sexta-feira, março 28, 2008

FAÇA SEU DINHEIRO TRABALHAR PARA VOCÊ!

Aprenda a diferença entre ativos e passivos

Se você deseja ser um investidor de sucesso compre ativos que se converterão em mais ativos ao longo do tempo.

O QUE SÃO ATIVOS?

Ativo é o total de bens de uma empresa ou pessoa. A riqueza de uma pessoa é medida pelo total de ativos que ela possui.

Dinheiro também pode ser descrito como um ativo. Os ativos são classificados em duas principais categorias: reais e financeiros . A diferença entre as duas é o que pode ser tocado fisicamente.

Ativos Reais, também conhecidos como ativos palpáveis, podem ser divididos em três grupos:

  • Patrimônio, bens

  • Commodities, como ouro e prata, etc e

  • Colecionáveis, como obras de arte, selos, moedas, etc.

Os ativos reais normalmente mostram melhor avaliação quando a inflação está alta.

Ativos Financeiros, algumas vezes referidos como impalpáveis, são separados em três áreas:

  • Ações,

  • Títulos (títulos da dívida pública ou particulares, fundos, etc) e

  • Dinheiro.

Cada categoria tem seu próprio risco e recompensa característicos, como veremos mais adiante.

O QUE SÃO PASSIVOS?

Passivos são todas as obrigações e dívidas de uma empresa ou pessoa.

Isto envolve todas as despesas que você tem com aluguel, vestimentas, diversão, impostos, transporte, empréstimos, etc.

Para que você tenha um patrimônio sempre crescente, você precisa distinguir os ativos (tudo o que põe dinheiro no seu bolso) dos passivos (tudo o que tira dinheiro do seu bolso). Compre mais ativos que obrigações. Procure pagar seus passivos com a renda dos seus ativos. Se você não fizer isso as suas obrigações irão sempre aumentar.

A maioria das pessoas não consegue distinguir os ativos dos passivos, como no exemplo abaixo:

João tem um dinheiro sobrando e compra um carro. Com este carro ele irá adquirir despesas extras como combustível, impostos, etc. Se em vez de comprar o carro João aplicasse seu dinheiro por um certo tempo (não muito longo) e conseguisse dobrar essa quantia, ele poderia comprar o carro e ter o dinheiro para suas despesas. Ou seja, João comprou um ativo que na verdade era uma obrigação.

É claro que isto envolve também o tempo, a disposição e as prioridades de cada um. No mercado financeiro existe uma variedade de investimentos, cada qual com seus ganhos e riscos próprios, que são conhecidos apenas por uma pequena parte das pessoas.

Os problemas financeiros não são resolvidos com dinheiro e sim com inteligência. Use sua cabeça e faça o seu dinheiro trabalhar para você, para isto o conhecimento financeiro é essencial.

A REGRA DE 72

Como dobrar seu dinheiro

A regra de 72 é uma ferramenta muito útil para mostrar como diferentes taxas de juros podem afetar seus investimentos. Você pode calcular em quantos anos seu dinheiro vai dobrar aproximadamente, dividindo 72 pela taxa de correção anual.

Por exemplo:

Com juros de 6% ao ano, seu dinheiro irá dobrar a cada 12 anos pois 72 ÷ 6 = 12

E assim:

72 ÷ 8% = 9 anos
72
÷ 12% = 6 anos
72
÷ 15% = 4.8 anos

Ou seja, quanto maior a taxa de juros, mais rapidamente seu dinheiro irá dobrar, isso sem você adicionar mais nenhuma quantia.

Tente fazer este exercício. Você poderá saber quantos anos aproximadamente serão necessários para seu dinheiro dobrar. Os exemplos acima demonstram a importância de começar agora. Mesmo se você puder investir apenas cinquenta ou cem reais por mês - ou até menos - no final fará diferença.

O mundo financeiro oferece uma variedade imensa de investimentos, cada qual com suas próprias vantagens e descontos. Um investidor de sucesso precisa conhecer as possibilidades e identificar qual melhor se adapta as suas necessidades.

Os juros fazem a maior diferença nos investimentos:

Tendo um adicional de 1 a 2% de retorno ao longo de um periodo de tempo, sua soma final irá aumentar significamente.
Por exemplo: se você investir R$ 100,00 por mês com juros de 8% ao ano, seu retorno total em 40 anos pode ser R$ 310.000,00 aproximadamente. Se a taxa de juros for 10% ao ano, seu retorno aumentará para R$ 531.000,00. Isto se aplica a qualquer quantidade de dinheiro - você pode aumentar sua riqueza aumentando as taxas de juros que são aplicadas aos seus investimentos .

O PODER DOS JUROS COMPOSTOS

"O juro composto é a maior invenção da humanidade, porque permite uma confiável e sistemática acumulação de riqueza", disse Albert Einstein

Use esta grande invenção. O melhor caminho para tirar vantagem dos juros compostos é começar a poupar e investir o mais cedo possível.

Por exemplo: se os pais guardam e investem R$10,00 por dia desde o nascimento de seu filho, quando este filho completar 18 anos ele terá R$150.000,00 através do poder dos juros compostos (supondo que o retorno anual seja de 12%). Em 33 anos, na mesma razão de investimento, você poderá ter R$1 milhão, e em 65 anos, R$2,35 milhões. Isto não é milagre, é a realidade aplicada diariamente nos bancos, nas lojas, no comércio.

Os juros compostos são o resultado da equação:

M = C x (1 + i)t

C = Capital inicial
i = taxa % por período de tempo
t = número de períodos de tempo
M = montante final = (capital + juros)

Mas você não precisa decorar esta fórmula, apenas saber o resultado da sua utilização.

Aplicando ao seu dinheiro, isto significa que o juro incide sobre o capital já corrigido, assim o valor do juro é crescente. Em outras palavras, os juros serão integrados ao capital a cada cálculo.
Pense assim, você emprestou um certa quantia a um amigo a uma taxa de 2% ao mês, no mês seguinte os 2% serão cobrados sobre o total do mês anterior (capital + juros), e assim continua aumentando, mês a mês. Esta operação também é conhecida como JUROS SOBRE JUROS.

Da mesma forma funciona um empréstimo que você faz no banco ou uma compra a prazo, um financiamento de um automóvel, casa, computador.... Os juros estão embutidos e você não percebe que a sua dívida irá sempre aumentar. Por isso, o melhor é economizar e ir juntando seus tostões para, pelo menos, poder dar uma boa entrada naquilo que quer adquirir. O melhor mesmo é que você procure sempre que possível comprar à vista ou em último caso, diminuir a quantidade de parcelas numa compra. Agora, se não houver MESMO outro jeito, encare o financiamento e arque com os juros no futuro. Só não esqueça de que irá do mesmo modo se ver obrigado a apertar o cinto.

