?"
Internauta Carlos José

Resposta: Dólar não é investimento. A frase taxativa resume o pensamento dos entrevistados, que desaconselham a compra da moeda como forma de aplicar o dinheiro. Para eles, só deve comprar dólar quem sabe que terá uma despesa nesta moeda, como viagens de férias ou estudos ou compras de produtos importados.

Neste caso, também não adianta ficar adiando a compra dos dólares na tentativa de adivinhar quando a moeda vai cair, pois em situações de forte volatilidade como as que vivemos agora não permitem esse tipo de previsão. Já a poupança é um investimento bastante conservador, e passa longe das surpresas.

Tem a vantagem de não cobrar taxa de administração e ser isenta de impostos. Para aplicações de pequeno porte, muitas vezes supera o rendimento dos fundos, já que, nestes casos, a taxa de administração costuma diminuir consideravelmente o investimento. O investimento em CDB é outra opção.


5) Tenho R$ 50 mil reais e preciso investir. O que é que eu faço, Sophia?
Internauta Edson

Resposta: Antes de decidir em que investir, é preciso saber mais sobre si mesmo. Qual é o objetivo do seu investimento? Irá precisar do dinheiro no curto prazo? Qual é a sua idade? Há pessoas que dependem de você ou você pode tomar mais risco com o dinheiro? E por último: você aceita tomar algum risco ou cai em depressão cada vez que ouve falar de queda na Bolsa?

Parece demais, mas estas perguntas precisam ser respondidas antes que o investidor resolva colocar seu dinheiro em alguma aplicação. Intuitivamente, fica claro que uma
pessoa jovem e sem filhos, pode tomar muito mais risco do que alguém de meia idade, com filhos pequenos.

De uma forma geral, os especialistas aconselham a que as pessoas invistam boa parte de seu capital em investimentos de baixo risco, como fundos DI ou CDBs de grandes instituições, e deixem a renda variável para 10% a 20% do capital. O tamanho da fatia deve ser proporcional ao valor que a pessoa pode deixar intocado por no mínimo cinco anos, e deve ser um dinheiro que não irá fazer falta se for integralmente perdido.

6) Estou pensando em investir em imóveis. É um bom momento?
Internauta Sidney

Resposta: Para o administrador de investimentos Fábio Colombo, o investimento em imóveis pode ser interessante como alternativa de diversificação. "É interessante para quem tem um portfólio grande, um volume razoável de dinheiro, R$ 200 mil, no mínimo", diz ele.

O motivo é que os imóveis não têm muita liquidez (facilidade de se transformar em dinheiro vivo), além de implicar grandes custos de administração, como condomínio e impostos, além dos altos valores envolvidos com documentação. "Normalmente, a pessoa consegue receber de 0,75% a 1% do valor investido", diz. Ou seja, comprou a casa por R$ 100 mil e consegue alugar por R$ 750. "É uma questão de gosto", diz Colombo.

segunda-feira, setembro 29, 2008

Entenda a crise parte 2

Não tenho atitude para ficar acompanhando os mercados minuto a minuto, mas acho que o dia de hoje vale a pena fazer algo. Há anos não vejo, desde os atentados de 09/2001, os mercados em polvorosa como estão agora. Enfatizo que este seja o melhor momento para compar ações. Quem tem grana "solta" para investir é comprar e esperar a valorização. Agora, quem quiser vender po medo. Não aconselho apesar de ter consultado alguns economistas que me disseram ser o melhor momento para a venda.

Para que todos entendam o que originou a tal crise.

A crise no mercado hipotecário dos Estados Unidos da América (EUA) é uma decorrência da crise imobiliária pela qual passa o país, e deu origem, por sua vez, a uma crise mais ampla, no mercado de crédito de modo geral. O principal segmento afetado, que deu origem ao atual estado de coisas, foi o de hipotecas chamadas de "subprime", que embutem um risco maior de inadimplência.

O mercado imobiliário americano passou por uma fase de expansão acelerada logo depois da crise das empresas "pontocom", em 2001. Os juros do Federal Reserve (Fed, o BC americano) vieram caindo para que a economia se recuperasse, e o setor imobiliário se aproveitou desse momento de juros baixos. A demanda por imóveis cresceu, devido às taxas baixas de juros nos financiamentos imobiliários e nas hipotecas. Em 2003, por exemplo, os juros do Fed chegaram a cair para 1% ao ano.

Em 2005, o "boom" no mercado imobiliário já estava avançado; comprar uma casa (ou mais de uma) tornou-se um bom negócio, na expectativa de que a valorização dos imóveis fizesse da nova compra um investimento. Também cresceu a procura por novas hipotecas, a fim de usar o dinheiro do financiamento para quitar dívidas e, também, gastar (mais).

As empresas financeiras especializadas no mercado imobiliário, para aproveitar o bom momento do mercado, passaram a atender o segmento "subprime". O cliente "subprime" é um cliente de renda muito baixa, por vezes com histórico de inadimplência e com dificuldade de comprovar renda. Esse empréstimo tem, assim, uma qualidade mais baixa --ou seja, cujo risco de não ser pago é maior, mas oferece uma taxa de retorno mais alta, a fim de compensar esse risco.

Em busca de rendimentos maiores, gestores de fundos e bancos compram esses títulos "subprime" das instituições que fizeram o primeiro empréstimo e permitem que uma nova quantia em dinheiro seja emprestada, antes mesmo do primeiro empréstimo ser pago. Também interessado em lucrar, um segundo gestor pode comprar o título adquirido pelo primeiro, e assim por diante, gerando uma cadeia de venda de títulos.

Porém, se a ponta (o tomador) não consegue pagar sua dívida inicial, ele dá início a um ciclo de não-recebimento por parte dos compradores dos títulos. O resultado: todo o mercado passa a ter medo de emprestar e comprar os "subprime", o que termina por gerar uma crise de liquidez (retração de crédito).

Após atingir um pico em 2006, os preços dos imóveis, no entanto, passaram a cair: os juros do Fed, que vinham subindo desde 2004, encareceram o crédito e afastaram compradores; com isso, a oferta começa a superar a demanda e desde então o que se viu foi uma espiral descendente no valor dos imóveis.

Com os juros altos, o que se temia veio a acontecer: a inadimplência aumentou e o temor de novos calotes fez o crédito sofrer uma desaceleração expressiva no país como um todo, desaquecendo a maior economia do planeta --com menos liquidez (dinheiro disponível), menos se compra, menos as empresas lucram e menos pessoas são contratadas.

No mundo da globalização financeira, créditos gerados nos EUA podem ser convertidos em ativos que vão render juros para investidores na Europa e outras partes do mundo, por isso o pessimismo influencia os mercados globais.

Foi esse o efeito visto em setembro do ano passado, quando o BNP Paribas Investment Partners --divisão do banco francês BNP Paribas-- congelou cerca de 2 bilhões de euros dos fundos Parvest Dynamic ABS, o BNP Paribas ABS Euribor e o BNP Paribas ABS Eonia, citando preocupações sobre o setor de crédito "subprime" (de maior risco) nos EUA. Segundo o banco, os três fundos tiveram suas negociações suspensas por não ser possível avaliá-los com precisão, devido aos problemas no mercado "subprime" americano.

Depois dessa medida, o mercado imobiliário passou a reagir em pânico e algumas das principais empresas de financiamento imobiliário passaram a sofrer os efeitos da retração; a American Home Mortgage (AHM), uma das 10 maiores empresa do setor de crédito imobiliário e hipotecas dos EUA, pediu concordata. Outra das principais empresas do setor, a Countrywide Financial, registrou prejuízos decorrentes da crise e foi comprada pelo Bank of America.

Bancos

Bancos como Citigroup, UBS e Bear Stearns tiveram prejuízos bilionários decorrentes da crise. Na semana que passou, uma nova onda de abalos afetou Wall Street.

O banco de investimentos Lehman Brothers não recebeu ajuda do governo, como a que foi destinada às duas maiores empresas hipotecárias americanas, a Fannie Mae e a Freddie Mac --que no dia 7 deste mês receberam a promessa de uma ajuda de até US$ 200 bilhões do Departamento do Tesouro.

As duas hipótecárias possuem quase a metade dos US$ 12 trilhões em empréstimos para a habitação nos EUA; no segundo trimestre, registraram prejuízos de US$ 2,3 bilhões (Fannie Mae) e de US$ 821 milhões (Freddie Mac).

