terça-feira, dezembro 04, 2007

Gastos com compras de Natal e Ano Novo
Creio que o melhor das festas são ganhar os presentes. Mas quem vai comprar. Bem, eu tenho que comprar o meu, que neste ano não deverá ser muito caro.
Tenho algumas dicas. Além da conhecida e necessária pesquisa de preços, o cliente precisa ficar atento aos seus direitos, garantidos pelo Código de Defesa do Consumidor.

As principais regras que devem ser seguidas pelo lojista ou fornecedor e exigidas pelo consumidor estão ligadas à propaganda, preço, qualidade e segurança do produto e/ou do serviço a ser adquirido.

O cliente deve ter acesso fácil e direto ao preço dos produtos colocados à venda num estabelecimento comercial. Desta maneira, os lojistas são obrigados a colocar os preços nas peças expostas no interior da loja e, especialmente, na vitrine.

As leis também protegem o consumidor quanto ao defeito do produto ou serviço. Assim, é garantido o direito à troca por defeito do produto, por outro da mesma espécie ou a sua reparação.

No caso de ausência de produto idêntico ou na impossibilidade de sanar o defeito, é garantida ao cliente a devolução do valor pago ou o abatimento do seu preço.

Dicas básicas

  • Procure sempre comparar os preços, antes de efetuar suas compras, e não se iluda com os pagamentos "a perder de vista", pois nele sempre haverá encargos embutidos;

  • Sempre que efetuar uma compra, peça nota fiscal dos produtos ou serviços e se informe a respeito da garantia e locais de assistência técnica;

  • Procure vistoriar o produto sempre que possível, ainda dentro da loja e antes de efetuar o pagamento, na busca de defeitos supostamente aparentes;

  • Em caso de produtos elétricos ou eletrônicos, procure solicitar a demonstração de seu funcionamento, ainda dentro da loja e antes do pagamento, evitando o desconforto de uma possível troca;

  • Para os produtos que apresentem defeitos não aparentes, evite violar o lacre de garantia, procurando imediatamente o fornecedor, para não ultrapassar o tempo previsto no termo de garantia;

  • Nunca esqueça que a relação de consumo, por mais informal que seja, é uma relação jurídica que gera direitos e obrigações e, como tal, está amparada por lei;
  • Relatório Unibanco de investimentos

    Com as vendas de natal em foco, o Unibanco divulgou relatório mostrando boas perspectivas para a performance do setor varejista brasileiro no último trimestre, tradicionalmente o melhor do ano.

    Além da época favorável para as vendas, os analistas citam o sólido cenário macroeconômico do país, com o aumento da renda da população e a expansão do crédito, para justificar as expectativas positivas para o final de 2007.

    Cautela com Lojas Renner e Guararapes

    No entanto, em relação a algumas das principais empresas do setor, as expectativas do Unibanco se dividem. Destaque para a maior cautela dos analistas com Lojas Renner e Guararapes.

    Apesar de admitirem o potencial de crescimento da Renner para os próximos anos, com a abertura de novas lojas e fortes margens operacionais, os analistas acreditam que a atual cotação dos papéis já reflete o cenário favorável.

    Já para a Guararapes, a avaliação do banco é mais preocupante. Para o Unibanco, além de não existir nenhum catalisador para os papéis no curto prazo, o terceiro trimestre mostrou um fraco desempenho nas vendas da companhia, o que deve continuar nos próximos trimestres.

    Otimismo com Lojas Americanas, B2W e Pão de Açúcar

    Para Lojas Americanas, B2W e Pão de Açúcar, as projeções são mais otimistas. Segundo os analistas, os ganhos de sinergia resultantes da fusão das operações deve continuar incrementando as margens das duas primeiras companhias.

    Ademais, apesar do tímido crescimento nas vendas de outubro, a incorporação da rede Assai e o desempenho da rede Sendas devem ser importantes catalisadores para que o Pão de Açúcar mostre uma performance mais robusta em 2008.

    Confira as recomendações para as varejistas brasileiras:

    Empresa Código Preço-alvo Upside* Recomendação
    Lojas Renner LREN3 R$ 48,50 12% Manutenção
    Guararapes GUAR3 R$ 84,50 38% Manutenção
    Lojas Americanas LAME4 R$ 22,50 23% Compra
    B2W BTOW3 R$ 117,50 45% Compra
    Pão de Açúcar PCAR4 R$ 42,50 41% Compra
    *Potencial de valorização com base nas cotações do pregão da segunda-feira (3)

    As informações são do Infomoney.












    sexta-feira, novembro 30, 2007

    Vem ai a oferta pública de ações do Banco do Brasil

    Os investidores que desejam participar da nova oferta de ações ordinárias do Banco do Brasil podem realizar seus pedidos de reserva a partir desta sexta-feira, 30 de novembro. Os papéis objeto da oferta, que serão listados sob o código BBAS3, estréiam no novo novo mercado da Bovespa no pregão do dia 17 de dezembro.

    A fixação do preço será feita após a efetivação dos pedidos de reservas e a conclusão do procedimento de bookbuilding, e levará em conta a cotação das ações já listadas na Bolsa e as indicações de interesse dos investidores.

    Tomando por base a cotação de encerramento dos papéis listados na Bovespa em 29 de novembro (R$ 28,80), a operação deve movimentar, no mínimo, R$ 2,51 bilhões. Contudo, caso as opções de lote suplementar e adicional sejam integralmente exercidas, a captação poderá atingir R$ 3,39 bilhões.

    Operação da Oferta Quantidade de papéis
    Distribuição Pública Secundária * 87.217.391 ações ordinárias
    Opção de Lote Suplementar ** Até 13.082.608 ações ordinárias
    Opção de Lote Adicional *** Até 17.443.478 ações ordinárias
    Intervalo de Investimentos aceitos na Oferta de Varejo R$ 1.000,00 -
    R$ 300.000,00
    Investimentos aceitos na Oferta Institucional Não há intervalo mínimo ou máximo nos Pedidos de
    Reserva de Investidores Institucionais****

    *
    Sendo 72.173.913 ações de titularidade do BNDESPar e 15.043.478 ações de titularidade da Previ
    **Até 15% da quantidade de ações inicialmente ofertada, sendo até 10.826.086 papéis de titularidade do BNDESPar e até 2.256.522 papéis de titularidade da Previ
    *** Até 20% da quantidade de ações inicialmente ofertada, de titularidade do BNDESPar
    ****Exceto para pessoas físicas e determinadas pessoas jurídicas, além de clubes de investimentos, cujos investimentos devem exceder o montante de R$ 300 mil

    A oferta é destinada a investidores pessoa física e jurídica e clubes de investimentos, sendo que também serão realizados esforços de venda das ações no exterior.

    O coordenador líder da oferta é o BB Investimentos, sendo que os bancos de investimentos UBS Pactual e Deutsche Bank atuam como coordenadores. Banif, Espírito Santo Investment, Banco do Nordeste e Banco Safra também participam da oferta, como coordenadores contratados.

    Critérios de rateio
    Os empregados e clientes do banco que optarem pela participação direta na oferta terão seus pedidos de reserva integralmente atendidos, sem rateio, desde que sua reserva seja igual ou inferior a 10% do montante de papéis inicialmente destinados aos investidores de varejo e que, caso tenham condicionado um preço máximo por ação, este seja igual ou superior ao valor estabelecido no procedimento de bookbuilding.