Veja este exemplo: uma TV de 29 polegadas custa à vista R$999,00. Ou você pode pagar 15 vezes de R$129,00. O total a prazo será R$1935,00 - quase o dobro (100%) do que você pagaria à vista, sendo que neste mesmo período de 15 meses os juros pagos pela poupança não chegarão a 15%! No final, a quantia parcelada que você pagou poderia ser usada para comprar dois produtos iguais. Por isto que um produto tem "desconto" se for comprado à vista. Na verdade, os descontos são os juros que seriam cobrados se você comprasse à prazo.

Se você não ainda não começou a poupar, não é tarde para começar a investir agora. Basicamente, o conceito de investimento é sacrificar-se agora, providenciando as sementes que serão investidas para que futuramente, quando você não estiver mais trabalhando, você ter dinheiro suficiente para viver confortavelmente.

quinta-feira, março 27, 2008

Gastos essenciais crescem na região Sudeste

Os gastos essenciais (com supermercado, energia elétrica, aluguel, remédios, gás, água e esgoto, transporte coletivo e condomínio) dos consumidores do Sudeste são, em média, 40% maiores do que os do Nordeste, revela o Observador Brasil 2008, encomendado pela Cetelem ao Instituto Ipsos.

Para se ter uma idéia, no ano passado, os gastos essenciais atingiram R$ 611,35 no Sudeste e R$ 432,87 no Nordeste. No Sul (R$ 524,04), o valor ficou abaixo da média nacional, de R$ 545,34, e no Norte/Centro-Oeste (R$ 574,83), acima.

Supermercado tem o maior peso
No geral e em todas as regiões do Brasil , as despesas de supermercado (alimentação, limpeza, higiene pessoal, padaria e açougue) representam a maior parte do total: R$ 322,79 na média nacional, R$ 280,14 no Nordeste, R$ 336,12 no Norte/Centro-Oeste, R$ 344,11 no Sudeste e R$ 323,87 no Sul.

Em seguida vêm as despesas com energia elétrica (R$ 60,49 na média nacional), aluguel (R$ 38,01), remédios (R$ 34,13), gás de rua ou de bujão (R$ 30,55), água e esgoto (R$ 30,15), transporte coletivo (R$ 25,24) e condomínio (R$ 3,98).

No Nordeste, cabe destacar os gastos com aluguel (R$ 14,11) e condomínio (R$ 0,00), bem abaixo da média e das outras regiões. No Norte/Centro-Oeste o despêndio com o transporte coletivo (R$ 33,66) chama a atenção, como o maior do País, e no Sudeste, o destaque é para a despesa média com aluguel (R$ 53,52).

Gastos por classe
De acordo com o estudo , as despesas de supermercado correspondem a cerca de 60% dos gastos essenciais para todas as classes sociais analisadas. Da mesma maneira, os gastos com gás de rua ou de bujão são bem equilibrados, independente da renda.

Gastos essenciais totais por classe

A/B C D/E Média
Supermercado R$ 462,69 R$ 329,15 R$ 261,41 R$ 322,79
Energia elétrica R$ 99,04 R$ 64,61 R$ 40,79 R$ 60,49
Aluguel R$ 49,95 R$ 47,20 R$ 22,54 R$ 38,01
Remédios R$ 50,69 R$ 28,94 R$ 33,87 R$ 34,13
Gás R$ 31,91 R$ 30,57 R$ 30,02 R$ 30,55
Água e esgoto R$ 46,24 R$ 30,49 R$ 23,56 R$ 30,15
Transporte coletivo R$ 37,48 R$ 28,54 R$ 16,62 R$ 25,24
Condomínio R$ 10,81 R$ 4,79 R$ 0,39 R$ 3,98
Total R$ 788,81 R$ 564,29 R$ 429,20 R$ 545,34

Fonte: Observador Cetelem 2008

A classe C está crescendo

A classe C agora é maioria no Brasil. Os representantes dessa camada social saltaram de 36%, em 2006, para 46% em 2007, chegando a 86 milhões de pessoas. Já as classes D/E, que até 2006 tinham uma proporção maior que a C, apresentaram uma queda de 46% para 39%, caindo para 73 milhões de pessoas, em 2007.



As classes A/B tiveram uma redução de 18% para 15% entre 2006 e 2007.

Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (26) e fazem parte da pesquisa Observador Brasil 2008, encomendada pela financeira Cetelem, ao Instituto de Pesquisa Ipsos. Foram feitas 1.500 entrevistas em 70 cidades do Brasil.

Com a melhora da renda da população brasileira, as classes sociais mais baixas deixaram de ser maioria no País. Enquanto 39% das pessoas estavam nas faixas de renda DE no ano passado, o que corresponde a 73 milhões, outras 46% estavam na C, ou 86 milhões.

Desigualdades
Os dados ainda demonstram que as desigualdades têm diminuído no país. Em 2005, a renda média mensal das classes AB era de R$ 2.484 e, depois de dois anos, o valor caiu para R$ 2.217 (-11%). Nas classes D/E houve alta de R$ 545 para R$ 580 no mesmo período (+6%).

A renda média mensal da classe C permaneceu no mesmo patamar: algo em torno de R$ 1.100. As pessoas que migraram das faixas de renda DE para a C tiveram incremento nos rendimentos médios mensais de R$ 580 para R$ 1.100.

Sobre a renda disponível, nas classes mais baixas, enquanto ela era negativa em 2005 (-R$ 17,00), passou para R$ 22 em 2007. Na classe C, ela passou de R$ 122 para R$ 147 no período analisado. Na classe AB, o movimento foi contrário: caiu de R$ 632 para R$ 506.

quarta-feira, março 26, 2008

Vem ai a super Bovespa

Conselhos de Administração da Bolsa de Mercadorias e Futuros e da Bovespa Holding aprovaram, em reuniões realizadas na terça-feira, 25, a integração das atividades das duas companhias, com a formação de uma entidade batizada provisoriamente de Nova Bolsa. Levando-se em conta o valor de mercado somado das duas bolsas brasileiras em fevereiro (cerca de US$ 20 bilhões), a instituição resultante seria a segunda maior das Américas, atrás apenas da Bolsa de Chicago e à frente até mesmo da Bolsa de Nova York.

segunda-feira, março 24, 2008

Indicador Serasa de consumo

A Serasa, empresa que verifica se possuimos condições de ter crédito na praça possui medidores de consumo. Segundo a entidade, a proximidade da Páscoa aumentou as vendas do comércio em todo o país, revela o Indicador Serasa do Nível de Atividade do Comércio.