Já o Lehman vinha procurando uma fonte de crédito para poder honrar seus compromissos, mas não teve sucesso. O banco chegou a procurar outras instituições interessadas em adquirir uma participação e o KDB (Banco de Desenvolvimento da Coréia do Sul, na sigla em inglês) até se interessou em negociar a princípio, mas a negociação terminou sem acordo. Sem alternativa, o banco entregou à Corte de Falências do Distrito Sul de Nova York um pedido de concordata.

O Merrill Lynch foi vendido ao Bank of America para não ter o mesmo destino. A seguradora americana AIG foi outra que quase quebrou, mas foi salva por um empréstimo de US$ 85 bilhões do Fed, em troca do controle da empresa. Acionistas da AIG, no entanto, tentam evitar transferir o controle.

Combate

O governo agiu no início do ano com a aprovação de um pacote de de US$ 168 bilhões de estímulo, que incluiu o envio de cheques de restituição de impostos a milhões de norte-americanos. O temor era de que o país pudesse cair em recessão.

Desde então, a ajuda do governo se tornou mais freqüente. Em março deste ano, o banco Bear Stearnms, também afetado pelas perdas com papéis ligados a hipotecas de risco, teve de ser vendido, e o Fed ajudou a financiar a operação de compra efetuada pelo JP Morgan.

Seis dos principais bancos centrais do mundo também tomaram a iniciativa de se juntar para oferecer liquidez ao sistema financeiro e evitar que os mercados de crédito ficassem paralisados.

O passo mais recente na série de medidas do governo dos EUA foi um pacote de até US$ 700 bilhões para comprar títulos hipotecários de risco, enxugando esses papéis de risco do mercado. A decisão de elaborar o pacote foi decidida na quinta-feira (18). O presidente Bush se manifestou a favor da medida: "É um pacote grande porque se trata de um problema grande", afirmou.

Mercados caem, caem , caem e a Bovespa despenca

Os mercados de ações em todo o mundo estão em polvorosa por conta da não aprovação do plano de ajuda financeira aos bancos e pessoas (resumindo) que quebraram nos Estados Unidos. No Brasil, é o que mais nos interessa, mostra que a tal crise ainda não chegou e deve demorar para chegar, como tudo que vem de lá de fora. Consultei alguns analistas de renome no mercado que disseram haver um temor maior do que o esperado e neste momento é quase impossível prever alguma coisa.

A bolsa deve voltar às operações depois de ter caido 10,16%. Explico. Paralisação dos negócios, ou Circuit Brake, na sigla em inglês, é um artifício de segurança acionado nas bolsas de valores para interromper o pregão. Quando as cotações superam limites estabelecidos de alta ou de baixa, as negociações são interrompidas, para evitar movimentos muito bruscos. Na Bovespa esse artifício de segurança é acionado quando o índice Ibovespa desvaloriza-se em 10%. Neste momento, soa-se uma sirene que cessa as negociações durante meia hora. Esse artifício de segurança volta a funcionar se a queda persistir e alcançar 15% de desvalorização do índice Ibovespa.

Creio que o principal indicador brasileiro já deva ter voltado a funcionar na tarde desta segunda-feira (29), antes deste post. Muitas ações de empresas caíram assutadoramente e, para os que gostam de arriscar, creio ser este o momento e atitude para investimentos. As ações estão muito baratas...

BOVESPA (BRASIL) 45.622,61 -10,16% (14:49)
Colocar em orden alfabética Z-A Nome Ticker Último Var. Var.% Volume Hora
ALL AMER LATUNT ALLL11 13,840 -1,780 -11,40 4.489.292 15:34
AMBEV PN * AMBV4 98,680 -4,320 -4,19 228.539 15:33
ARACRUZ PNB ARCZ6 6,700 -0,300 -4,29 2.785.231 15:33
B2W VAREJO ON BTOW3 41,390 -7,110 -14,66 341.179 15:33
BMF BOVESPA ON BVMF3 7,550 -1,550 -17,03 16.369.491 15:34
BRADESCO PN BBDC4 27,700 -2,500 -8,28 3.605.477 15:33
BRADESPAR PN * BRAP4 23,800 -4,200 -15,00 1.640.047 15:34
BRASIL BBAS3 20,830 -1,920 -8,44 2.185.557 15:33
BRASIL T PAR ON BRTP3 49,930 -1,040 -2,04 58.884 15:33
BRASIL T PAR PN BRTP4 17,990 -0,710 -3,80 185.668 15:31
BRASIL TELEC PN * BRTO4 13,000 -2,190 -14,42 180.176 15:26
BRASKEM PNA* BRKM5 9,780 -0,230 -2,30 359.736 15:33
CCR RODOVIAS ON CCRO3 24,100 -1,190 -4,71 375.742 15:32
CELESC PNB CLSC6 43,570 -1,930 -4,24 41.440 15:30
CEMIG PN CMIG4 35,190 -1,310 -3,59 1.404.181 15:34
CESP PNB CESP6 15,980 -1,650 -9,36 425.717 15:32
COMGAS PNA* CGAS5 39,800 -2,500 -5,91 21.200 15:34
COPEL PNB CPLE6 25,870 -1,430 -5,24 279.925 15:33
COSAN CSAN3 12,940 -1,260 -8,87 454.853 15:34
CPFL ENERGIA ON NM CPFE3 33,360 -2,490 -6,95 325.487 15:33
CYRELA REALT ON NM CYRE3 18,200 -1,800 -9,00 1.741.120 15:34
DURATEX DURA4 21,000 -2,790 -11,73 167.349 15:33
ELETROBRAS ELET3 24,650 -2,850 -10,36 462.123 15:34
ELETROBRAS PNB ELET6 21,700 -1,950 -8,25 407.996 15:34
ELETROPAULO PNB ELPL6 24,200 -2,800 -10,37 503.700 15:33
EMBRAER ON EMBR3 12,600 -0,450 -3,45 1.194.056 15:33
GAFISA ON GFSA3 22,100 -2,100 -8,68 608.397 15:31
GERDAU MET PN * GOAU4 27,850 -4,060 -12,72 942.395 15:33
GERDAU PN * GGBR4 20,050 -3,140 -13,54 4.116.418 15:34
GOL PN GOLL4 11,600 -1,300 -10,08 574.659 15:33
ITAUBANCO ITAU4 28,450 -2,440 -7,90 3.422.797 15:33
ITAUSA PN ITSA4 8,520 -0,830 -8,88 4.838.330 15:34
JBS JBSS3 4,450 -0,650 -12,75 1.878.983 15:34
KLABIN PN KLBN4 3,800 -0,010 -0,26 1.657.996 15:26
LIGHT LIGT3 22,500 -1,320 -5,54 106.333 15:32
LOJAS AMERIC PN * LAME4 7,280 -1,020 -12,29 1.871.387 15:34
LOJAS RENNER ON * LREN3 20,700 -2,580 -11,08 473.480 15:27
NATURA ON NATU3 17,890 -1,000 -5,29 263.950 15:33
NET PN NETC4 15,000 -1,300 -7,98 836.211 15:33
NOSSA CAIXA BNCA3 37,600 -3,800 -9,18 106.166 15:32
OGX PETROLEO OGXP3 329,990 -65,010 -16,46 26.500 15:33
P.ACUCAR-CBD PN * PCAR4 32,760 -2,140 -6,13 162.039 15:33
PERDIGAO S/A ON PRGA3 34,430 -1,860 -5,13 1.446.462 15:33
PETROBRAS ON PETR3 38,010 -5,000 -11,63 5.488.379 15:34
PETROBRAS PN PETR4 31,300 -4,130 -11,66 20.105.640 15:34
REDECARD RDCD3 20,600 -3,050 -12,90 2.156.886 15:31
ROSSI RESID ON RSID3 5,140 -1,460 -22,12 1.723.920 15:31
SABESP SBSP3 26,230 -3,270 -11,09 488.687 15:32
SADIA PN SDIA4 5,370 -0,630 -10,50 12.759.633 15:34
SID NACIONAL CSNA3 36,840 -7,160 -16,27 3.405.998 15:34


fonte : Reuters.

terça-feira, setembro 16, 2008

Os conselhos dos analistas; Sair neste momento é melhor

A usual recomendação nos momentos críticos do mercado de ações leva em conta a sensatez do investidor. Embora muitas vezes a emoção possa tentá-lo a largar tudo, a melhor saída é manter a calma e evitar atitudes precipitadas. Mas, se os nervos não dão trégua, talvez seja hora de você rever estes conceitos. “É melhor vender com prejuízo e garantir o sono”, sugere o sócio da AZ Investimentos, Ricardo Zeno.
Mais: se você não consegue lidar com a volatilidade, é possível que não tenha nascido para a Bolsa.
“Cinco anos seguidos de alta atraíram para a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) gente sem tempo, paciência ou estômago para ações”, diz Luiz Medina, sócio da M2 Investimentos. “Muitas pessoas que não poderiam ou não deveriam acabaram entrando no mercado de ações. São elas que agora estão desesperadas, sem saber o que fazer.”