    Contudo, caso a totalidade de pedidos de reserva de ações realizados por este grupo de investidores de varejo ultrapasse os 10% dos papéis inicialmente alocados entre os investidores de varejo, o critério de rateio que será utilizado será a divisão igualitária sucessiva deste montante de ações, até o limite de R$ 6 mil.

    Após o atendimento deste critério, os papéis remanescentes serão rateados proporcionalmente aos valores de pedidos de reservas entre todos os empregados e funcionários do BB. Entre os demais investidores de varejo, os critério de rateio serão os mesmos.

    Já entre os investidores institucionais, a particularidade fica com as "Pessoas Vinculadas", que poderão participar da oferta caso não seja verificado um excesso de demanda superior a um terço da quantidade de papéis inicialmente ofertados, observando o limite máximo de 10% das ações objeto da oferta.

    Confira a agenda da oferta:

    Eventos da Oferta Data
    Publicação de Aviso ao Mercado e Início do Procedimento de Bookbuilding 21 de novembro
    Início do Período de Reservas 28 de novembro
    Encerramento do Período de Reservas 11 de dezembro
    Fixação do Preço por Ação (encerramento do Procedimento de Bookbuilding) 13 de dezembro
    Início do Prazo para Exercício da Opção de Lote Suplementar 14 de dezembro
    Início das negociações das novas ações na Bovespa 17 de dezembro
    Liquidação Financeira da Operação 19 de dezembro
    Encerramento do Prazo para Exercício da Opção de Lote Suplementar 11 de janeiro
    Data limite para a publicação do anúncio de encerramento da oferta 22 de janeiro
    Dividendos BM&F (Parte 2)

    Tenho dito há algum tempo que o mercado de ações contínua crescendo no Brasil com muita força. Antes da oferta pública de ações (OPA) da Bovespa Holding, a venda de papéis em seu pregão de estréia parecia depender - ao menos para quem não tinha horizonte de investimento de longo prazo - majoritariamente da variação no preço dos papéis na ocasião da estréia.

    Na última quinta-feira, investidores de varejo com prioridade tomaram conhecimento do montante de ações que levariam na oferta publica Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), apenas R$ 1.820,00 ou 91 ações ordinárias da empresa.

    O montante causou decepção entre muitos que esperavam obter ganhos absolutos similares àqueles registrados na oferta da Bovespa, que trouxe lucros de cerca de R$ 6.000,00 apenas no pregão de estréia para quem recebeu o limite máximo no varejo e vendeu no pico da valorização do dia da estréia.

    A notícia do rateio bastante limitado levou muitos investidores a se questionarem se seria melhor não vender as ações na estréia e esperar por preços ainda melhores. Para obter os R$ 6.000,00 que a oferta da Bovespa retornou a quem levou os R$ 12.000,00 do rateio, as ações da BM&F teriam que avançar 330%, ou mais do que quadruplicar seu valor, já que cada papel teria que atingir R$ 86,00. Este não é um movimento comum no curto prazo e menos ainda no intraday.

    Segurar ou vender?

    Uma ponderação ex-post da oferta da Bovespa, por exemplo, sugere que quem resistiu à valorização de 52,13% que os papéis registraram em seu pregão de estréia e não os vendeu até o dia 31 de outubro, um dia após a data de liquidação, acumulou, até então, ganhos de 41,30%. Os papéis voltaram a subir depois disso.

    Em todo caso, a tendência que as ações apresentarão após suas estréia não depende de um fator único, mas estará sujeita, sobretudo, às condições do mercado e do perfil da empresa, seu desempenho operacional e financeiro e as perspectivas para seus negócios.

    Portanto, avaliar se vale ou não a pena vender os papéis da BM&F em seu pregão de estréia, ou se estes apresentam boas perspectivas de longo prazo, está longe de se limitar a avaliar o desempenho passado de ofertas públicas de ações anteriores.

    Afora o próprio perfil do investidor, o custo de oportunidade e as perspectivas para o cenário macroeconômico, que se configura como um risco ao mercado acionário em geral, não se limitando, portanto, apenas a esta ou aquela empresa, é preciso olhar com algum cuidado para a empresa, seus negócios e resultados, e com a BM&F não é diferente.

    Atenção ao que é fato

    (em R$ milhões) 9T06 9T07 %
    Receita Líquida 219,6 292,6 +33,24%
    Ebitda* 64,9 136,5 110,32%
    Lucro Líquido 143,1 222 55%
    * Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização

    De acordo com a empresa, sua principal fonte de receitas são os emolumentos, isto é, a cobrança de taxas pela utilização de seus sistemas de negociação e pelos serviços prestados por suas Clearings, que atuam como contraparte central garantidoras das operações registradas, as quais decorrem taxas que representam os custos operacionais de seus clientes, como taxa de registro, taxa de permanência e taxa de liquidação.

    Estratégias de negócios
    Em relação à sua estratégia, a BM&F esclarece em prospecto que os pontos-chave desta são a ampliação do volume negociado por clientes estrangeiros, através do desenvolvimento - já em andamento - de mecanismos que diminuirão seus custos que facilitarão sua participação nos mercados da BM&F e o desenvolvimento de nova plataforma eletrônica de negociação, com início de funcionamento previsto para 2008.

    Está previsto também o desenvolvimento de nova plataforma de registro de operações de derivativos de balcão, o lançamento de novos produtos, como o contrato futuro de credit default swap (CDS) da dívida externa brasileira, expansão das atividades de Clearing de Ativos, expansão da atuação do Banco BM&F e busca de novas alianças e parcerias.

    Não se pode perder de vista, porém, que tão importante quanto avaliar as qualidades e características da empresa, é a avaliação dos riscos inerentes aos negócios da empresa. Conhecer a empresa, seu mercado de atuação, seus riscos e os cenários aos quais esta pode estar exposta é essencial para quem planeja ter em sua carteira ativos cujo horizonte de retorno é de longo prazo.
    Ações da BM&F com sinais de forte valorização

    Os compradores de papéis da Bolsa Mercantil e Futuros (BM&F) não podem estar mais contentes. Os papéis da bolsa estréiam na Bovespa e a expectativa de valorização é uma das maiores possíveis.

    As ações da holding costumam responder com expressiva valorização. Com base no fato de que o início da negociação envolvendo os ativos da BM&F promete agitar os negócios no mercado acionário, muitos investidores buscaram comprar os papéis da Bovespa.

    Vale lembrar que, na data da IPO da Bovespa, o volume financeiro da bolsa encerrou superior a R$ 10 bilhões. O pregão da sexta-feira promete movimento próximo, tendo em vista que a oferta pública da BM&F, com R$ 5,98 bilhões captados, representa a segunda maior estréia no quesito da bolsa, atrás somente da própria Bovespa Holding, que captou R$ 6,62 bilhões.

    Os rumores de que uma fusão entre a Bovespa e a BM&F pode estar próxima vieram após o jornal Wall Street Journal publicar matéria considerando a possibilidade.

    De acordo com o jornal, depois da abertura de capital, a BM&F e a Bovespa devem se unir. Para Rodrigo Pasin, sócio da Value Consultoria, a possibilidade da união é muito grande. Pasin afirma, inclusive, que foi estudada a possibilidade de uma abertura de capital em conjunto.

    Atualmente, a maior bolsa do mundo é o grupo Nyse Euronext, resultado de uma fusão entre a Nyse Group e a européia Euronext. O cenário de consolidação das bolsas em âmbito global também favorece os rumores de que a união das bolsas brasileiras pode ser anunciada em breve.