No fim de semana que antecedeu a data, de 14 a 16 de março deste ano, o volume de vendas do varejo cresceu 8,1% na comparação com o período equivalente de 2007 (30 de março a 1º de abril). Na cidade de São Paulo, as vendas do comércio também subiram no período. A alta foi de 4,2%.
Governo quer restringir o crédito

O governo federal começa a dar sinais de querer restringir o crédito para conter a subida de preços causada pelo aquecimento da demanda. A economia de um país é estilmulada por uma série de fatores e entre eles o consumo. Quanto maior a procura por bens maior é a sua produção e, pelo óbvio, quando há mais dinheiro sobrando no bolso há mais vontade de se consumir.

O consumo se dá por qualquer coisa. Desde a compra de um simples iogurte sofisticado, um veículo ou mesmo uma casa. Quem estimula o consumo? O governo com suas medidas econômicas. Vimos isso recentemente quando a equipe econômica do governo Lula lançou iniciativas para dar dinamismo à economia.

Juros mais baixos para compra da casa própria, aumento do prazo de financiamento entre outros foram as medidas baixadas pelo governo e que deram resultado. Agora, o governo que lançou tais medidas já fala em dar passos para trás e quer restringir o crédito com o argumento de querer "desestimular" a inflação crescente. A inflação chegou porquê? Por conta do aumento do consumo. E o consumo chegou porquê ? Por conta do aumento dos bens disponíveis e assim vai...

Uma vez restrito o crédito todas as classes são afetadas mas em especial as C,D e E.

Bê-a-bá da economia

10 mandamentos para multiplicar sua grana no fim do mês

Sabe aquela amiga que recebe um salário idêntico ao seu e consegue estar sempre na moda, com o cabelo impecável, sem nunca precisar de grana emprestada? Você pode fazer como ela e multiplicar seu reais. Basta conferir os 10 mandamentos a seguir e colocá-los em prática o quanto antes!

1. Liste todos os seus gastos no papel. É fundamental saber para onde vai seu dinheiro.

2. Corte as despesas supérfluas para pagar suas dívidas e, se possível, ainda aplicar em uma poupança ou outra forma de investimento.

3. Todo mês defina quanto poderá guardar e deposite esses reais no banco o quanto antes. Se suas economias permanecerem na carteira, o risco de gastá-las aumenta consideravelmente.

4. Tenha objetivos financeiros, como fazer uma viagem, pagar uma faculdade, uma plástica... Eles são um estímulo para economizar.

5. Prefira comprar à vista e peça desconto. Ao dividir o pagamento, fique de olho nos juros embutidos nas parcelas.

6. Nunca compre por impulso. Pesquise preços até encontrar o mais barato.

7. Cuidado com os pequenos gastos, como o cafezinho antes de entrar no serviço ou o pão de queijo na volta para casa. Eles levam seu dinheiro embora sem você perceber.

8. Fuja do cheque especial. Os juros são de absurdos 8% ao mês! E ao usar o cartão de crédito, sempre pague o total da fatura para não arcar com taxas mensais de 10% sobre o valor restante. A dívida vira uma bola-de-neve!

9. Não espere um aumento de salário para começar a poupar. O segredo é adaptar o padrão de vida aos seus rendimentos.

10. Reserve alguns reais para o lazer, mas "barateie" a diversão, como trocar o cinema por uma sessão de DVD em casa com os amigos.


Autor: Ana Paula Vieira - anapaula.vieira@abril.com.br

Data publicação: 10:43:00 29.07.2007



sexta-feira, março 21, 2008

Programas de decoração mexem com o bolso

Ao assistir um programa de decoração neste feriado percebi que a beleza realmente tem um preço, sobretudo se gostamos de alguma coisa. Resolvi, com minha esposa, dar uma nova passeada --fiz essa via sacra momentos antes de casar -- por lugares onde se vendem móveis, modernos e antigos, com preços para todos os gostos e também bolsos.
Primeira loja, segunda loja, terceira, quarta.... décima loja pés cansados e estômago já dando sinais de "revolta" me fizeram ouvir uma loira muito simpática. "É lindo não é? Faço um desconto de 30% e vc ainda pode pagar em até 12 vezes", disse a vendedora de uma sofisticada loja de móveis do "shopping a céu aberto" na zona oeste de São Paulo.
Resultado da compra: R$ 1289,00 gastos.
Até ai tudo bem. Nada de mais. Mas o fato é que em locais de que se passa por desapercebido, como lojas de móveis do bairro, vc pode encontrar o mesmo móvel pela metade do preço.
O preconceito com o "brimo", que vc pensa estar te enrolando, sempre se faz presente mas quando se trata de pechinchar não tem para ninguém.
Não tive medo, muito menos vergonha, de chorar pelo preço do bem, cujo valor inicial saia por R$ 3 mil. Moral da história: "chorar" por um preço melhor antes de comprar é muito importante. Ande com uma calculadora. Percebi que tal atitude "desarma" o vendedor. Não compre em mais de 4 prestações, pois nunca se sabe o dia seguinte, que dirá o mês.
Parece um bê-a-bá o que estou a escrever, mas acho que é bem legal entenderem isso... Quem tiver dicas de locais bons e baratos para móveis, o que nos dias de hoje é raro, deixe recados.

quinta-feira, março 20, 2008

COMO ORGANIZAR MINHA VIDA FINANCEIRA? O QUE POSSO FAZER?

Os cinco passos para organizar a sua vida financeira formam uma seqüência lógica e interdependente. Localize em qual estágio você se encontra e avance rumo à organização e independência financeira. Coloquei nos posts anteriores os especialistas em problemas financeiros. Este último não é um guru , mas um sabedor de fato.

Abaixo o que consegui fazer e acredito que tenha dado certo, pois já enfrentei problemas financeiros grandes.

Primeiro Passo: Conheça os seus números

Você conhece os seus números? Este é o primeiro passo. Os ricos têm a companhia constante dos números: renda, dividendos, patrimônio, cotações e grandes negócios são todos expressos em números. Se você não faz anotações, nem confere extratos bancários dificilmente vai conseguir organizar a sua vida financeira.

Segundo Passo: Gaste menos do que ganha

O salário não importa, o que conta é gastar menos do que recebe. Quem tenta manter um estilo de vida acima dos seus ganhos acaba endividado e com sérios problemas. Faça um orçamento anual. Você vai perceber que a despesa de 1 ano não é o mesmo que multiplicar a despesa de um mês qualquer por 12.