Os efeitos da crise do sistema financeiro dos Estados Unidos vêm testando a aptidão dos compradores de ações nos últimos meses – e, com destaque, nos últimos dias. Dos 11 pregões de setembro, sete foram de (muita) queda. Ontem, o pânico se instalou com o anúncio de concordata do Lehman Brothers, quarto maior banco de investimentos dos EUA. Em meio ao clima de hecatombe, a Bovespa recuou 7,59%.

“Quem agora está se perguntando ‘por que fui entrar na Bolsa?’ não conhece o jogo e foi induzido, por um erro próprio, a acreditar que tudo se recuperaria”, diz o sócio da Tag Investimentos, Marcelo Pereira. Para evitar o remorso, o investidor precisa tomar uma decisão, e rápido. “O ideal é manter as ações”, diz. “Mas se resolver deixar a Bovespa, o aplicador deve sair de uma vez. Não tem meio termo.”

Medina concorda, e vai além: “Se o investidor está desconfortável, faz sentido vender as ações. Saia da Bovespa, mas para mudar de aplicação, e não para voltar quando o mercado melhorar”, afirma. Quando tal premissa não está clara, cresce o risco de só conseguir comprar papéis na alta para vendê-los, com prejuízo, na baixa. “Por mais estranho que pareça, o momento é de comprar, e não de se desfazer das ações”, diz.

Saída a conta-gotas

Para outros analistas, há alternativas para diminuir o impacto de uma saída brusca. Nada garante que vender ações aos poucos reduzirá os prejuízos – esperar demais pode até agravá-los. Mas uma opção é começar pelos papéis mais líquidos, ou seja, mais facilmente vendidos. É o caso dos chamados “blue chips”, como Petrobras e Vale. “A chance de o investidor derrubar o preço das próprias ações em busca de um comprador é menor”, diz o sócio da Verax Serviços Financeiros, Marcelo Xandó. A sugestão, reforça, é só para os casos extremos. “Manter o sangue-frio ainda é o melhor.”

Outra alternativa é começar a “juntar os cacos” pelas ações que ainda estiverem no azul ou, no mínimo, menos no vermelho. “O investidor pode manter as ações em que o recuo foi mais forte e vender aquelas em que o prejuízo estiver menor”, aconselha Xandó.

segunda-feira, setembro 15, 2008

E a crise internacional chegou na bolsa em definitivo

Seria dificil eu não dar uma opinião sobre o que está acontecendo no mercado ficnaneiro. Mas vamos ao cerne da questão. Algumas pessoas dão o tom dos fatos por aqui.
A crise financeira nos Estados Unidos, agravada pelo pedido de concordata do banco de investimentos Lehman Brothers, o quarto maior banco norte-americano, deve impedir que a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) retome os 52 mil pontos nesta semana. A avaliação é da economista da Tendências Consultoria Alessandra Ribeiro.

Segundo ela, a quebradeira de bancos no exterior, que já atinge 11 instituições menores, deve causar um imediato sentimento de aversão ao risco e culminar na saída de investidores da renda variável. Por isso, o patamar de pontuação que a Bolsa brasileira fechou na última sexta-feira não deve voltar a acontecer nos próximos dias.

"Poderemos ver uma debandada geral de investidores que vão procurar alocar seus recursos em aplicações mais seguras como os títulos do Tesouro dos EUA. A volatilidade no mercado de ações será muito grande nos próximos dias e é difícil imaginar a Bovespa se recuperando", afirma.

A retirada de recursos de países emergentes pelos investidores e a menor quantidade de dólares em circulação no mercado eleva a cotação da moeda e, principalmente no Brasil, deve gerar uma resposta imediata dos gestores de política monetária.

"O dólar mais caro eleva o preço de produtos e bens importados que chegam ao país, refletindo em inflação mais alta. Então, o Banco Central pode decidir elevar os juros, encarecendo o crédito e trazendo o Brasil para um ciclo de expansão menor", afirma.

Neste ambiente, as projeções mais otimistas para a economia brasileira começam a se deteriorar, segundo a economista. A conseqüência mais provável é um crescimento menor do PIB (Produto Interno Bruto) em 2009.

Se a crise financeira nos Estados Unidos contaminar os demais países, inclusive os emergentes, a expansão pode ser de no máximo 3%, contra os 4,5% previstos pelo governo para o período.

Segundo a economista, este seria um último reflexo dos problemas financeiros nos EUA e poderia levar a economia mundial a uma desaceleração muito maior que a prevista, interferindo, inclusive, na China e Índia, que podem sofrer com a restrição de crédito no mundo e reduzir os investimentos e importações.

Essa perspectiva pode se concretizar, segundo Alessandra Ribeiro, se o banco central dos EUA, o Fed, mantiver o que ele disse nesta segunda-feira, de que não vai mais salvar nenhum banco que não tenha chance de provocar o risco sistêmico, que é falência generalizada das instituições.

Nesta hipótese, a confiança do empresário e da sociedade norte-americana na economia diminuiria bastante, brecando os investimentos produtivos e o consumo. Com a demanda menor por produtos importados, países emergentes como o Brasil e a China perderiam um importante mercado consumidor, que é os Estados Unidos.

"É uma cadeia onde uma coisa puxa a outra. A aversão ao risco vai causar uma debandada geral dos investidores, que impacta em queda nas Bolsas e dólar mais caro. Os juros devem subir, causando desaceleração na economia mundial, o que vai prejudicar os exportadores e impactar negativamente no crescimento PIB dos países", diz.

terça-feira, setembro 09, 2008

Aumenta taxa média de juros paga nos CDBs

Cada vez mais os investidores têm optado por fazer uma gestão ativa de suas aplicações, inclusive naquelas alocadas em renda fixa. Em agosto, os fundos que investem em títulos públicos e privados tiveram mais saques do que aplicações e fecharam com saldo negativo de R$ 5,7 bilhões. Segundo especialistas, a maior parte dos recursos que saiu desse tipo de fundo foi direcionada para os Certificados de Depósito Bancários (CDBs) – títulos de renda fixa emitidos pelos bancos.

Desde maio, a procura por CDBs aumentou porque as instituições financeiras passaram a oferecer taxas mais atrativas. Esse movimento continua e o volume de CDBs que ficam guardados na Cetip cresceu R$ 44 bilhões apenas no mês passado. “O motivo para esse movimento em massa para os CDBs e para a alocação de novas aplicações nesses títulos é o aumento da remuneração”, aponta o superintendente de investimentos do Banco ABN Amro Real, Eduardo Jurcevic.

Em maio, a taxa média paga pelo mercado era de 11%, segundo a Cetip. Atualmente, já está em 12,35% ao ano. Isso equivale dizer que os bancos pagaram em média 95% do Certificado de Depósito Interbancário (CDI). Até agosto, os fundos de renda fixa renderam, em média, 8,17% e, se a rentabilidade continuar no ritmo de pouco mais de 1% ao mês, a aplicação deve oferecer no final de 2008 o retorno de 12,25% (94,2% do CDI atual), já líquida de taxa de administração. Ou seja, ligeiramente abaixo da média do CDB.

Caso a Caso

A diferença de ganho entre o fundo de renda fixa e o CDB pode parecer pequena, mas ela aumenta, e muito, de acordo com o volume. A vantagem acontece principalmente para os investidores mais abonados, já que quanto maior for a aplicação no CDB, melhor será a taxa de juros oferecida.

“Para definir qual será a remuneração, levamos em consideração o total dos investimentos que o cliente possui no banco”, afirma Jurcevic. O patrimônio total do cliente no banco pesa na hora de ter uma taxa melhor, mas também vale negociar com o gerente.