    Parabéns a todos pela boa escolha e pelos futuros dividendos
    Último dia de uma semana de grandes volatilidade

    Na manhã desta sexta-feira (30), os contratos futuros dos principais índices de ações norte-americanos negociados na Chicago Mercantile Exchange (CME), como o S&P 500 e o Nasdaq 100, indicam uma abertura em alta das bolsas dos EUA.

    O otimismo dos investidores nesta sessão provém das declarações do presidente do Federal Reserve (banco central dos EUA) , Ben Bernanke, na última quinta-feira (29) que reforçaram as expectativas de um novo corte na taxa básica de juros norte-americana na próxima reunião do colegiado.

    quarta-feira, novembro 28, 2007

    Quarta-feira de incertezas nos mercados de capitais

    Para quem pensa que dia de fortes emoções na Bolsa acabaram por conta da proximidade do final do ano está redondamente enganado. Creio que seja agora o momento em que todos devem ficar atentos aos movimentos especulativos dos grandes investidores.

    Ontem, terça-feira, tivemos momentos de sobe e desce do principal indicador da Bolsa paulista e esta quarta-feira não será diferente ao que parece. A agenda econômica desta quarta-feira traz importantes divulgações de indicadores e o grande destaque fica com os dados do mercado imobiliário norte-americano, com as vendas de casas existentes em outubro, às 13h00.

    A outra divulgação que promete mexer com os ânimos dos mercados globais é o Livro Bege do Fed, relatório que fala da atualidade econômica norte-americana, programado para as 17h00.

    Outros indicadores daquele país aguardados são os semanais estoques de petróleo, para as 13h30, e empréstimos para financiamento imobiliário, às 11h00. Os dados referentes aos Pedidos e Entregas de Bens Duráveis também são aguardados, para as 11h30.

    No Brasil, na ausência de um movimento mais expressivo de indicadores econômicos, o destaque fica com as ocorrências em ofertas públicas de ações, com foco na precificação dos papéis para a oferta pública da BM&F.
    Semana continua de emoções fortes na Bolsa

    A exemplo da segunda-feira, ontem foi mais um dia de elevada volatilidade nos mercados brasileiros. O período na manhã foi o mais crítico, com o dólar subindo mais de 2%, Bovespa caindo 1,6% e juros futuros apontando para cima.

    Os ânimos se acalmaram depois que os índices em Nova York, como tenho dito há algum tempo da influência, firmaram posição em território positivo (operando em alta sempre), com o ânimo vindo do setor financeiro, fonte de grande parte da incerteza, devido às perdas dos bancos com o crédito hipotecário de alto risco.

    A notícia ecoou no setor financeiro brasileiro, onde as ações dos principais bancos contribuíram para a valorização de 0,61% registrada pelo Ibovespa, que encerrou aos 59.431 pontos. O giro financeiro somou R$ 5,37 bilhões.

    A valorização do Ibovespa não foi melhor em função do fraco desempenho para as ações da Petrobras e Vale do Rio Doce, que respondem por cerca de 25% do índice. A ação PN da estatal caiu 1,17%, para R$ 74,00, e a PNA da mineradora recuou 0,20%, para R$ 47,90.

    O dólar continua assustando os investidores ao registrar o quinto pregão consecutivo de apreciação. Nesses cinco dias, a moeda já subiu mais de 4,3%. Segundo os agentes, tem muita especulação, com agentes puxando o preço da divisa depois que o governo sinalizou que vai comprar US$ 10 bilhões para a formação de um fundo de renda soberana, que aplicará em títulos no exterior.

    segunda-feira, novembro 26, 2007

    Bovespa abre a semana em queda

    A Bolsa de Valores de São Paulo fechou em forte queda nesta segunda-feira e perdeu o patamar dos 60 mil pontos, acompanhando de perto o fraco desempenho do mercado acionário dos Estados Unidos. O Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista, terminou a sessão encostado na mínima do dia, com baixa de 3,12%, aos 59.069 pontos, patamar mais baixo desde 25 de setembro.
    O volume financeiro na Bovespa foi de R$ 5,1 bilhões.

    Hoje as variações das blue chips (ações de primeira linha) brasileiras não são determinantes para o comportamento do índice. Os papéis preferenciais (PN, sem direito a voto) da Petrobras cediam 0,30%, embora o petróleo avançasse 0,02% em Nova York. Já as ações ordinárias (ON, com direito a voto) subiam 0,56%. As ações da Vale do Rio Doce figuravam entre as maiores valorizações do dia. Vale ON avançava 3,28% e Vale PNA ganhava 2,23%. O presidente da Vale, Roger Agnelli, traçou hoje um cenário de forte aumento da demanda por minério de ferro para os próximos anos.

    O ranking de maiores desvalorizações do Ibovespa, carteira teórica composta por 63 ações, era liderado por Perdigão, em baixa de 5,63%. A estréia da Bertin no segmento de lácteos, anunciada hoje por meio da compra do controle da Vigor, deixará o mercado mais competitivo justamente após uma investida da Perdigão nesta área, que se deu por meio da compra da Eleva, anunciada em outubro.

    O ranking de maiores desvalorizações do Ibovespa, carteira teórica composta por 63 ações, era liderado por Perdigão, em baixa de 5,63%. A estréia da Bertin no segmento de lácteos, anunciada hoje por meio da compra do controle da Vigor, deixará o mercado mais competitivo justamente após uma investida da Perdigão nesta área, que se deu por meio da compra da Eleva, anunciada em outubro.

    Ações de bancos em alta

    Não é surpresa para mim olhar e ler notícias sobre crescimento dos bancos brasileiros.
    Num claro momento em que a economia tupiniquim vai bem os bancos são as instituições que mais ganham grana. E ganham muito, podem perceber.

    http://www.estadao.com.br/economia/not_eco85988,0.htm

    Me perguntam se recomendo a compra de ações de bancos brasileiros. Respondo de forma enfática e irônica com outra pergunta; Porque bancos europeus e americanos querem fazer parte do sistema financeiro brasileiro.
    O legado Eric Hobsbawn (parte 1)

    Estou lendo novamente "A Era dos Extremos" de Eric Hobsbawn. Ainda na metade do livro, posso perceber e concluir, embora ainda não tenha chegado ao seu final, que o mundo dá muitas voltas mas, de certa maneira, vivencia-se basicamente as mesmas coisas.

    O século XX, rico em fatos idiotas, me mostra que o dinheiro é, de fato, o motor do mundo em todos os aspectos e alguns ainda acham que fatos políticos são o alicerce do mundo. Vinte anos atrás, o Império do Mal (adivinhem quem é?) Já causava preocupação aos polícias do mundo... O senhor das armas era o ator Ronald Reagan seguido pela sua fiel escudeira Maggie Thatcher.

    Enquanto isso, o mundo ainda persoadia na mediocridade..... A julgar pelos fatos, a mediocridade deverá continuar
    Mas vamos ao que interessa... Finanças na próxima postagem....

    Analistas recomendam ações do Banco do Brasil


    Quem comprou as ações do Banco do Brasil em junho do ano passado está hoje com o sorriso de orelha a orelha. Em menos de um ano e meio, os papéis subiram 79%, oferecendo aos investidores ganhos acima dos registrados pelo Índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa). Tal desempenho atiçou a cobiça em muitos investidores, mas fez surgir também a dúvida: ainda há espaço para mais valorização?