Terceiro Passo: Elimine suas dívidas

Elimine mesmo. Faça um plano para acabar completamente com as suas dívidas. Quem já se organizou para conhecer os próprios números e equilibrou o orçamento também pode vencer as dívidas. Pare de fazer dívidas novas e comece a antecipar o pagamento das atuais. Em pouco tempo você organizará este ponto também.

Quarto Passo: Tenha dinheiro

Lembre-se que a diferença entre o rico e o pobre é o fato de possuir dinheiro. Perceba que somente a pessoa organizada, capaz de separar um dinheiro para cada coisa, é que consegue fazer poupança. Quem sai pagando as contas para poupar o que sobrar, descobre que nunca sobra nada. Acostume-se a ter dinheiro. Dinheiro guardado e rendendo.

Quinto Passo: Valorize as pessoas

Lembre-se de que dinheiro chama dinheiro, mas não chama para um cineminha. A regra é amar as pessoas e usar o dinheiro. O dinheiro não pode ser um fator de stress, mas sim um gerador de estabilidade nos relacionamentos.

Organize-se financeiramente. Faça as pazes com o seu dinheiro e depois transforme esta tranqüilidade em bons frutos nos seus relacionamentos.

Livro para se entender seu bolso

  • Dívidas, Como Negociar, Como Pagar, Como Evitar

  • M. J. BRITO - especialista em assessoria financeira
  • editora DPL
  • Esta é uma obra fundamental para todos, independentemente da condição econômica, pois apresenta alternativas práticas para solucionar essas questões. Nada como ter uma vida financeira bem administrada e saudável, pagando débitos pontualmente, sempre no dia exato do vencimento, e conhecendo o lado bom das dívidas, que é a oportunidade que o credor possibilita de alavancar negócios e obter maiores lucros. Orienta e esclarece de forma simples como negociar ou renegociar dívidas pessoais ou empresariais. Brito explica como é possível viver sem endividamentos e sem comprometimentos, exceto aqueles que são próprios da manutenção pessoal e familiar.
Manhã de cautela nos mercados de ações

A manhã desta quinta-feira (20) parece ser de cautela para os investidores. Nos Estados Unidos, as bolsas de valores, NYSE e Nasdaq, abriram em leve baixa mas reverteram suas posições e apresentam alta.
Tal movimento se reflete no mercado açionário do Brasil. A Bovespa opera em baixa, mas nada asssustador se comparado com a manhã de ontem...... O clima ao redor do mundo é de instabilidade, e nova promessa de um pregão volátil se apresenta a esta véspera de feriado, fato que, por si só, deve reforçar a redução da liquidez dos negócios, na leitura dos analistas do Bradesco.
Alguns papéis que podem sofrer com a volatilidade ( sobe e desce) do mercado de ações.
Os investidores devem ficar atentos aos resultados da Eletrobrás , que também tem sido assunto constante na mídia com os planos do governo de transformá-la em uma superestatal.
A empresaregistrou lucro líquido de R$ 1,547 bilhão no acumulado de 2007, o que corresponde a um aumento de 33% frente a 2006.

E já que o assunto é energia, a Eletropaulo também divulgou seus dados operacionais. Apesar de ter lucrado R$ 712,6 milhões em 2007, uma cifra 90% maior que a contabilizada no ano anterior, os dados trimestrais da empresa indicaram recuo.

Vale e Petrobras
Embora o dia seja quase exclusivamente dos resultados, a Vale, que na última sessão apresentou forte desvalorização, volta ao noticiário com a conclusão de mais uma negociação, dessa vez para o reajuste em 86,67% do preço da pelota de ferro de alto forno para 2008. O contrato foi firmado com a Ilva, maior siderúrgica da Itália e um dos maiores clientes de pelotas da brasileira.

Também entre as blue chips brasileiras (ações com maior peso no mercado), a Petrobras comunicou ao mercado que arrematou 22 blocos na região do Golfo do México, em leilão promovido por autoridades norte-americanas.

quarta-feira, março 19, 2008

Dicas para não gastar mais do que o necessário parte 1

Parece que o dinheiro tem gaitas para voar do bolso. Muita gente não se controla ( eu incluso ), e o dinheiro vai desaparecendo da conta, do bolso e da carteira. Parece que há umas regras básicas de fazer com que ele não vá tão rápido, pois, porque ir, ir irá sempre. :)

Não é que eu tenha alguma coisa contra viajar caro, nada disso, tenho é coisas contra em deitar dinheiro fora. Gosto de gastar dinheiro a viajar, acho atémuito bem empregue. Mas se gastar menos tenho mais doutros lados. Vou medindo bem, tiro de um lado e ponho doutro, e doutro. Às vezes sabe bem só pôr em certas ocasiões daí medir bem os custos. Por exemplo, a viajar de carro, prefiro fazer mais kms de um dia, e dormir no carro algumas horas, fazer mais kms e poupo dinheiro num hotel. Na noite seguinte posso então ficar num hotel mais caro pois não gastei dinheiro na noite anterior, fiz mais kms e fico melhor instalado. :)

Tem mais ideias? Diga-me, comente esta página e diga a sua opinião e conte algumas dicas de como podemos gastar menos massa enquanto de viagem.

Época de viagem

Evitar viajar na época alta: Será que tem necessidade de tirar férias mesmo na altura que toda a gente tira férias também? Por um lado apanha com um enorme número de turistas e com os preços astronómicos preparados bem para eles. Lembre-se que destinos ditos “perigosos” são normalmente mais baratos, e será normalmente mais bem recebido pois estam carentes de viajantes.

Comer fora

Comer sempre em restaurantes é deitar dinheiro e tempo fora. Não digo para nunca ir comer fora, bolas, viajar é isso também, mas, digo a toda a hora. Em viagem, não é necessário tomar sempre o pequeno-almoço, almoço, lanche e jantar. Corte numas das refeições. Faça um pequeno-almoço maior, não coma só a torradinha com café que fica com fome logo depois de meia hora. Coma bem logo de manhã, e, ao almoço e lanche petisque num mercado local, numa pastelaria, num carrinho de comida na rua,nos sítios menos turísticos.

Depois coma bem ao jantar. E pronto. Visite mercados locais, mercearias, coma sandes, abra latas de sardinhas e meta-as no pão e ponha-se a andar. Vai ter até mais tempo para apreciar um jardim, a cidade, e ter mais tempo para ver coisas, do que gastar horas em restaurantes a olhar para as mesas. Restaurantes deixe para o jantar.

Táxis / Transportes Públicos / Caminhadas

Ande. Ande muito. Ou ande de transportes públicos: autocarro e metro. Ponha como parte da sua viagem tempo par andar de monumento a monumento. Cidades grandes merecem serem vistas, e, andar uns 4km não lhe faz mal nenhum. Andar 8km também não lhe faz mal nenhum, pois além de ficar a ter uma outra perspectiva de onde está, até se exercita.