Alguns bancos também levam em consideração o tempo da aplicação. Quanto maior o prazo, maior poderá ser o rendimento. Ao deixar o dinheiro aplicado por mais tempo, o investidor também ganha no Imposto de Renda. Aplicações com prazo superior a dois anos têm IR mínimo de 15%. “Incentivamos a compra de CDBs de cinco anos, pois a pessoa não vai precisar ficar renovando o investimento e, além disso, vai pagar o menor Imposto de Renda”, diz Jurcevic.

Observe também que existem vários tipos de CDBs. Na dúvida, opte pelo flutuante, que permite alternar períodos com taxa pré e pós.

Desempenho da Bovespa nos próximos 12 meses

Eis um analista de mercado falando sobre o desempenho do mercado da Bovespa para os próximos 12 meses.

Eu gostei.


http://int.aeinvestimentos.limao.com.br/aeinvest/videos!getPlayerVideo.action?destaque.idGuidSelect=A4081E99A1CD491E97E865901FEF5FEA

sábado, agosto 09, 2008

Negros sobem de classe com crescimento da economia

Não sou racista. Alguns que "correm" comigo sabem disso mas sempre quando posso e vejo que há algo que valorize os afrobrasileiros, já disse que não sou negro, fico emocionado. A matéria que acabo que postar abaixo reflete o descaso da mídia privada para com as informações. Uma importante fundação divulga tudo e ninguém falou nada. Insisto em fazer isso.

Crescimento econômico beneficia principalmente negros, diz FGV

09/08 - 11:49 - Agência Brasil


Brasília - O aquecimento da economia, que tirou milhões de brasileiros da pobreza, tem beneficiado especialmente os negros. Segundo pesquisa divulgada nesta semana pela Fundação Getulio Vargas (FGV), que revelou que mais da metade dos brasileiros pertence à classe média, a ascensão social dos negros está ocorrendo de forma mais rápida do que a do restante da população.

De acordo com o estudo, o percentual da população nas seis principais regiões metropolitanas do país que integra a classe média passou de 43,64%, em 2002, para 51,57%, em abril deste ano. No mesmo período, a proporção de negros que fazem parte dessa faixa social subiu de 39,24% para 50,87% – alta de 11 pontos percentuais.

Apesar de ainda estar abaixo da média para o conjunto da população, a proporção de negros na classe média está cada vez mais próxima da média geral. No entanto, a velocidade da melhoria do padrão de vida para as pessoas de raça negra surpreende até os organizadores da pesquisa.

“Na classe C, houve esse processo de maior inclusão das pessoas negras”, destaca o chefe do Centro de Políticas Sociais da FGV, Marcelo Néri. Ele ressalta que, mesmo com o desenvolvimento do país nas últimas décadas, a pesquisa mostrou uma nova tendência. “Esse é um dado interessante, porque a gente tem visto muito pouca mobilidade por raça no Brasil, mas, nos últimos anos, os números pelo menos mostram um deslocamento.”

Para a FGV, a principal explicação para essa melhora é que o crescimento econômico está beneficiando principalmente as classes menos favorecidas, compostas principalmente por negros. Em 2002, 38,55% da população negra estava na classe E, a maior fatia entre as raças pesquisadas. Em abril deste ano, a proporção caiu para 23,58% e se aproximou de outras camadas de menor renda, como pardos (22,98%) e índios (22,54%).

Na visão de Néri, o aumento na renda do trabalhador explica a melhora nas condições de vida. Ele, no entanto, alega que, esse processo está se consolidando por causa do avanço na educação: “O fator fundamental que vai determinar a renda é a educação acumulada ao longo dos anos. Ela serve de base para uma inserção trabalhista que, por sua vez, é a base para a inclusão social e econômica.”

Os números são avaliados com desconfiança por entidades vinculadas ao movimento negro. Coordenador pedagógico da organização Educação para a Cidadania de Afro-Descendentes e Carentes (Educafro), rede de cursos pré-vestibulares comunitários, Adriano Rodrigues diz que ainda é cedo para dizer se a ascensão dos negros é definitiva.

“Se não houver uma política específica e de longo prazo para a educação dos negros, as pessoas dessa raça voltarão à pobreza assim que a economia parar de crescer”, critica. “Atualmente, a melhoria nas condições de vida está atrelada apenas à conjuntura do país. Rodrigues reclama ainda da base de comparação, que considera pequena. Se o número de estudantes negros de numa faculdade passar de um para três, a proporção é triplicada, mas o total continua pequeno”, argumenta.

Mesmo com o aumento da velocidade na ascensão social dos negros, a FGV constatou que ainda há muito por fazer para superar as desigualdades sociais no país.

Conforme o estudo, a raça corresponde a apenas 9,52% das pessoas de classe média nas seis regiões metropolitanas pesquisadas (Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre).

Em 2002, essa parcela era de 6,88%. A FGV considera de classe média as famílias com renda entre R$ 1.064 e R$ 4.591 por mês. A classe E, de acordo com o estudo, abrange as famílias que ganham menos de R$ 768 mensais.

Método INI de investimentos em ações - Campinas – SP

Pessoas,
O importante é pulverizar as informações para que se aumente o número de investidores. Portanto, sempre que receber emails --e recebo bastante-- sobre como entrar no mercado de capitais não vou temer em colocar informes como este que está abaixo.

Apresentação:
O Curso Método INI está estruturado nos conceitos de análise fundamentalista, proporcionando ao investidor maior segurança na tomada de decisões de compra e venda de ações. Aos iniciantes oferece de maneira prática o momento adequado de se realizar os investimentos, com os mesmos conceitos dos mercados mais desenvolvidos, como nos EUA e na Europa. A possibilidade de o investidor selecionar empresas com maior potencial de crescimento das vendas e do lucro, melhora a performance de retorno dos investimentos. O Curso será desenvolvido com base no software de seleção de empresas do INI ao qual todos terão acesso ao participarem do evento.
Programa:
1. Introdução - O INI e seu papel educacional.
2. Mercado Acionário e a Posição do Investidor.
3. Descrição dos 5 princípios de investimento do INI.
4. Tabelas de Informações Básicas (TIB).
5. Análise Completa de uma Cia. Aberta com o Software INI.
6. Atendimento a dúvidas sobre o Método e o Mercado.

DETALHES DO CURSO EM CAMPINAS
Data e Horário:
Dias 14 de agosto 2008- QUINTA-FEIRA.
Horário: das 18:00 às 22:30 horas


Local: Auditório de Treinamento (Vitória/New Port Residence) a Rua Santos Dumont, 291 – Cambuí – Campinas/SP
Inscrição: E-mail de contato exclusivo para o curso: curso.mini@yahoo.com.br; curso.mini@autonomanet.com.br ou fone (19) 3342-3500 (MVI–AUTONOMA Consultoria) com Milton.
Informar: NOME COMPLETO, RG, Tel. e STATUS: (Associado ou Cadastrado no INI)
VALOR DO INVESTIMENTO:
- R$ 200,00 para Associados INI (comprovados)
- R$ 290,00 para demais interessados*

* Neste valor está incluído material didático (Guia Oficial do INI e Manual
Técnico) + 1 ano de associação no INI + acesso às áreas restritas do
site, incluindo o uso do software de seleção de empresas.

IMPORTANTE: Somente 20 vagas

Papéis das empresas de siderurgia pode vir a ser uma boa opção

Os investidores acostumados a acompanhar o movimento da Bolsa de Valores de São Paulo podem ter ficado assustados com as oscilações das ações de siderúrgicas nos últimos pregões. Os papéis têm registrado valorizações expressivas em alguns dias, mas costumam devolver todo o ganho no pregão seguinte. Com essa forte volatilidade, na primeira semana de agosto, Usiminas PNA, CSN ON e Gerdau PN já acumulam queda de 11,55%, 8,87% e 8,13%, respectivamente.

O intenso sobe-e-desce dos papéis deve-se, em parte, à forte saída de estrangeiros da Bolsa. “O resgate dos estrangeiros prejudicou o desempenho das siderúrgicas e das "blue chips de modo geral, que têm grande concentração desse tipo de investidor”, diz o analista Carlos Kochenborger, do banco Geração Futuro. Outro fator que ajudou a derrubar as siderúrgicas foi a queda recente do preço das matérias-primas (commodities), que acabou afugentando também o investidor local dessas ações.