    A resposta, segundo os especialistas, é sim. "As ações devem figurar entre as maiores da Bovespa, ao lado de Vale do Rio Doce e Petrobras. A instituição deve continuar crescendo e isso vai gerar lucros para os acionistas", diz Miguel José Ribeiro de Oliveira, vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anafe).

    No último trimestre, o Banco do Brasil contabilizou lucro líquido de 1,4 bilhão de reais, valor 50% acima do verificado no mesmo período do ano passado. Segundo Oliveira, a busca por novos negócios - principalmente ligados a crédito consignado, que apresentam menor risco – está ampliando a competitividade do banco, que cresce também à medida em que melhora a percepção de eficiência da empresa. "Hoje o BB não é mais administrado de forma política como antigamente", diz o vice-presidente da Anefac.

    Na comparação com bancos privados, entretanto, o Banco do Brasil ainda apresenta desvantagens. Sua margem bruta de lucro, por exemplo, é de 36%, ante 43,5% do Bradesco. "O desempenho do BB tende a ser inferior ao dos bancos privados porque, como empresa pública, ele tem um cunho social. Já os bancos privados operam sempre com o objetivo de maximizar seu lucro ao máximo", diz Fausto Gouveia, analista da corretora Alpes.

    O que torna a oferta pública do BB interessante, segundo Gouveia, é o desconto que os investidores poderão obter nas ações. Na oferta realizada no ano passado, os papéis tiveram seu preço fixado 5,5% abaixo da cotação de mercado. "O desconto, juntamente com a previsão de alta para a Bolsa nas próximas semanas, deve trazer um retorno razoável para o investidor", afirma o analista.

    Diferentemente das ofertas públicas primárias (IPO, em inglês, quando a empresa coloca suas ações na Bolsa pela primeira vez), na oferta secundária o mercado já dispõe de informações suficientes para precificar e projetar o desempenho futuro para as ações. "Por isso, não adianta tentar flippar (participar da oferta para vender os papéis em seguida e obter lucro rápido). O ganho, nesse caso, virá no médio e longo prazo", diz Gouveia.

    Amanhã termina oferta de ações da BM&F


    Termina amanhã o período de reserva de ações da oferta pública (IPO) relativa à abertura de capital da Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F). A reserva pode ser feita em bancos e corretoras e também pela internet, por meio do homebroker das corretoras. Na sexta-feira passada (dia 23), os rumores no mercado eram de que a demanda superava em três vezes a oferta. A expectativa é de que essa relação aumente nesses dois últimos dias de reservas, se a Bolsa reduzir as perdas sofridas na semana passada. As ações da BM&F vão estrear na Bovespa sexta-feira (dia 30).

    O preço de referência por ação está estimado no prospecto entre R$ 14,50 e R$ 16,50, considerado muito baixo por analistas. Por isso, há expectativa de que neste início de semana seja divulgada revisão para cima desse preço inicial, tal como ocorreu com a Bovespa.

    O preço final será fixado na quarta-feira (dia 28) pelo procedimento do livro de oferta, que reflete o valor oferecido por investidores institucionais. O valor mínimo de investimento é de R$ 5 mil e o máximo, R$ 300 mil. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

    quinta-feira, novembro 22, 2007

    Todos estão de olho nas ações da BM&F (parte 1)

    A BM&F (Bolsa de Mercadorias e Futuros) S.A. anunciou nesta sexta-feira (9) os termos de sua oferta pública secundária de ações ordinárias, que serão listadas no Novo Mercado da Bovespa sob o código BMEF3.

    A fixação do preço será feita após a efetivação dos pedidos de reservas e a conclusão do procedimento de bookbuilding. Porém, os coordenadores da oferta estimam que o preço do papel deverá ficar entre R$ 14,50 e R$ 16,50, de maneira que a operação deve movimentar, no mínimo, R$ 3,77 bilhões.

    Contudo, se considerado o limite superior do intervalo estimativo de preços e se a opção de lote suplementar for exercida, a captação desta operação poderá atingir R$ 4,93 bilhões.

    Com isto, a BM&F ocuparia o segundo lugar no posto das maiores captações por meio de ofertas públicas desde a reabertura dos mercados, em 2004, ficando atrás somente da Bovespa Holding.

    Operação da Oferta Quantidade de papéis
    Distribuição Pública Secundária 260.160.736 ações ordinárias
    Opção de Lote Suplementar * Até 39.024.120 ações ordinárias
    Intervalo de Investimentos aceitos na Oferta de Varejo R$ 5.000,00 -
    R$ 300.000,00
    Investimentos aceitos na Oferta Institucional Não há intervalo mínimo ou máximo nos Pedidos de
    Reserva de Investidores Institucionais**
    * Até 15% da quantidade de ações inicialmente ofertada, em caráter de oferta secundária
    **Exceto para pessoas físicas e determinadas pessoas jurídicas, além de clubes de investimentos, cujos investimentos devem exceder o montante de R$ 300 mil

    A oferta é destinada a investidores pessoa física e jurídica, clubes de investimentos, sendo que também serão realizados esforços de venda das ações no exterior.(...)
    Desculpas por não ter postado nada nos últimos dois dias

    Quero externar aqui minhas sinceras desculpas por não publicar nenhuma notícia sobre economia neste dois últimos dias.
    A regularidade será posta à prova, com certeza nesta semana.
    Há potencial para a bolsa subir mais até o final do ano? É um bom momento para investir em ações?

    Neste ano, até o final de setembro, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, subiu 8,95%. Também no último dia útil de setembro, o Ibovespa foi cotado a 36.449 pontos. A Fator Corretora projeta 41 mil pontos para o índice até o final do ano, se o mercado internacional “não atrapalhar” e se não houver grandes surpresas no cenário interno, principalmente, durante o andamento do segundo turno da eleição para presidente do País. Portanto, dos 36 mil pontos até os 41 mil pontes, há expectativa de alta da bolsa.

    Mas, não é simples a pessoa física encontrar o melhor momento para aplicar em ações, pois não há como prometer “ganhos” no futuro em renda variável, explica o analista da Geração Futuro, Wagner Salaverry. Além disso, os pequenos investidores não costumam ter o volume de recursos necessários para investir de uma única vez. “O ideal é criar o costume de investir um pouco todo mês. Assim, o investimento vai se tornar rotina”, diz.

    Salaverry explica que, ao investir com peridiocidade, a pessoa física evita picos de alta e de baixa da bolsa e, lá na frente, veria um ganho médio mensal. Para ele, o importante é tirar o foco do ganho no curto prazo e ter uma visão de longo prazo.

    Segundo Salaverry, o investidor que fez aporte mensal de R$ 100,00 em um clube de investimento Programado I da Geraçao Futuro, durante 67 meses até agosto de 2006, colocou ao todo R$ 6,7 mil. No periodo, o clube rendeu 385%. “Portanto, esse investidor acumulou até agosto passado R$ 32 mil no clube de investimento sob gestão ativa, ou seja, que não segue índices do mercado”, afirma.

    No mesmo período, se o mesmo investidor tivesse feito aportes mensais de R$ 100,00 na caderneta de poupança, ele teria em agosto R$ 8,6 mil. Em aplicações que seguem o CDI, o montante acumulado, seguindo as mesmas condiçoes acima, seria de R$ 11 mil. Em algum fundo indexado ao Ibovespa, a rentabilidade em agosto corresponderia a R$ 16,5 mil.