Para transportes públicos, bem, o melhor é comprar sempre passes diários ou passes semanais. Se pensa que não vai gastar tanto, compre e usufrua deles para ter viagens ilimitadas e ir a mais sítios onde nunca ia. Táxis são caros.

A última vez que estive em Nova Iorque devo ter gasto cerca de $100 só em viagens de táxis. Valeu a pena? Epá…preguiçoso. Tinha ido de metro, e nalgumas das vezes até tinha chegado mais rápido. Um táxi dá jeito é para ir até ao aeroporto se estiver com muita pressa, mas, se for hora de ponta lembre-se que pode demorar 3x mais do que o tempo normal, e que se calhar se fosse de transportes podia chegar a tempo. Muito a pensar.

Roupa de Viagem

Não compre roupa para viajar. Epá…de certeza que tem tanta aí em casa não é? Lembre-se que viajar gasta a roupa. Mais vale trazer a quem tem aí, gaste-a, use-a em viagem. Depois compre mais para usar em casa, ou, como eu faço, leve muita quantidade de roupa na mala e vá comprando por vários sítios: t-shirts na Turquia, camisola na Polónia, casaco nos EUA, sapatos em Marrocos, etc, etc.

Fica com roupa de vários locais do mundo. Passa a ter um guarda-roupa internacional. Ah, mas ainda acerca de comprar roupinha para viajar… mas, vai par aalguma festa é? para precisar de ir com roupinha nova? lol, dá-me sempre vontade de rir. Lembre-se que para onde vai , ninguém se rala se vai com calças novas ou velhas.

Cartões Multibanco / Cartões de Crédito

Veja bem as taxas de levantamento e pagamento internacionais dos seus cartões. Há cartões com taxas diferentes. Fique a saber ao certo quanto vá pagar. Pense que cada vez que levantar dinheiro irá pagar uma comissão. Por isso, levante o mais que puder logo de uma vez. Levar cartões para levantar dinheiro é mesmo importante.

Por um lado, não precisa de ir à procura de uma caixa de câmbio sempre que precisa de mais dinheiro, e 2, normalmente as taxas de conversão de dinheiro no estrangeiro, em guichés de câmbio são muito caras, mesmo para turista. As taxas de cartões são na verdade muito mas muito mais baixas.

Lembro-me que em Nova Iorque no aeroporto troquei alguns dólares. Ofereciam-me $100 por cada 100EUROS. Como sabe, e em Abril 2007 100EUROS dáva $126 dólares americanos. Eu queria trocar 600EUROS, ou seja, perdia muito dinheiro. O que fiz foi trocar só 100EUROS e pagar tudo com o cartão. E ainda bem que fiz isso assim. Comprei 2 calças de ganga por exemplo, por $88 o que equivaleu a perto de 60EUROS. Se fosse com o dinheiro da caixa de câmbio as calças teriam-me custado 80EUROS. Nada mau hey?

Orientação aos Investidores

Perguntas mais frequentes que recebo por emails e suas respostas

1. O que é um clube de investimento?

O Clube de Investimento (CI) é uma comunhão de recursos, constituído por pessoas físicas, com o objetivo comum de investir em títulos e valores mobiliários. Cada investidor de um CI detém fração ideal do patrimônio do CI.

No caso específico da segunda distribuição pública de PIBBs, há CIs que foram constituídos com a única finalidade de adquirir PIBBs. Para maiores informações, vide o Comunicado ao Mercado da segunda oferta pública de PIBBs, disponível neste site.

2. Onde posso aplicar em PIBB via CI?

Nas corretoras de títulos e valores mobiliários cadastradas para participar na oferta, conforme indicado no Comunicado ao Mercado e no prospecto da segunda oferta pública de PIBBs.

3. No CI também é cobrada taxa de administração? De quanto?

Os investidores de CI também pagam ao administrador do CI uma taxa de administração, com o objetivo de remunerar os serviços de administração do Clube, que varia de instituição para instituição. Deve-se consultar a instituição para saber qual é a taxa do CI oferecido. Os CIs que foram constituídos para participar da segunda oferta pública de PIBBs não podem cobrar taxa de administração superior a 1,5%.ao ano.

4. Qual será a rentabilidade do PIBB?

Para maiores informações sobre a rentabilidade do Fundo e dos PIBBs, visite outras seções desse site que trazem essas informações. É importante lembrar, entretanto, que rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura, e não se pode prometer um rendimento predeterminado aos cotistas do PIBB.

5. Posso utilizar meus recursos do FGTS para comprar PIBB, como feito com Vale e Petrobrás?

Não.

6. O PIBB é um investimento sem risco?

Não, o PIBB é uma cota de fundo de investimento que tem por objetivo adquirir Ações IBrX-50. Assim, investimento no PIBB envolve riscos relativos ao mercado de ações. No mercado de ações pode-se obter rentabilidade, mas há risco.

7. O que é o regulamento do Fundo? É preciso ler? E o prospecto?

O Regulamento do Fundo é o documento que contém as informações referentes ao funcionamento e às operações do Fundo e pode orientá-lo, juntamente com o prospecto do Fundo, quanto ao tipo de investimento que você está fazendo. Antes de qualquer decisão de investimento, você deve ler o Regulamento e o prospecto do Fundo.

O prospecto do Fundo é o documento que apresenta as condições da segunda distribuição pública de PIBBs, os fatores de risco referentes à oferta e outras condições de funcionamento e operacionalização do Fundo. O prospecto deve estar disponível em todas as instituições autorizadas para a oferta pública, bem como nos sites do BNDES e do Fundo. Leia o prospecto do Fundo antes de realizar qualquer investimento no Fundo.

8. Qual a diferença entre esse PIBB e aquele lançado ano passado?

Nenhuma. O objeto dessa oferta é exatamente o mesmo da anterior: PIBBs de emissão do Fundo. No ano passado foi realizada a primeira oferta pública de PIBBs e a desse ano é a segunda oferta pública de PIBBs.

9. A BNDESPAR também vai garantir até R$ 25 mil nessa nova oferta?

Não, dessa vez ela garante aos investidores que tenham interesse em alienar os PIBBs durante o período compreendido entre o 366° dia seguinte à liquidação da oferta e 29 de dezembro de 2006, que tais investidores poderão vender seus PIBBs até o limite máximo R$50 mil por investidor.

10. A opção de venda vale por quanto tempo?

O investidor poderá exercer a opção de venda desde o 366º dia após a liquidação da operação até o dia 29 de dezembro de 2006. Nesse intervalo de tempo, ela pode ser exercida em QUALQUER dia, com pagamento ao investidor dentro de 3 dias úteis.