Apesar disso, a recente volatilidade das ações de siderúrgicas não foi suficiente para limitar os ganhos dos papéis no ano. Enquanto o Índice Bovespa recuou quase 11% em 2008, as ações preferenciais da Gerdau Metalúrgica, por exemplo, registram a maior alta do setor, de 25%. Acompanhe o desempenho das ações no ano, no quadro abaixo:

Assim, mesmo com as constantes quedas das matérias-primas (níquel, cobre e aço), a perspectiva para o setor ainda é positiva. “Os resultados desse ano não serão afetados pelas baixas, pois as vendas já estão encomendadas”, diz o chefe da equipe de análise da Coinvalores, Marco Aurélio Barbosa. “No ano que vem, poderá afetar o desempenho, mas não será nada muito significativo”, diz.

Reajuste do aço

No curto prazo, as siderúrgicas ainda devem ser beneficiadas pelo reajuste do preço do aço, que deve ocorrer até o mês que vem. “Já houve dois aumentos de preços praticados no mercado interno em 2008. Em agosto ou setembro, deve começar a vigorar um novo reajuste, entre 10% e 15%, dependendo da companhia”, diz Barbosa.

Os reajustes desse ano foram ocasionados pelo aumento do custo das matérias-primas necessárias para produzir o aço, como o minério de ferro. No início do ano, a Vale aumentou em 65% o preço do minério de ferro distribuído no mercado externo e interno. “O reajuste do preço do aço vai ser suficiente não só para repassar o aumento dos custos, mas também para proporcionar ganho de margem”, avalia Kochenborger. Os reajustes do primeiro semestre já foram percebidos nos balanços do segundo trimestre. A Gerdau, por exemplo, registrou um aumento no lucro de mais de 85% impulsionada pelo aumento das vendas juntamente com o novo preço do produto. O próximo aumento será refletido nos balanços do terceiro e quarto bimestre.

Incertezas em 2009

Os investidores estão na retaguarda com as notícias que alertam para uma possível desaceleração da economia mundial, em especial, da China, um dos grandes motores do setor siderúrgico. “Os fundamentos das empresas continuam sólidos. Quanto à China, o segundo semestre será decisivo para avaliarmos o tamanho do desaquecimento que, ainda, permanece incerto”, diz Barbosa, da Coinvalores.

Para os especialistas, se o preço das commodities continuar a cair, o crescimento das siderúrgicas em 2009 deve ser um pouco menor. Pelas estimativas do mercado, a receita da Gerdau, por exemplo, que deve crescer 28% em 2008, ficará em torno de 10% no ano que vem. Apesar do risco vindo da China, os analistas consideram as siderúrgicas uma boa opção para o longo prazo.

A maior parte das vendas das empresas do setor é direcionada ao mercado interno. Segundo os especialistas, as áreas de construção civil e automobilismo devem continuar a impulsionar a siderurgia. “Apesar da alta do juro, os segmentos estão aquecidos. Nas elevações da taxa de juros em anos anteriores, os empresários se queixavam. Hoje, eles entendem que é uma correção e continuam a ampliar os projetos de investimento”, explica Kochenborger.

No curtíssimo prazo, porém, até sair o reajuste do preço do aço e as Bolsas mostrarem uma tendência _com menos estrangeiros sacando recursos, o investidor deve sofrer com fortes oscilações.

quarta-feira, agosto 06, 2008

É hora de vender as ações de Vale e Petrobras?

Se os estrangeiros estão vendendo as ações da Vale e da Petrobras, é hora de o investidor brasileiro vender também? Se o horizonte de investimento for de médio a longo prazo, ou seja, mais de um ano, a resposta é não, concordam os analistas consultados para esta reportagem.

Antes de se desesperar, porém, vale lembrar que essas empresas acumulam, em 5 anos, um ganho extraordinário. Segundo a consultoria Economática, os papéis preferenciais da Petrobras tiveram uma elevação de 677,1%, enquanto a Vale obteve uma alta de 459,9%, já considerando as perdas de cerca de 22% até a sexta (25).

Por isso para melhor analisar esses dois papéis é necessário trabalhar com dois prazos distintos.

Curto prazo
No curto prazo a volatilidade deve se manter ainda por um tempo, por conta das dúvidas em relação ao desempenho da economia norte-americana e do recuo do preço das commodities, diz George Sanders, estrategista de renda variável da Infinity Asset Management.

Outro aspecto negativo no curto prazo, aponta Marco Saravalle, analista da Coinvalores, é o aumento da curva de juros, com a elevação da taxa básica, o que deve diminuir o interesse pela renda variável, diz.

Clodoir Vieira, economista-chefe da corretora Souza Barros, também concorda que no curto prazo a instabilidade deve continuar e que manter as ações vai depender da capacidade que o investidor tem de suportar as perdas. "Depende do estoque financeiro. O investidor deve impor um limite para sua perda, bem como para o ganho", ensina.

FGTS
No caso dos trabalhadores que investiram o Fundo de Garantia nestes papéis, Vieira lembra que estão com lucro assombroso de mais de 1.000%. "Só o que estas empresas pagam de dividendos já é superior ao rendimento do Fundo, por isso não aconselho a retirada", diz.

Para se ter uma idéia do acerto desse investimento, em cinco anos, os fundos FGTS renderam 1.071,87%. No mesmo período, o próprio FGTS pagou um rendimento de 54,78%; enquanto a poupança rendeu 94,45%. O Ibovespa teve alta de 223,12%, segundo dados da Coinvalores.

Médio e longo prazo
As turbulências de curto prazo não impedem que Vale e Petrobras continuem sendo papéis com ótimo potencial ótimo de alta, avalia George Sanders. "Tanto pelas prospecções de aumento da produção de petróleo quanto pelos reajustes que vêm sendo praticados com minério de ferro pela Vale, as duas empresas são escolhas essenciais", afirma.

Para Carlos Manoel Pereira de Souza, estrategista-chefe da Lopes Filho Consultoria de Investimentos, agora é hora de comprar esses papéis. "As perspectivas para ambas as empresas são muito boas", diz. "A expectativa para um desempenho futuro é excelente no caso da Petrobras."

Segundo o executivo, com a descoberta das novas bacias, a produção que atualmente é de 1,9 milhão de barris/dia deve passar a 4 milhões de barris/dia em 2015, se a empresa conseguir cumprir todos os investimentos programados. "Enquanto nos outros países o nível de reservas vem caindo, aqui no Brasil estão sendo descobertas novas áreas. A Petrobras é a empresa do século."

As ações da Vale também sofreram recentemente com uma colocação de ações que não foi feita num bom momento, diz Souza. "Ela pegou um tsunami e não quis suspender a emissão, mas saiu viva", explica o executivo, referindo-se ao momento de forte aversão ao risco em que foi feita a emissão de papéis pela Vale.

Por conta da forte queda das ações, o indicador Preço sobre Lucro (P/L) da empresa está em torno de seis, metade da média, o que, segundo Souza, é mais um fator positivo a indicar a compra, já que quanto mais baixo for o preço em relação ao lucro, mas rapidamente o acionista deve obter o retorno do investimento.

Além disso, diz Souza, a Vale como empresa só tem dado boas notícias. Planeja aumentar as exportações de minério e já tem a produção comprada até 2010. "Petrobras e Vale são os papéis que têm o maior potencial de crescimento no Brasil."

Analistas acreditam na recuperação das ações da Vale

Enquanto os papéis da Vale (VALE3, VALE5) acumulam fortes quedas, crescem as apostas dos analistas de que este é um bom ponto de entrada, levando também em consideração a previsão de recuperação das ações até o final do ano.

Dessa vez quem adota esse discurso é o banco de investimentos UBS Pactual: "nos últimos anos, a Vale subiu no segundo semestre, e nós acreditamos que as condições são favoráveis a uma recuperação do preço das ações neste ano também".

Sobre o declínio dos papéis, os analistas afirmam que os investidores estão precificando um cenário mais pessimista para a rentabilidade, devido a preços mais baixos. Contudo, é preciso atentar para um detalhe: a resiliência do lucro da Vale devido à sua alta exposição ao minério de ferro.

Reajustes

"Enquanto nos aproximamos de 2009 e os investidores percebem que os ganhos devem ser sustentados por outro aumento no preço do minério de ferro, nós acreditamos que o preço das ações pode se recuperar de sua mínima este ano", prevêem os analistas.