    E, se tivesse aplicado, em dólar, o mesmo investidor teria perdido dinheiro. Do total aplicado de R$ 6,7 mil ao longo dos 67 meses até agosto de 2006, por meio de parcelas de R$ 100,00 mensais, o investidor teria R$ 5,3 mil. “No acumulado dos 5 anos, o dólar teria sido um péssimo investimento”, diz Salaverry.

    Com aplicações mensais de R$ 100,00 no clube de investimento da Geração Futuro, durante últimos 67 meses, o investidor teria acumulado até agosto de 2006:

    Tipo de investimento

    Valor acumulado (em R$ )

    Dólar

    5.300,00*

    Caderneta de poupança

    8.600,00

    CDI

    11.100,00

    Fundo de ações ou clube de investimentos indexados ao Ibovespa

    16.500,00

    Clube de ações Programado I, sob gestão ativa da Geração Futuro

    32.000,00**

    Fonte: Geração Futuro

    *O valor de R$ 5.300,00 é inferior aos R$ 6,7 mil – soma das parcelas mensais de R$ 100,00, aplicadas no clube durante os 67 meses.

    **A Geração Futuro informa que o Clube Programado I rendeu 385% nos últimos 67 meses até agosto de 2006

    segunda-feira, novembro 19, 2007

    Fatores que explicam a queda da Bovespa nesta segunda-feira

    Dois fatores explicam a queda da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) nesta segunda-feira. Primeiro, o temor dos investidores sobre notícias pessimistas a respeito dos rumos da economia mundial.

    Na verdade, a tal crise de crédito de alto risco, também conhecida como subprime, onde financeiras emprestam dinheiro para pessoas com histórico de crédito abaixo do que eles (os tomadores) consideram normal, ainda é um temor para os grandes investidores que ditam o tom dos mercados de capitais.

    Eles (os investidores) querem de fato saber se os grandes bancos, que foram os avalistas dessas financeiras ficaram com prejuízo acima do esperado. Tal fato se confirma a partir do momento em que esses bancos divulgam seus balanços. Pelo que estou vendo ao longo dos últimos dias, várias instituições têm divulgado números nada satisfatórios.

    Ai os investidores vão às suas respectivas bolsas e vendem ou compram suas ações. Tal fato determina movimento de alta ou de baixa. Outra questão que está sendo levada em consideração são os preços do barril de petróleo. Como ainda é o petróleo (ouro negro) é o combustível que movimenta as economias do mundo, um preço alto interessa somente aos produtores, que vendem mais do que nunca. Venezuela, de Hugo Cháves, e Irã, de Mahmud Ahmadinejad, são grandes produtores de petróleo e estão sorrindo com os preços nas alturas.

    O curioso é que esses dois países não têm muito crédito no mercado, pois as nações que " mandam no mundo", para que se faça entender, têm medo que o senhor Cháves ou o senhor Ahmadinejad dêem calote em suas respectivas dívidas externas -- isso aconteceu com a Argentina de Carlos Menem e com o próprio Brasil --, mas eles vendem muito petróleo. Para se ter uma idéia da discrepância dos fatos a Venezuela, sim ela mesma, é o país que mais vende petróleo para os EUA.

    Tais fatores influenciam os mercados e por conta disso há uma grande volatilidade (sobe e desce). Hoje, a Bovespa encerrou o pregão com queda de mais de 3%. Mas o giro de negócios ficou em torno dos R$ 6 bilhões o que surpreende, haja vista que os mercados brasileiros fecham amanhã em suas principais cidades por conta do feriado do dia da Consciência Negra.
    Entendendo a Bolsa de Valores parte 2

    Não tomem susto! Quem vai começar a operar no mercado acionário deve ter em mente que existem várias tarefas a serem observadas, passando pelas técnicas, métodos de análise, algum conhecimento de balanço, análise de porfólio das empresas, fatias de mercado das empresas e por aí vai.

    Não que seja necessário conhecer profundamente cada item, mas, pelo menos, tomar conhecimento de doados com relação à empresa de interesse. Não se esqueça de que investimento em Bolsa de Valores deve ser primordialmente encarado como investimento de longo prazo. Evidentemente que os “tiros” curtos não estão afastados, mas entre a decisão por investir em ações de uma determinada empresa e colocar algum lucro no bolso, muita coisa vai acontecer. Esteja atento!

    Existem diversos tipos de ações no mercado. Algumas apresentam alta volatilidade, ou seja, as cotações sobem e descem de maneira intempestiva, exigindo muita atenção na operação. Estas devem ser afastadas? Minha opinião é que tudo depende da disposição do investidor quanto a riscos, volume do capital a ser investido, etc.

    Outras ações já podem ser consideradas mais "amigas". São as ações de empresas que se preocupam muito com o investidor em seus papéis e os remuneram muito bem, sob a forma de dividendos, independente das oscilações na Bolsa de Valores. São empresas que distribuem regularmente bons dividendos. São as chamadas "ações de viúvas", porque possibilitam aos seus detentores remuneração certa e generosa, seja mensal, semestral, ou anual.

    Podemos dizer que cada ação tem sua "personalidade", devendo a escolha ser compatível com o perfil do investidor: conservador, moderado ou agressivo. Como descobrir? Só você pode fazer isso.

    Para quem vai iniciar o ano de 2008 investindo em ações, há que considerar que o mercado financeiro brasileiro está hoje inserido no contexto internacional, face à globalização da economia. esta globalização, com relação ao mercado brasileiro, coloca-nos numa situação de ter que acompanhar o que acontece no mundo e quais os reflexos que cada uma das situações que ocorrem no dia-a-dia mundial apresentam por aqui.

    Mas por quê isto ocorre? Vejamos. Nos dias atuais as transações financeiras são realizadas em questões de segundos. Assim , qualquer problema que ocorra na Ásia, com suspeitas de que possa afetar os mercados financeiros asiáticos, os investidores que possuem aplicações por lá identificam de imediato para onde podem migrar e o fazem rapidamente, para aqueles mercados que possuam pouca ou nenhuma influência da crise lá eclodida, face às conjunturas locais, os fundamentos da economia no outro mercado e assim vai.

    Se o Brasil estiver com bons fundamentos econômicos –analistas afirmam que está--, naquele momento específico, os capitais migrarão para cá. O mesmo acontecendo com relação à outros mercados espalhados pelo mundo. O mercado financeiro brasileiro, principalmente o mercado acionário vive hoje bastante atrelado ao mercado norte-americano e porque não dizer dependente das oscilações por lá.

    E hoje, como se comportará a BOVESPA?

    Pois é, depois de pesados movimentos de baixa da Bovespa, acompanhando os mercados internacionais (realização de lucros? Acho que sim) ,ocorridos até sexta-feira, os quais já havia mencionado por aqui, em algum post passado, precisamos estar atentos a esta segunda-feira.

    O quê poderá acontecer por aqui? Como sempre digo, estamos muito atrelados às Bolsas americanas e precisamos esperar os mercados de lá abrirem, o que só acontecerá às 12:00 horas de Brasília. Sendo assim, podemos inicialmente acompanhar as Bolsas européias, que abriram antes da nossa. Por lá já temos 2 horas de pregão, as Bolsas abriram em ligeira alta e estão se mantendo assim. Acredito que hoje venhamos a ver o índice Bovespa testar o forte suporte por volta de 70mil pontos. Caso rompa este suporte, precisamos estar atentos a um ajuste mais profundo pois dois novos suportes poderão ser testados. Isto é o que nos mostra a análise gráfica. Estejamos pois atentos!