11. O que é o Fundo?

O PIBB Fundo de Índice Brasil-50 - Brasil Tracker é um fundo de investimento constituído sob a forma de condomínio aberto, cujas quotas são negociáveis no mercado secundário (na Bovespa).

O Fundo tem suas quotas admitidas à negociação na BOVESPA, como qualquer outro valor mobiliário ali negociado, e visa refletir, na medida do possível, as variações e rentabilidade do IBrX-50.

12. O que são PIBBs?

PIBBs são quotas de emissão do Fundo. Cada PIBB representa uma fração ideal da carteira do Fundo da qual fazem parte todas as ações que compõem a carteira teórica do IBrX-50.

Desta forma, ao investir em PIBBs, o investidor estará também investindo, indiretamente, nas mesmas ações que compõem a carteira teórica do o IBrX 50, quase que na mesma proporção em que estas compõem a carteira teórica do IBrX-50.

13. O que significa PIBB?

PIBB quer dizer Papéis Índice Brasil BOVESPA.

14. O que é um fundo de índice?

É um fundo regulamentado pela instrução nº 359/02 da CVM, que busca replicar o desempenho de um determinado índice de mercado. No caso do Fundo, este índice é o IBrX-50.

15. Quais as ações com maior participação relativa no IBrX-50?

As ações da Petrobrás, Vale do Rio Doce, Ambev, Itaú e Bradesco.

16. Como o Fundo irá refletir as mudanças na carteira do IBrX-50?

A partir da data do anúncio pela BOVESPA da primeira prévia da composição do IBrX-50 reajustado, até um mês após a data oficial da mudança da composição do IBrX-50, o Administrador ajustará a composição da carteira do Fundo de forma a refletir a nova composição do IBrX-50.

17. E os dividendos (distribuição dos lucros) pagos pelas empresas que compõem o Fundo?

Os dividendos não são pagos em dinheiro ao quotista do Fundo. O administrador reinvestirá os dividendos nas ações componentes do índice, mantendo inalterados os percentuais de composição da carteira do Fundo.

18. O Fundo pode alugar ações?

Sim. O Fundo poderá obter receita através do aluguel ao mercado de parte das ações que compõem a carteira do Fundo, na forma prevista em seu regulamento. A receita com aluguel reverte para o Fundo, permitindo pagar suas despesas operacionais, aumentando a aderência à carteira teórica do IBrX-50.

19. Quais serão as despesas do Fundo?

O Fundo somente poderá ter como despesas aquelas previstas em seu regulamento, tais como a taxa de administração fixada em 0.059% do patrimônio líquido do Fundo, a contribuição anual da BOVESPA, a taxa de fiscalização da CVM, emolumentos e comissões relativas às operações do Fundo, despesas com custódia e liquidação de operações do Fundo com títulos e valores mobiliários, honorários e despesas com auditores independentes, etc. As despesas do Fundo estão indicadas em seu regulamento.

20. É possível resgatar PIBBs e receber dinheiro em pagamento?

Não, o resgate de PIBBs em dinheiro não é permitido. No entanto os PIBBs podem ser vendidos na BOVESPA, como qualquer ação listada para negociação na BOVESPA.

O resgate de PIBBs somente é permitido EM AÇÕES e somente em casos de resgates de múltiplos de 200.000 PIBBs. Esse resgate em ações deve ser solicitado diretamente ao seu agente de custódia.

21. Posso juntar as ações que compõem o PIBB e integralizar novas cotas? Quais as taxas que eu terei que pagar caso decida integralizar novos PIBBs? E para resgatar PIBBs por ações no futuro?

Sim, pode, desde que representem a formação de 200.000 PIBBs no mínimo.

O investidor que solicitar a integralização (emissão ou montagem) de novos PIBBs em troca de ações deverá pagar ao Administrador uma taxa no montante de 0,05% do valor do investimento.

O quotista que solicitar o resgate de PIBBs para receber ações deverá pagar ao Administrador uma taxa no montante de 0,05% do valor do resgate.

22. O Fundo poderá investir em outros ativos que não sejam ações IBrX-50?

Sim, mas com restrições, conforme estabelecido em seu regulamento. O Fundo poderá investir no máximo 5% de seu patrimônio nos chamados Investimentos Permitidos, que são:

(i) títulos públicos de emissão do Tesouro Nacional ou do Banco Central;
(ii) títulos de renda fixa de emissão de instituições financeiras;
(iii) quotas de fundo de investimento;
(iv) operações compromissadas, realizadas de acordo com a regulamentação do Conselho Monetário Nacional; e
(v) operações com derivativos realizadas em bolsas de valores, em bolsas de mercadorias e futuros ou em mercados de balcão organizados.

23. O preço de negociação dos PIBBs será igual ao seu valor patrimonial?

Não necessariamente. O valor patrimonial dos PIBBs (obtido através da divisão do valor do patrimônio líquido do Fundo pelo número total de PIBBs existentes) poderá diferir do preço de negociação dos PIBBs na BOVESPA.

Enquanto o VPL do Fundo refletir o valor de mercado da carteira do Fundo, os preços de negociação dos PIBBs na BOVESPA poderão ser inferiores ou superiores ao VPL por PIBB. Espera-se que o preço de negociação dos PIBBs flutue baseado principalmente no VPL por PIBB e também baseado na oferta e na procura de PIBBs.

Além disso, os mecanismos de emissão e resgate de PIBBs destinam-se também a auxiliar a manutenção do preço de negociação dos PIBBs semelhante ao VPL dos PIBBs, pois devem incentivar investidores a solicitar a emissão e o resgate de PIBBs sempre que o preço de negociação dos PIBBs desviar significativamente do VPL dos PIBBs. Não há garantias de que investidores irão de fato solicitar a emissão e o resgate de PIBBs quando tais desvios ocorrerem.

24. Eu posso resgatar as minhas ações a qualquer hora?

Somente caso o quotista tenha PIBBs em lotes que sejam múltiplos inteiros de 200.000 PIBBs. Não sendo este o caso, os quotistas somente poderão resgatar seu investimento através da venda de seus PIBBs no mercado secundário, ou seja, diretamente no pregão da BOVESPA.

25. Quais serão os procedimentos para emissão de novos PIBBs?

Para solicitar a emissão de PIBBs, o investidor como regra geral terá de entregar ao Fundo, por intermédio de um Agente Autorizado,

(i) uma ou mais Carteiras Mínimas de Emissão (conforme definido no regulamento do Fundo) e
(ii) a respectiva Quantia de Ajuste de Emissão (conforme definido no regulamento do Fundo).