Dessa forma, novos reajustes no valor do minério são aguardados para 2009, embora menores do que nos anos anteriores. Ademais, o banco ressalta que a exposição da Vale ao produto é defensiva, o que não tem sido refletido nos patamares atuais das ações.

Outro ponto destacado pela equipe do UBS é o fato de que qualquer declínio nos preços deve ter um grande impacto negativo na crescente produção chinesa de minério de ferro, o que é positivo para mineradoras de fora do país.

Fusões e Aquisições

Embora compreendam o temor dos investidores diante da perspectiva de uma grande aquisição da Vale no pico do ciclo, os analistas acreditam que a administração da mineradora é disciplinada em relação aos valores dos ativos e sabe identificar as oportunidades.

Principalmente visto que o cobre e o carvão são duas commodities que têm perspectivas positivas no médio prazo, de acordo com as estimativas do banco.

A diversificação dos ativos da Vale é um importante fator competitivo entre seus rivais, como a Rio Tinto e a BHP Billiton, e uma operação de aquisição é vista como vantajosa para a Vale no longo prazo, apesar da oferta de ações ter "prejudicado levemente a sua disciplina de capital".

Recomendações

Os preços atuais das ações da Vale indicam um ponto de entrada muito atraente, segundo o UBS. "Nós acreditamos que o valuation atual da Vale oferece um bom suporte", afirma a equipe do banco, apontando que os papéis da mineradora são negociados perto de suas mínimas históricas.

Enquanto acreditam que novos declínios devem ser limitados na ausência de uma grande mudança nas perspectivas, os analistas recomendam a compra dos papéis preferenciais classe A da companhia, com preço-alvo para 12 meses de R$ 71,00.

CURSO MÉTODO INI DE INVESTIMENTO EM AÇÕES

Local: Bovespa - dia 09/08/2008 – Das 9h00 às 14h00.
Rua: XV de novembro, 275 – 1º andar.

A QUEM SE DESTINA:
O curso "INI" destina-se às pessoas que desejam iniciar-se no mercado de ações de maneira prática, segura e objetiva. Não há nenhum pré-requisito especial, ou melhor, há, é preciso que você sinta o desejo de ampliar os seus horizontes, crescer, adquirir novos e valiosos conhecimentos, o “conhecimento é poder”. Pode participar deste curso investidores das mais diversas áreas, profissionais liberais, empresários, estudantes, donas de casa, aposentados, profissionais de empresas públicas e privadas. Onde também será possível dicas de Finanças Pessoais com o objetivo para alcançar o sonho da Independência Financeira, independentemente do valor de sua receita mensal, é possível, descubra como e que você pode, é só começar.

INSTRUTOR:
O curso é ministrado pelo Prof. Clodoir Vieira, Economista, pós-graduado em Mercado de Capitais, analista chefe de investimentos da Corretora Souza Barros, Professor Universitário de Mercado de Capitais e colaborador de vários meios de comunicação. Jornais (Valor, Gazeta, jornal do Comercio, Monitor e outros), revistas (Você S.A, Dinheiro, Exame e outros) e Programas jornalísticos (Globo News, Bloomberg SBT, Band News e outros).

OBJETIVO:
Fornecer conteúdos teóricos e práticos, como técnicas de investimento em ações, estratégias operacionais, montagem de carteira de ações, Tomada de decisões, negociação eletrônica (home broker), que possibilitará ao futuro investidor o ingresso no mercado de capitais.

PROGRAMA: (Nivelamento e conceitos básicos - 30 minutos)
Agentes Reguladores do Mercado; O que é uma ação; Codificação dos papéis; Proventos; Por que investir em ações; O que é Home Broker; Como comprar e vender; O que é carteira teórica do Ibovespa; Objetivos e Metodologias de Investimento; Riscos dos investimentos.

Princípios do INI
Introdução - O INI e seu papel educacional;
Mercado Acionário e a Posição do Investidor;
Descrição dos 05 princípios de investimento do INI;
Tabelas de Informações Básicas (TIB);
Guia Inicial de Avaliação;
Guia Principal de Avaliação;
Análise Completa de uma Cia. Aberta com o Software INI;
Atendimento a dúvidas sobre o Método e o Mercado.

VALOR DO INVESTIMENTO:
Associados INI: R$ 200,00
Público em geral: R$ 290,00*

Clientes da Corretora Souza Barros C.T. SA.
Associados INI: R$ 170,00 - Para pagamento antecipado.
Não Associados INI: R$250,00* - Para pagamento antecipado.

INCLUSO *:
Material didático, recursos do INI, associação por um ano. Também inclui as seguintes ferramentas:
- Informações financeiras de mais de 250 empresas
- O Software de apoio ao método INI é versão eletrônica dos formulários oferecidos pelo Instituto. Agiliza o trabalho de seleção de empresas e permite organizar os arquivos em seu próprio computador.
- Orientador Virtual.
- Certificado de participação.

Obs. Visita no espaço Bovespa no final do curso se houver disponibilidade no dia.
Para pagamento antecipado terá desconto de R$ 20,00 até dia 06/08/2008.

Informações e pagamentos:
Dia: 09 de Agosto de 2008.
Horário: Das 09h00hs às 14h00hs.

Fone: (11) 2941-4239 – 2021-0489 - Cel. 7323-6347
cursos@clodoirvieira.com.br

Favor informar os seguintes dados pessoais:
Nome completo:
RG.:
E-mail: (usado como login no INI)
Tel.:

Status:
Associado ( ) Sim ( ) Não
Cliente Souza Barros ( ) Sim ( ) Não

Apoio: INI – Instituto Nacional do Investidor e Corretora Souza Barros C e T. S.A.

quarta-feira, julho 30, 2008

INFORMATIVO - INI

Julho de 2008

Link: http://www.ini.org.br/ini/site/informativo/Informativo_julho_2008.pdf

SEÇÃO: O INI
- NÚMEROS DA COMUNIDADE
- AGENDA INI
- ACONTECEU NO INI

SEÇÃO: ENTENDENDO O MERCADO DE AÇÕES

TEMA DESTA EDIÇÃO: Compro agora ou vai cair mais? O investidor inteligente tem metas bem definidas para definir quando comprar ou vender ações.
Os investidores experientes costumam dizer que, para entrar em um papel, você deve ter uma estratégia de saída. A lógica é interessante: - Se você não sabe em que circunstâncias vai querer sair do papel, então não sabe por que entrou. A moral dessa história é que o investidor deve ter metas bem definidas para sua carteira e métodos objetivos para geri-la... (continua)

SEÇÃO: A METODOLOGIA INI DE INVESTIMENTO EM AÇÕES

TEMA DESTA EDIÇÃO: “Comprar ações de uma só vez” x “Comprar regularmente”. O Primeiro Princípio do INI na prática.

O mercado de ações sempre esteve repleto de profetas do passado. Sempre há quem olhe para um gráfico das cotações dos últimos dois anos de Telemar ON e diga: - Aqui eu teria vendido e aqui eu teria comprado, ou ainda: - Se tivesse colocado todo meu dinheiro na Randon PN em 2002, estaria rico...(continua)

ESPAÇO DA COMUNIDADE

TEMA DESTA EDIÇÃO: Sites dos Membros Orientadores.
Nossos Membros Orientadores (MO’s) estão cada vez mais ativos, promovendo eventos e cursos em mais de 12 estados da federação, além da abertura de clubes de investimento e da divulgação da metodologia INI em salas de aula, eventos, palestras... (continua)

Link http://www.ini.org.br/ini/site/informativo/Informativo_julho_2008.pdf


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CURSO MÉTODO INI DE INVESTIMENTO EM AÇÕES

APRESENTAÇÃO:
O curso de base fundamentalista ministrado pelo Prof. Mauro Calil destina-se às pessoas que desejam iniciar-se no mercado de ações de maneira prática e segura e tem por objetivo conferir ao participante ferramentas e subsídios para sua decisão de investimento. Ainda são expostos conceitos comportamentais, amplamente difundidos nos EUA e na Europa, que poderão ajudar o aluno a ser um investidor consciente e de longo prazo. Será dado o detalhamento do Método INI, que é derivado de uma metodologia que foi criada há mais de 50 anos nos EUA e, atualmente, é utilizada em 23 países (ver www.betterinvesting.org e www.wfic.org) , e cujo principal resultado é fazer o participante ser capaz de Selecionar e Comparar Empresas com Potencial de Crescimento de modo a formar e gerenciar sua carteira. Curso com base no software de seleção de empresas do INI ao qual todos terão acesso ao participarem do evento.