    Entendendo a Bolsa de Valores

    Conforme prometido venho por meio deste explicar como funciona o "modus operandi" de uma bolsa de valores. As regras são praticamente as mesmas em todas as bolsas do mundo. Por conta do perde e ganha diário, e isso é inevitável, creio que o melhor caminho para se entender de mercado financeiro é conhecendo os mecanismos que nela podemos usufruir.

    Detalhe, para quem habitualmente já sabe sobre o que é bolsa não se preocupe que irei aperfeiçoando as informações sobre mercados. Creio que devo inaugurar um centro de estatísticas.

    Inicialmente, farei uma "tradução" dos dialetos para que se percebam como funciona e, ao longo da semana, as diretrizes do mercado.

    A Bolsa de Valores é uma associação civil sem fins lucrativos, com autonomia administrativa, financeira e patrimonial, que pode ser caracterizada como um veículo em que as empresas de pequeno, médio e grande porte obtêm capitais de forma mais barata que com empréstimos ou com investidores particulares. É nela que se vendem e se compram ações sem precisar de porcentagem mínima. Qualquer um pode investir, devendo apenas saber que o mercado oscila: pela manhã a ação pode valer milhões; à tarde um terço desse valor ou então dobrá-lo ou ainda mantê-lo.

    Mas não são apenas as empresas e os investidores interessados nesse setor. A Bolsa de Valores é extremamente importante para o crescimento de um país, já que possibilita o acesso ao capital numa área com capacidade empreendedora.

    A diferença entre países desenvolvidos e em desenvolvimento está refletida no mercado financeiro: se, por um lado, as empresas de pequeno porte dos Estados Unidos conseguem acesso ao capital (dinheiro) para desenvolver o seu negócio e geram mais empregos; por outro lado, há nações que não investem nas pequenas empresas e deixam de criar oportunidades. O crescimento empresarial faz o país se desenvolver e a economia se fortalecer. Por esse motivo a Bolsa de Valores é monitorada e acompanhada diariamente por governantes e administradores, pois ela é capaz de identificar e mudar os rumos econômicos de um Estado.


    Pregão: Modalidade de licitação para aquisição de bens e serviços comuns, ou seja, é a forma que a bolsa de valores ou os órgãos públicos (prefeituras, governos estaduais ou federais) têm para selecionar uma empresa ou um produto que deseja comprar, desde que atenda a todas as especificações pedidas. Cada dia de funcionamento da bolsa, quando se vendem e compram ações, é um pregão.

    Bolsa em alta: Quando o índice de fechamento do pregão é maior que o do pregão anterior. O contrário disso é chamado de "bolsa em baixa". Já a "bolsa estável" é quando o fechamento de dois pregões mantém o mesmo índice.

    Ação: Porcentagem de uma empresa que mede quantos sócios ela tem, qual é majoritário (tem mais ações), qual é minoritário, qual a participação de cada um.

    Corretoras: Instituição que compra e vende ações, negocia valores mobiliários.

    Dividendos: Divisão dos lucros entre os acionistas, mantendo a proporção da quantidade de ações que eles possuem. A companhia deve distribuir pelo menos 25% do lucro líquido ajustado.

    Subscrição: Aumento de capital definido por uma empresa por meio de novas ações para obter mais recursos. Pelo Direito de Subscrição, os acionistas podem comprar essas novas ações antes de outros investidores, na proporção que lhes for destinada, com preço e prazo decididos pela companhia.

    Formador de mercado: Profissional ou empresa que garante liquidez mínima e referência de preço; pode ser contratado por companhias abertas, acionistas ou empresas controladas; mantém compra e venda de ações negociadas nas bolsas; não pode ter acesso a informações privilegiadas da empresa contratante.

    Para quem deseja operar no mercado de capitais, é fundamental entender a economia do país, os indicadores financeiros (dólar, inflação, desemprego, juros bancários, níveis de produção que tenho mostrado por aqui nos (últimos dias ), os fatores que influenciam o mercado e as situações políticas que geram insegurança para a área econômica. Como os países e as bolsas podem ser influenciados de maneiras diferentes, são de extrema importância a leitura constante e o domínio de assuntos referentes à economia.

    Para que esse texto não fique muito grande farei outra postagem

    Índice de inadimplência sobe, segundo Serasa

    O índice de inadimplência dos consumidores medido pela Serasa em outubro subiu 10,3% ante o resultado do mesmo mês de 2006. A alta no índice foi ainda maior na comparação com setembro, com 13,2%.

    De acordo com a Serasa, a inadimplência da pessoa física acumula no ano elevação de 0,3% na comparação com o período entre janeiro e outubro de 2006. Essa foi a primeira alta no indicador depois de cinco meses seguidos de retração da inadimplência.

    No período de janeiro a outubro deste ano, 39,5% da inadimplência dos consumidores esteve nas dívidas com os bancos. No segundo lugar no ranking de representatividade da inadimplência estão os débitos com cartões de crédito e financeiras, com 30,3%.

    Os cheques sem fundos aparecem em seguida, com 27,6%. No final da lista, estão os títulos protestados, com 2,6% das dívidas. Nos primeiros dez meses de 2007, o valor médio das dívidas com bancos foi de R$ 1.276,92, o que representa um aumento de 11,4% sobre o valor apurado no mesmo período do ano passado.

    Para as dívidas com cartões de crédito e financeiras, o aumento foi de 9,3%, chegando a um valor médio de R$ 366,69. Já para os cheques sem fundo, o valor médio neste período foi de R$ 605,88, representando uma alta de 4,8% diante da mesma base de comparação. Da mesma forma, com avanço de 12,3%, o valor médio dos títulos protestados chegou a R$ 884,90 nos primeiros dez meses do ano.
    Semana de tensão para quem investe em mercado de capitais

    A semana inicia-se com os grandes investidores sob tensão por conta dos alertas dos bancos de investimentos e também por conta da notícia do Presidente do Federal Reserve (FED, o Banco Central dos Estados Unidos) sobre os rumos da economia daquele país. Todos afirmam que deve haver uma "pequena" recessão no ano que vem. E quando acontece isso o mundo fica em alerta.

    Na primeira semana de dezembro, o Fed divulgará outro documento considerado determinante para as expectativas do mercado internacional: a ata da reunião do comitê que decidiu, em 31 de outubro, cortar o juro básico norte-americano em 0,25 ponto percentual.

    Como tenho dito há alguns dias, o Brasil globalizado se baliza pelo sobe e desce dos mercados internacionais entre eles os Estados Unidos por que nesta semana não haverá divulgação de dados de peso na economia brasileira. Além do mais, há dois feriados, -- Dia da Consciência negra em São Paulo e no Rio, amanhã, e o Dia de Ação de Graças na quinta-feira nos Estados Unidos--, que devem dar um a relativa calma.

    Por conta disso, é preciso que pequenos investidores tenham calma e usem de cautela para fazer suas aplicações. A Bolsa ainda não abriu, inicia o pregão às 11hs e fecha às 18hs durante o horário de verão. O dia promete ser de volatilidade (sobe e desce) com tendência de queda. Amanhã, não haverá negócios na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) e, na quinta-feira, a Bolsa de Valores de Nova York (Nyse, na sigla em inglês) fica fechada.

    A notícia mais prospera da semana foi a de que a Telebrás, holding estatal de telecomunicações, divulgou comunicado hoje pedindo o bloqueio dos negócios com suas ações à Bolsa de Valores de São Paulo. Os papéis tiveram alta de mais de 200% na sexta-feira.