26. Quais serão os procedimentos para resgate de quotas do Fundo?

Qualquer quotista poderá vender PIBBs em qualquer dia de pregão da BOVESPA, sendo que os PIBBs somente poderão ser resgatados em lotes de 200.000 ou múltiplos inteiros deste valor.

Os PIBBs são resgatáveis por meio da entrega, pelo Fundo, ao quotista que tiver solicitado o resgate, de:

(i) uma carteira de Ações IBrX-50 e, conforme o caso,
(ii) uma quantia de ajuste em dinheiro em relação a cada Carteira de Resgate (conforme definido no regulamento do Fundo).


27. Qual será a política do Fundo em relação aos dividendos e proventos distribuídos pelas ações componentes do IBrX-50?

A metodologia de cálculo do IBrX-50 assume que quaisquer cupons, recibos de subscrição, certificados de desdobramento, dividendos, juros sobre capital próprio, bonificações, ou outros direitos relativos às ações parte da carteira teórica do IBrX-50 declarados, sejam imediatamente reinvestidas em ações que fazem parte da carteira teórica do IBrX-50 adicionais na mesma proporção da composição da carteira teórica do IBrX-50. Por conseguinte, os pagamentos de Distribuições não serão efetuados pelo Fundo aos seus quotistas.

28. Os quotistas do Fundo poderão votar nas assembléias das empresas cujas ações compõem o IBrX-50?

Sim, os quotistas poderão tomar emprestadas ações parte da carteira teórica do IBrX-50 detidas pelo Fundo para o fim de exercício do direito de voto inerente a tais ações nas assembléias gerais das respectivas companhias. No entanto, o número de ações detidas pelo Fundo a que o quotista terá direito de tomar emprestado será proporcional ao número de PIBBs detidos pelo quotista em questão ao final do dia em que a solicitação de empréstimo de ações for realizada.

29. Qual a instituição que administra o Fundo?

O Banco Itaú S.A. é o administrador do Fundo.

30. Por ser o Itaú o administrador do Fundo, isso significa que só posso comprar PIBB nas agências do Itaú?

Não. No âmbito da segunda oferta pública de PIBBs você pode comprar PIBB nas agências de todos os bancos e corretoras cadastrados para participar da oferta. Veja a relação de tais instituições no prospecto do Fundo.

31. Qual será o preço dos PIBBs na segunda oferta pública de PIBBs para os Investidores de Varejo? É pelo valor patrimonial?

O preço de venda dos PIBBs no âmbito da segunda oferta pública de PIBBs será definido por meio de processo de bookbuilding (formação de livro), devendo-se situar muito próximo ao valor de mercado.

32. Investidores de varejo pagarão um preço diferente por PIBB que o preço a ser pago pelos investidores institucionais (bancos, fundos de pensão e seguradoras)?

Não, o preço a ser pago por investidores de varejo será exatamente o mesmo determinado para os investidores institucionais.

33. A opção de venda é transferível? Ela pode ser negociada?

Não.

34. Qual o valor máximo que eu posso investir com o direito ao exercício da opção de venda no período entre o 366° dia seguinte à liquidação da oferta e 29 de dezembro?

O investimento máximo que garante a opção de venda é de R$50.000,00, por investidor de varejo a que for atribuído tal direito: pessoas físicas, pessoas jurídicas não financeiras, fundos de investimento PIBB com opção de venda (constituídos para participar da segunda oferta de PIBBs) e clubes de investimento PIBB com opção de venda (constituídos para participar da segunda oferta de PIBBs).

35. Como tomo conhecimento das regras de aplicação na segunda oferta pública de PIBBs?

Leia o Comunicado ao Mercado disponível neste site, que traz todas as condições detalhadas e limites de investimento que deverão ser observadas por aqueles interessados em participar da segunda oferta pública de PIBBs. Antes de tomar uma decisão de investimento nos PIBBs, leia o prospecto da oferta e o regulamento do Fundo.

36. Qual o investimento máximo que eu, como Investidor de Varejo, poderei investir na Oferta de Varejo?

O investimento total que um Investidor de Varejo poderá fazer na Oferta de Varejo será de R$500.000,00.

37. E se eu, como Investidor de Varejo, quiser investir um valor superior a R$500.000,00 no âmbito da Distribuição Pública?

Neste caso, você deverá informar tal interesse aos Coordenadores e poderá ser alocado como um investidor institucional na Oferta Institucional, sem os benefícios de um Investidor de Varejo.

38. Para quem é válida a opção de venda?

A opção é válida para pessoas físicas, jurídicas não financeiras, fundos de investimento-PIBB com opção de venda (constituídos para participar da segunda oferta de PIBBs) e clubes de investimento-PIBB com opção de venda (constituídos para participar da segunda oferta de PIBBs).

39. Se eu investir em PIBBs por meio de fundos-PIBB ou clubes-PIBB, como exercerei a minha Opção de Venda?

Neste caso, a decisão de exercer a opção de venda dos PIBBs contra a BNDESPAR será exclusivamente do administrador de cada fundo ou clube de investimento.

40. Se eu reservar R$ 50 mil em PIBBs, posso efetivamente receber um valor em PIBBs menor que o solicitado?

Sim, se a demanda for excessiva, os investidores serão atendidos de acordo com regra de rateio descrito no item 5.3. do Comunicado ao Mercado, que está disponível nesse site.
Carteira de investimentos em meio a turbulência nos mercados de capitais

Desde o início do ano eu havia dito que criaria uma carteira com a melhores ações, na minha opinião, para investir. Antes de começar, terei que fazer um parelelo com o Índice Bovespa, o principal indicador da bolsa de Valores de São Paulo. Sua variação, quais são as mais rentáveis, o porque do sobe-desce entre outras coisas..
A idéia é olhar durante um mês quem são e como são essas ações para compreender o sobe-desce do mercado e posteriormente fazer com que a carteira que será criada por mim seja parte dos investimentos dos leitores.
Devo terminar isso neste final de semana.








































































































































































































































































































A frase do dia....
"Há argumentos e bases reais para medo e esperança. Afinal, não é possível que a China ( o maior consumidor mundial) pare de repente. Nem se pode esperar que os bancos centrais vão assistir uma quebradeira de bancos sem fazer nada".
Carlos Alberto Sadenberg
Investidores assustados, mercados em polvorosa... Primeros sinais de crise

Para quem possa entender, os grandes investidores do mercado de capitais descobriram que a crise do crédito subprime (liberação de financimentos para pessoas que não possuem bom cadastro na praça e ainda com dificuldades de manter suas dívidas em dia), que originou todo esse auê, é mais profunda do que se possa compreender e já começa seus primeiros passos.
Agora, os bancos, que emprestaram tal dinheiro, já não tem como não mostrar em seus balanços o prejuízo. Tal fato, provoca uma fuga de investimentos dos aplicadores para tentar se manter no mercado, sejam eles bancos de investimentos ou empresas que operam na bolsa . Resultado: queda nas bolsas de todo o mundo por conta da globalização.