PROGRAMA:
O INI e seu papel educacional;
Mercado Acionário e a Posição do Investidor;
Descrição dos 05 princípios de investimento do INI;
Tabelas de Informações Básicas (TIB);
Guia Inicial de Avaliação;
Guia Principal de Avaliação;
Análise Completa de duas Empresas com o Software INI;
Atendimento a dúvidas sobre o Método e o Mercado.

DETALHES DO CURSO EM SÃO PAULO:
Data: 02 de Agosto de 2008 (Sábado).
Horário: das 09:00 às 14:00 horas
Local: CIESP-SUL – Rua Bernardino de Campos, 145 – Brooklin (próximo ao cruzamento da Av.Santo Amaro com a Av.Morumbi).

INSCRIÇÕES: E-mail de contato exclusivo para o curso: eventos@calilecalil.com.br ou fone/fax (11)5052.2902 em horário comercial.
Calil e Calil Centro de Estudos e Formação de Patrimônio.
No e-mail informar:
Curso de interesse:
Data:
Cidade:
NOME COMPLETO:
RG.:
E-MAIL: (usado como login no INI)
TEL.:
STATUS: (Associado ou Cadastrado)

Valor do Investimento:
- R$ 200,00 para Associados INI.
- R$ 290,00 para demais interessados.*

* Material didático, associação ao INI por um ano, informações financeiras de mais de 250 empresas, Software de Análise de Empresas que auxilia na escolha de Ativos e Membro Orientador Virtual.

terça-feira, julho 29, 2008

É melhor investir a curto, médio ou longo prazo?

O curto, médio ou longo prazo não têm uma definição exacta e dependem da leitura que fazemos do mercado. É normal considerar o curto prazo como qualquer período menor que um mês, o médio prazo até um ano e o longo prazo qualquer número maior que um ano. Mas também é normal considerar curto prazo tudo o que for abaixo de um ano. Provavelmente a nossa ideia destes três prazos tende a ficar cada vez mais reduzida no tempo face às ferramentas de investimento que permitem diminuir cada vez mais o tempo físico.

Para um gestor de fundos que trabalhe com somas gigantescas, uma pessoa que compre acções e as mantenha por um mês pode ser chamada de especuladora de muito curto prazo. Outra pessoa que considere um mês como curto prazo, chamará de especulador a uma pessoa que compre de manhã e venda à tarde.

O tempo que mantemos os títulos na nossa carteira tem a ver com a questão da previsibilidade. É impossível prever o futuro mas, se fazemos compras, é porque esperamos que o preço suba por algum motivo lógico. Alguns investidores não acreditam no curto prazo: dizem que é o domínio do caos, onde operam especuladores que fazem as cotações oscilarem sem uma base sustentável. Só o longo prazo nos faz invisíveis aos especuladores e torna possível determinar mais ou menos a direcção das cotações.

Outros investidores, com imensa experiência e resultados comprovados, dizem que é precisamente o contrário: se temos o conhecimento do dia de hoje, se temos uma linha de tendência definida na cotação, se sabemos o que se passa na empresa, não é mais fácil prever os próximos três ou quatro dias? O futuro mais longínquo é também o mais obscuro, por isso as estratégias devem ser dedicadas ao muito curto prazo.

segunda-feira, julho 28, 2008

CURSO MÉTODO INI DE INVESTIMENTO EM AÇÕES

Local: Bovespa - dia 09/08/2008 – Das 9h00 às 14h00.
Rua: XV de novembro, 275 – 1º andar.

A QUEM SE DESTINA:
O curso "INI" destina-se às pessoas que desejam iniciar-se no mercado de ações de maneira prática, segura e objetiva. Não há nenhum pré-requisito especial, ou melhor, há, é preciso que você sinta o desejo de ampliar os seus horizontes, crescer, adquirir novos e valiosos conhecimentos, o “conhecimento é poder”. Pode participar deste curso investidores das mais diversas áreas, profissionais liberais, empresários, estudantes, donas de casa, aposentados, profissionais de empresas públicas e privadas. Onde também será possível dicas de Finanças Pessoais com o objetivo para alcançar o sonho da Independência Financeira, independentemente do valor de sua receita mensal, é possível, descubra como e que você pode, é só começar.

INSTRUTOR:
O curso é ministrado pelo Prof. Clodoir Vieira, Economista, pós-graduado em Mercado de Capitais, analista chefe de investimentos da Corretora Souza Barros, Professor Universitário de Mercado de Capitais e colaborador de vários meios de comunicação. Jornais (Valor, Gazeta, jornal do Comercio, Monitor e outros), revistas (Você S.A, Dinheiro, Exame e outros) e Programas jornalísticos (Globo News, Bloomberg SBT, Band News e outros).

OBJETIVO:
Fornecer conteúdos teóricos e práticos, como técnicas de investimento em ações, estratégias operacionais, montagem de carteira de ações, Tomada de decisões, negociação eletrônica (home broker), que possibilitará ao futuro investidor o ingresso no mercado de capitais.

PROGRAMA: (Nivelamento e conceitos básicos - 30 minutos)
Agentes Reguladores do Mercado; O que é uma ação; Codificação dos papéis; Proventos; Por que investir em ações; O que é Home Broker; Como comprar e vender; O que é carteira teórica do Ibovespa; Objetivos e Metodologias de Investimento; Riscos dos investimentos.

Princípios do INI
Introdução - O INI e seu papel educacional;
Mercado Acionário e a Posição do Investidor;
Descrição dos 05 princípios de investimento do INI;
Tabelas de Informações Básicas (TIB);
Guia Inicial de Avaliação;
Guia Principal de Avaliação;
Análise Completa de uma Cia. Aberta com o Software INI;
Atendimento a dúvidas sobre o Método e o Mercado.

VALOR DO INVESTIMENTO:
Associados INI: R$ 200,00
Público em geral: R$ 290,00*

Clientes da Corretora Souza Barros C.T. SA.
Associados INI: R$ 170,00 - Para pagamento antecipado.
Não Associados INI: R$250,00* - Para pagamento antecipado.

INCLUSO *:
Material didático, recursos do INI, associação por um ano. Também inclui as seguintes ferramentas:
- Informações financeiras de mais de 250 empresas
- O Software de apoio ao método INI é versão eletrônica dos formulários oferecidos pelo Instituto. Agiliza o trabalho de seleção de empresas e permite organizar os arquivos em seu próprio computador.
- Orientador Virtual.
- Certificado de participação.

Obs. Visita no espaço Bovespa no final do curso se houver disponibilidade no dia.
Para pagamento antecipado terá desconto de R$ 20,00 até dia 06/08/2008.

Informações e pagamentos:
Dia: 09 de Agosto de 2008.
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quinta-feira, julho 24, 2008

Teleconferência do Instituto Nacional de Investidores

Tenho recebido todos os dias informes ( newsletters) sobre como fazer investimentos seguros ou mesmo conferências sobre bolsa de valores, títulos mobiliários, ações de empresas entre outras coisas.
Vou começar, a partir de hoje, fazer postasgens a respeito disso. Eis a primeira:
Convidamos para participar do WEBCAST/TELECONFERÊNCIA promovido pela SUZANO PAPEL E CELULOSE, Associado Fundador do INI.
Esse evento é destinado ao público INI e o objetivo é apresentar os resultados do 2º Trimestre de 2008.
Veja a seguir como participar e os dados do evento:

Dados do evento:
Data: 24/07/2008 - quinta-feira
Horário: 18:00 (horário de Brasília)
Palestrante: Sr. Bernardo Szpigel
Tema: Apresentação dos resultados do 2º Trimestre de 2008

Como participar:
- Por Internet (ao vivo), basta acessar o http://www.mz-ir.com/webcast/suzano/ini_2t08/ e preencher o que se pede.
- Por telefone, 55 11 2188 0188
- senha: suzano


Aproveite esta oportunidade de conhecer melhor a SUZANO PAPEL E CELULOSE e tirar dúvidas sobre os resultados.