    O pedido da estatal foi feito depois que a Bovespa requeriu informações da empresa sobre a variação das ações ordinárias e preferenciais, que na sexta-feira subiram 218,18% e 200%, respectivamente. Para quem tem ações da empresa não é difícil falar em segurar pois mais a boa-ventura virá e rápido.

    sexta-feira, novembro 16, 2007

    Semana interessante, apesar do feriado, para os investidores

    A semana termina com o placar a favor para os investidores. A Bolsa de Valores de São Paulo terminou a sexta-feira (16) em leve queda, procurando se ajustar à movimentação da véspera em Nova York, em outro dia bastante volátil nos mercados acionários.

    O Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista, encerrou o dia em baixa de 0,03%, a 64.609 pontos. O volume financeiro foi de R$ 5,4 bilhões, antes do vencimento de opções na segunda-feira. A sexta-feira assistiu a uma relativa tranquilidade no cenário externo, com alta moderada das bolsas em Nova York.

    O mercado sofreu ajustes seguindo o fechamento das bolsas da véspera, quando por aqui foi feriado. Na quinta-feira, o índice de principais ADRs brasileiros fechou em queda de 2,6% na bolsa de Nova York, com destaque para as fortes quedas nos papéis das blue chips Companhia Vale do Rio Doce e Petrobras.

    Esta semana houve, como havia dito em comentários anteriores muito "colamento" e creio que isso deverá ocorrer na próxima semana por conta do feriado do dia da consciência negra.

    Dólar continua em queda

    O dólar fechou em alta nesta sexta-feira, com os investidores cautelosos em um dia marcado pelo fraco volume de negócios. A moeda norte-americana subiu 0,69%, a R$ 1,746, e encerrou a semana estável. No mês, a moeda registra valorização de 0,46%.
    Comprem dólar para viajar....
    Tempos de compras tempos de gastos

    Continuando a parte do cheque... Para quem ainda não está satisfeito sobre os argumentos que passei ao explicar os problemas do cheque aqui vai mais um. Estamos a entrar num período de compras. Para você mesmo, pais, mães, irmãos e irmãos e tantos outros parentes. Gastos são sempre bem vindo. Quem não gosta de gastar um pouco. Eu mesmo já passei por isso . Admitamos, somos consumistas.

    Mas para quem tem a intenção de começar a por um fim na "gastança" o equilíbrio começa com você pensando no que vai gastar e quanto deve gastar. Se for um bem acima do que seu salário lhe permita ou mesmo que vá ficar muito tempo pagando sugiro uma poupança para depois fazer a compra.

    Vivemos um momento de ligeira estabilidade financeira e os preços não tendem a subir como no passado, muito ao contrário. Fazer as contas no papel para não se sufocarem em 2008. O13* está ai para ser guardado, quem sabe até fazer umas aplicações --já explico sobre isso--, ou mesmo usar para pagar dívidas remanescentes.
    Caso seja inevitável aconselho a fazê-lo em no máximo três vezes para não se complicar futuramente.

    Aos que não possuem crédito é necessário a ajuda de última hora, ou seja as "Casas Bahia" da vida só dá dor de cabeça. Lembre-se comprar nas Casas Bahia pode vir a ser bom num primeiro momento mas as prestações depois é que vão lhe atormentar. Digo isso porque detesto prestações.. Me enchem o saco, estou a ser sincero... Exemplo, a compra de um "bem" por R$ 1000,00 a juros de 3% sairá mais do que você pensa. Faça as contas.
    Programe-se...

    quarta-feira, novembro 14, 2007

    Investir em ações da BM&F

    Na esteira da euforia das Oferta Pública de Ações (OPA), ou IPO na sigla em inglês, muitos me perguntam sobre a estréia dos papéis da BM&F na Bovespa.

    A recomendação para os investidores que pretendem participar da megaoferta é a análise detalhada dos riscos envoltos. A BM&F compara o tamanho do mercado acionário brasileiro ao norte-americano - sendo o primeiro substancialmente menor, menos líquido e potencialmente mais volátil - para alertar que os acionistas podem enfrentar dificuldades em vender os papéis no momento e ao preço desejado.

    Além disso, o preço por ação é fixado pelos coordenadores da oferta segundo o procedimento de bookbuilding e, além de não haver garantia que tal valor seja indicativo dos preços que prevalecerão no mercado, pode ainda flutuar de maneira significativa.

    Concorrência no mercado financeiro

    O investidor também deve se manter atento ao movimento de consolidação das bolsas de valores e mercadorias e futuros em âmbito global - resultado do crescimento dos mercados financeiros -, o que intensifica a concorrência neste setor.

    O crescimento da BM&F enquanto instituição, e conseqüentemente seu sucesso enquanto empresa de capital aberto, está condicionado aos movimentos do mercado e à capacidade da bolsa brasileira de mercadorias e futuros a adaptar-se a um cenário competitivo, consolidador e de elevado fluxo de capitais.

    A própria BM&F salienta em seu prospecto que, caso não seja bem sucedida na concorrência ou no aumento de sua participação nos mercados em que atua, pode não manter e aumentar o volume de operações realizadas, de forma que seu resultado financeiro seja negativamente impactado.

    BM&F não tem experiência em lucrar

    Ainda no que diz respeito aos resultados financeiros da bolsa, é preciso ter em mente que a BM&F não possui experiência como instituição de fins lucrativos, já que o processo de desmutualização foi concluído em setembro deste ano.

    As dificuldades que a BM&F ainda pode enfrentar na transição para operações com fins lucrativos não se resumem à capacidade de gerar receita. A desmutualização envolve riscos, despesas e dificuldades.

    Com a perda do caráter de sociedade sem fins lucrativos, a BM&F perde incentivos fiscais, passando a ser tributada. Além disso, a bolsa atualmente é parte em quatro ações movidas por antigos associados que tentam impedir a desmutualização.
    Pesquisa sobre talão de cheques do Banco Central

    Uma pesquisa divulgada recentemente pelo Banco Central (BC) mostra como é caro assinar um cheque. Cada folha do seu talão custa, em média, R$ 3,11 para os bancos, segundo a estimativa do BC.

    Me perguntam se esse valor é caro. Respondo que sim se compararmos ao custo dos pagamentos feitos por meios eletrônicos, que chegam a custar a metade: R$ 1,46. E advinha para quem os bancos repassam os custos? Por isso é estranho que o brasileiro ainda utilize cheque em suas compras. O uso desse meio de pagamento vem caindo, mas ainda há quem resista.

    Mas porque ainda existe muita resistência em se livrar do talão de cheques? Na pesquisa muita gente entrevistadas por uma outra pesquisa, agora da Visa -- aquela mesma do cartão--, afirmam que a maior vantagem de continuarem a usar o cheque é o chamado pré-datado.

    Tenho até medo de escrever isso sim. Cheque pré-datado até a pouco tempo, admito foi o meu terror. Fazer uma compra de um bem cujo o dinheiro você terá daqui a 30, 60, 90 dias para quem não sabe se controlar é um problema. A felicidade da compra acontece num primeiro momento. Uma vez conquistado o bem outras coisas podem vir junto e é ai que o descontrole aflorece.

    Lembro-me bem de uma amiga que se dizia viciada em sapatos. Não discuto a beleza dela muito menos dos sapatos, mas o bolso era e sempre foi feio. Resultado; dívidas de renegociação com o banco.