Pela manhã, as bolsas da Ásia fecharam em queda e a tarde as ações dos principais mercados europeus despencaram (a maior baixa do ano). Nova York, o centro financeiro mundial, depreciou no fechamento. Na "terra brasilis", a Bovespa seguiu os rastros dos outros mercados e apresentou forte baixa nesta quinta-feira.
O motivo de hoje foi que os preços das commodities (explicação nos posts anteriores), caíram e os investidores saíram para salvar suas posições.
70% das empresas que compõem o Índice Bovespa (o indicador da bolsa de valores de São Paulo)estão ligadas aos setores de commodities, que também é responsável por grande parte das exportações brasileiras. Exemplos de empresas: Vale, que vende minério de ferro e a Petrobras, que produz petróleo...
Se houver uma queda muito forte nos preços das commodities, que também foram utilizadas pelos investidores para especular nos últimos anos, isso pode mostrar para o Brasil a sua vulnerabilidade.
Vamos ver e apostar quanto tempo dura essa crise?....

terça-feira, março 18, 2008

Video econômico do Luizito

Marido de um parente de minha esposa, o Luizito me mandou um link de um vídeo que vai interessar por outros assuntos no campo econômico...O professor é o Paulo Guiraldelli da USP...
Eis o vídeo:
http://ghiraldelli.blogspot.com/2008/03/pte-pensamento-tecnocrtico-em-educao.html

segunda-feira, março 17, 2008

Relatório do FMI causa desanimo


O relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgado nesta segunda-feira mostra a clara possibilidade da economia mundial possa passar por uma desaceleração em conseqüência da atual turbulência dos mercados financeiros.

Para a instituição – cujas declarações até o momento procuram amenizar o efeito da instabilidade – esta possibilidade “é agora consideravelmente maior” do que há quatro meses, quando o FMI avaliou o mercado pela última vez.


Isso deve afetar o Brasil? Ainda não sabemos. Mas fatores que considero um tanto quando vulneráveis, em se tratando de Brasil, portanto problemas a vista.
Economistas (puro sangue) --os que são formados em economia e outros cursos blá, blá, blá. para serem tal--, dizem que os preços das commodities --produtos de qualidade uniforme, produzidos em grandes quantidades e por diferentes produtores, cujos exemplos são minério de ferro, soja, petróleo, milho, algodão entre outros-- cairem e o déficit de contas correntes da balança comercial aumentar em um nível insuportável, poderá haver problemas....

Investidores tendem a "fugir" de mercados como o Brasil caso algo estranho nas contas dos país estejem estranhas a olho nu... Crise da Argentina lembram?

A turbulência financeira, que afeta atualmente o mercado de ações em todo o mundo, é fruto de especulações no setor imobiliário de segunda linha dos Estados Unidos, mas já resvala para outros segmentos e vai exigir reajustamentos das principais economias, com redução das compras de matérias primas dos países emergentes. A avaliação é da professora de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro Maria Beatriz David.

Em uma economia globalizada, acrescentou, isso acaba chegando aos países emergentes -- caso do Brasil, da Argentina, da Índia e de outros -- porque os países ricos reduzem o poder de compra, e com isso caem os preços das mercadorias com cotação internacional, como soja, milho e minérios. Exatamente onde reside a maior força das exportações brasileiras.



Crise vai durar "bastante tempo" e terá "graves conseqüências", diz FMI


da France Presse, em Paris
da Efe, em Washington

A crise financeira "vai a durar bastante tempo" e terá "graves conseqüências", afirmou nesta segunda-feira o diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn.

"Há crises conjunturais como as que estamos vivendo", que vão "durar bastante, com graves conseqüências", disse Strauss-Kahn em uma conferência organizada em Paris pelo FMI e pela Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) sobre as reformas estruturais na Europa.

Mercado de ações em polvorosa nesta semana

A semana deverá começar com volatilidade das maiores. O fator de maior preocupação são, para variar, os Estados Unidos. A confiança dos investidores foi atingida pelos problemas do banco de investimentos que foi Bear Stearns, que foi obrigado a pedir verbas de emergência para o Federal Reserve (Fed), o banco central americano, na semana passada.

Para tentar evitar que a crise do Bear Stearns se espalhasse para outras partes do setor bancário dos Estados Unidos, o Fed cortou a taxa de juros para empréstimos diretos para bancos em 0,25%, para 3,25%.

Durante o final de semana o banco foi vendido para o JP Morgan Chase, por apenas uma pequena parte de seu valor anterior. Mesmo com a venda rápida do Bear Stearns, a confiança dos investidores não foi retomada, pois, nesta semana, serão anunciados os últimos resultados de outros grandes bancos de investimentos americanos, como o Lehman Brothers, Goldman Sachs e Morgan Stanley.

segunda-feira, março 10, 2008

Notícia do Terra Magazine


Negros são as principais vítimas da crise nos EUA

Carlos Drummond

Quem não é branco tem três vezes mais chance de ser um tomador de um empréstimo sub-prime - lastreado em hipotecas de má qualidade -, nos Estados Unidos, do que um americano branco, de acordo com pesquisa do Pew Research Center reportada pelo semanário The Guardian Weekly.

Ex-funcionários de empresas de crédito pessoal e familiar têm revelado que as pessoas mais vulneráveis eram os alvos preferenciais das ofertas de crédito com lastro podre. Esses créditos estão na base da crise econômica que voltou a abalar os mercados de ações no final de fevereiro.

Os mais vulneráveis, visados pelas empresas de crédito, são definidos como integrantes de minorias, pessoas desarticuladas, com nível de educação baixo, muito velhas ou muito jovens.

A falência econômica dos mais indefesos infla as estatísticas. As perdas totais da população negra dos Estados Unidos nos últimos oito anos, que incluem os da crise subprime, é calculada entre US$ 164 bilhões e US$ 213 bilhões. É a principal diminuição de riqueza para as famílias negras do período moderno da história dos Estados Unidos, avalia o Pew Research Center.

Com base nos ganhos da renda familiar de 1982 a 2004, antes da crise subprime os negros dos Estados Unidos levariam 594 anos para atingir paridade com os brancos. Agora, atingir a igualdade econômica levará muito mais tempo.