O que muda nos investimentos com a alta dos juros

Os investidores e profissionais do mercado financeiro passarão boa parte da semana com o número 13% ao ano. Essa é a nova taxa básica de juros (Selic).

A diferença pode mudar, e muito, a perspectiva para os investimentos. Ela pode sinalizar, por exemplo, que o ciclo de alta dos juros poderá ser mais longo ou mais curto, mais intenso ou mais suave. Tudo dependerá da leitura que o mercado fará da decisão do Copom. Confira a seguir os principais impactos da alta dos juros para cada mercado, de acordo com especialistas consultados:

Renda fixa

Para quem não deseja se arriscar, a recomendação neste momento é manter os recursos em aplicações atreladas à variação dos juros, como os tradicionais fundos DI, em CDBs pós-fixados ou em títulos públicos como as Letras Financeiras do Tesouro (LFT). Nesse caso, o melhor cenário é uma elevação de 0,75 ponto porcentual na Selic, já que quanto mais alta for a taxa, maior será o ganho _ por se tratar de investimento pós-fixados, que acompanham os juros.

Segundo o economista-chefe da Unibanco Asset Management, José Luciano da Silva Costa, o ciclo de alta dos juros deve começar a ficar mais claro apenas no último trimestre deste ano. “Quem não deseja ter surpresas deve se manter nesse tipo de investimento até lá”, aponta.

O investidor com um maior apetite ao risco, porém, pode destinar uma parte de sua carteira, de até 30%, para as aplicações prefixadas, que possuem a rentabilidade definida no momento do investimento. É o caso dos fundos de renda fixa e de títulos públicos como as Letras do Tesouro Nacional (LTN). Não existe um consenso, porém, sobre qual será a reação imediata desse mercado à elevação dos juros.

De acordo com o diretor-executivo da área de gestão de recursos do Banco WestLB, Aristides Jannini, uma alta de meio ponto porcentual na Selic deverá ser positiva para os títulos prefixados. “Os títulos com vencimento até janeiro de 2010 tendem a reagir melhor a este cenário, pois mostra que o BC tem maior controle sobre a inflação e não vai precisar subir tanto os juros daqui para a frente”, diz.

O gestor Luiz Alberto Marques, da Quest Investimentos, concorda que a melhor alternativa seria uma elevação de 0,5 ponto porcentual. Ele afirma, no entanto, que os prefixados podem ser uma boa oportunidade mesmo que a alta dos juros seja maior. Isso porque, segundo o profissional, as taxas dos títulos pré já embutem a possibilidade de um forte ciclo de alta da Selic, maior do que o realmente necessário para conter a inflação.

Bolsa

A magnitude da alta dos juros deve ter pouco efeito para a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), ao menos no curtíssimo prazo. Para o sócio da Paraty Investimentos, Marco Franklin, ao contrário do que se imagina, uma elevação de 0,75 ponto porcentual na Selic não teria um efeito negativo para as ações brasileiras.

Ele lembra que, durante o último ciclo de aperto monetário, entre 2004 e 2005, quando a Selic chegou a 19,75% ao ano, a Bolsa manteve a tendência de alta. “Quando o mercado entende que o BC faz o que deveria ser feito, a reação, inclusive, costuma ser positiva.” Franklin avalia, porém, que os papéis de alguns setores, como os de empresas de varejo e consumo, tendem a ser prejudicados em caso de uma alta maior dos juros.

De acordo com o economista do Unibanco, caso os juros subam para 12,75% ao ano, os investidores tendem a reagir melhor. Isso porque um ajuste gradual reduziria os temores de uma desaceleração mais forte da economia brasileira. “Já uma alta de 0,75 ponto deve ter um efeito contrário”, considera.

Na análise do gestor Luiz Alberto Marques, da Quest Investimentos, seja qual for o resultado do Copom hoje, a Bovespa continuará à mercê do que acontecer nos mercados no exterior, em especial com os preços das matérias-primas (commodities) e dos índices de ações em Nova York. “Mesmo que os investidores considerem ruim uma alta de 0,75 ponto, se lá fora as bolsas subirem a Bovespa deve acompanhar”, afirma.

Dólar em queda

Enquanto os especialistas divergem sobre o cenário para a renda fixa e a Bolsa, no câmbio a avaliação é unânime: a tendência para a moeda norte-americana é de queda. A alta dos juros brasileiros tende a fortalecer a moeda brasileira em relação ao dólar porque aumenta o diferencial entre as taxas praticadas aqui e no exterior, o que atrai recursos estrangeiros. Nesse caso, a diferença entre uma elevação de 0,50 e 0,75 ponto porcentual é pequena, uma vez que esse movimento já foi antecipado pelos investidores, na avaliação do gestor da Quest.

sábado, julho 19, 2008

Analistas ainda crêem na recuperação da Bovespa

Desde seu recorde histórico, aos 73.516 pontos, atingido com a euforia pelo grau de investimento, em 20 de maio de 2008, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), já perdeu pouco mais de 18% até o fechamento da última sexta-feira, quando atingiu 59.998 pontos. Apesar da forte queda, os analistas recomendam aos investidores que mantenham seu dinheiro na Bovespa até que a turbulência acabe.

Nesse caso, a orientação é para que a manutenção do investimento na bolsa até que o índice atinja um nível que, pelo menos, recupere o valor inicial aplicado.

Segundo Paulo Roberto da Silva, da corretora Planner, uma das regras para a aplicação em bolsas de valores é nunca vender ações quando elas estão em baixa. "(A bolsa) é uma prática que o brasileiro ainda não se acostumou e vai demorar pra se acostumar. Ele encara a bolsa como um local de oportunidade rápida. E ela não é. Ou ele começa a enxergar a bolsa como algo a longo prazo ou não vai funcionar pra ele", explicou.

A opinião é compartilhada pelo analista da Alpes Corretora Fausto Gouveia. "(Eu recomendo aos investidores) que mantenham a calma. Pois, a bolsa está passando por turbulência. Não tem porque se desesperar e sair vendendo tudo. Aos poucos o cenário deve se acalmar. Eu vejo a bolsa no final do ano a 75 mil pontos", explicou.

Para Silva, da Planner, o investimento em ações se compara a um patrimônio. "Você comprou um patrimônio de uma empresa sólida, como Petrobras e Vale, e não vai se desfazer disso. São empresas vencedoras. No caso da Petrobras, se elas (as ações) já valeram R$ 52, com o barril (de petróleo) a US$ 110, porque ela está valendo R$ 38 com o petróleo a US$ 145? Sempre vai ter crise. Eu já vivi 36 anos no mercado. Via de regra, o valor das ações se recupera", afirmou.

De acordo com Fausto Gouveia, os bons fundamentos das empresas donas dos papéis mais negociados no mercado - Petrobras e Vale do Rio Doce - devem trazer mais estabilidade ao mercado a partir da divulgação dos balanços.

"Os balanços de Vale, Petrobras, bancos e siderúrgicas, todos devem vir bons e até, possivelmente, proporcionar uma descolada da bolsa do comportamento do exterior. A bolsa uma é boa opção, pois os bons fundamentos devem prevalecer", afirmou.

Recomendações
Para os especialistas, o investimento deve se adequar ao perfil de cada pessoa. Clodoir Vieira, economista-chefe da Souza Barros, diz que não é prudente colocar todo o patrimônio em bolsas de valores. "Se a pessoa estiver ainda com resultado positivo, eu tenho dito para tirar pelo menos 50% da carteira e migrar para renda fixa, aproveitando os juros, que estão subindo", afirmou.

Segundo ele, outro fator a ser levado em consideração é quando o dinheiro que está investido terá que ser usado. "Tudo depende se a pessoa vai precisar do dinheiro no curto prazo. Se puder deixar (na bolsa) por 12, 18 meses, eu digo pra não sair. Mas, se você vai precisar do dinheiro em novembro e estiver com poucos ganhos ou no zero a zero, eu digo saia e não corra mais riscos", explicou.

A tese foi citada também pelo assessor da Planner. "É errado colocar o recurso que você vai precisar no curto prazo na bolsa. Isso é dinheiro de poupança. Porque as empresas estão sujeitas a uma série de oscilações da economia mundial. Hoje, nós passamos por uma crise longa, de liquidez, que afeta a maior economia do mundo. Então isso vai ter reflexos nas ações da empresas, principalmente de uma economia emergente como o Brasil", afirmou.