    A resistência do brasileiro em abrir mão do talão de cheque é, portanto, sua utilização como instrumento de crédito. Consumidores e lojistas gostam muito do cheque pré-datado. (Quem já não ouviu a tentadora frase " você pode comprar em três vezes sem entrada").

    O cheque é um instrumento fácil e barato de financiar as compras. Ocorre que tamanha simplicidade pode lhe custar caro, pois tem potencial para se revelar uma armadilha financeira. Não apenas pelo custo excessivo da operação, mas também pelo risco alto de comprometimento de sua estabilidade financeira.

    Mas há uma razão ainda maior para você aposentar o talão de cheque: o bem-estar de sua família. Outros consultores financeiros pessoais concordam que problemas financeiros são fatais para casamentos. É mais fácil um casamento sobreviver a uma crise conjugal do que a uma crise financeira.

    Há muitos caminhos para se chegar a uma crise financeira, perda de emprego e aumento de custos são alguns exemplos. Mas poucos são tão eficientes quanto à utilização desenfreada de cheques pré-datados.

    O cartão de crédito é um perigo, não resta a menor dúvida. Porém, a devastação causada pelo cheque pré-datado é ainda pior. Isso porque o cartão de crédito tem limite. No entanto, você armado com seu talão de cheque não obtém qualquer sinalização do momento em que estão entrando numa zona de perigo.

    terça-feira, novembro 13, 2007

    O polêmico dia da Consciência Negra

    Minha amiga Rosemary Gonçalves, moradora da cidade do aço (Volta Redonda), me repassou um email com uma indicação de uns livros sobre questões raciais.

    A cor do preconceito Menina bonita do laço de fita O amigo do rei
    Todos são da editora Atica. O endereço para quem estiver afim é www.atica.com.br
    Ainda sobre dicas de leitura eu costumo indicar guias financeiros mas não quero ser chato ao extremo e de quando em vez devo recomendar alguns livros que andei lendo. Creio que sejam bons.
    Boa noite
    Amanhã teremos mais novidades sobre aprendizado em investimentos.
    Bolsa de Valores fecha em alta e recupera perdas do dia anterior

    A Bolsa de Valores de São Paulo, popularmente conhecida como Bovespa, encerrou a terça-feira com valorização de 2,28%, aos 62.927 pontos, e recuperou em parte a forte queda de 4,34% sofrida no dia anterior. O volume financeiro registrado hoje foi de R$ 6,48 bilhões.

    O mercado brasileiro seguiu os rumos das bolsas de valores dos Estados Unidos --existem duas a New York Stock Exchange ( que cota o preços das ações de companhias físicas) e a Nasdaq (que cota ações de companhias de tecnologia)--, que também fecharam em alta. Para quem ainda não tem conhecimento de mercado de capitais isso é muito comum.

    A medida que os indicadores nacionais estão em "ordem" os investidores brasileiros se baseiam em notícias que acontecem no exterior. É que o que se chama de globalização dos mercados. Cai aqui, cai lá e vice-versa. Mas há momentos em que os mercados se descolam. Na segunda-feira isso aconteceu. Enquanto as bolsas de todo o mundo caía o mercado brasileiro apresentava alta, por conta da valorização das ações da Petrobras.

    A valorização da Bovespa também se deu por conta da divulgação dos resultados dos balanços de companhias multinacionais e nacionais, como o Pão de Açúcar, Eletropaulo e Banco do Brasil.

    O Grupo Pão de Açúcar, que possui ações na Bovespa, anunciou crescimento de 10,2% no lucro do terceiro trimestre. Foi a primeira alta nos ganhos desde o primeiro trimestre de 2006. A Eletropaulo divulgou que seus ganhos saltaram 300% no período de julho a setembro, em relação a igual intervalo do ano passado.

    O Banco do Brasil anunciou, por sua vez, aumento de 50,3% no lucro trimestral, somando R$ 1,364 bilhão.

    No mercado câmbio, importante indicador para os investidores, os dólar apresentou recuo 0,62%, para R$ 1,767, na venda. No mês, o dólar tem valorização de 1,67%.

    Detalhe para quem não sabe essa cotação não serve para quem vai viajar. Esse dólar cotado em bolsa é para quem faz grandes negócios. Para os quem vai viajar cota-se o dólar turismo que tem uma cotação muito similar ao paralelo. Não costumo cotar dólar paralelo, mas se for preciso com certeza o farei...
    Livro ensina como melhorar suas finanças

    Insistindo no fato de que a economia de dinheiro gera dividendos graciosos , muitos estão a lançar informações e creio que seja um ótimo momento para se aproveitar.

    Neste link, http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u326368.shtml, vocês podem entender melhor o que estou querendo dizer e mostrar.
    O livro eu pedi à editora que ficou de me enviar um exemplar. Assim que o receber e ler, obviamente , farei o comentário.
    Cheques honrados crescem

    Com a estabilidade da economia vem o crescimento do emprego e em consequência disso mais pessoas honram seus compromissos. O valor total dos cheques honrados( pagos na data) no varejo cresceu 0,11% neste ano em relação a 2006, segundo pesquisa da Telecheque, empresa de concessão de crédito no varejo, divulgada nesta terça-feira.

    De acordo com o levantamento, nos dez primeiros meses de 2007, 96,68% das transações com cheques no Brasil foram realizadas com sucesso, ante taxa de 96,57% registrada em 2006.

    Minas Gerais ficou entre os Estados com a maior alta no volume de transações honradas, com índice de 96,98% neste ano, contra o de 96,02% registrado entre janeiro e outubro do ano passado. O crescimento foi de 1%.

    Na segunda posição, Mato Grosso apresentou índice de cheques honrados de 98,38% (o maior índice absoluto), superior 0,92% frente ao do mesmo período de 2006 (97,48%), seguido do Rio de Janeiro, com indicador médio até outubro de 96,95% e crescimento de 0,77% em relação à média verificada em igual período do ano passado (96,21%).

    Na outra ponta, o Estado com menor índice foi o Maranhão, que teve 92,75% das transações honradas, ante 95,97% de 2006, uma queda de 3,36%. Ao todo, dez Estados registraram menos cheques honrados neste ano na comparação com 2006.

    Para quem quer enriquecer com papéis de empresas importantes

    Li essa matéria, http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20071113/not_imp79668,0.php, e achei interessante.
    Ao que parece, a mulher do nada se tornou rica. Na terra do Tio Sam isso acontece muito... Será que aqui está para começar a mesma coisa? Ainda é imprevisível de se afirmar.
    O mercado de capitais no Brasil está a enfrentar o seu maior teste neste momento em que muitos estão diversificando seus investimentos ( farei uma análise real sobre o que é e como proceder ao longo desta semana).
    Poupança, fundo de ações, CDB, Fundo de Investimentos, entre outras coisas, crescem a cada dia e os bancos lucram como nunca com isso.
    Tomem cuidado ao aplicar seus rendimentos, ou mesmo abrir uma conta em banco.
    Muitas instituições financeiras oferecem o céu, dez dias sem juros do cheque especial como exemplo, mas suas tarifas são absolutamente caras.
    Briguem com o gerente do banco em que está para abrir a conta e façam uma pesquisa detalhada para aplicar seus investimentos se tiverem tempo para tal.
    Para entender o mercado financeiro e também de finanças pessoais

    Caros,

    Venho por meio deste lhes informar que serei mais incisivo para escrever neste blog.
    A idéia é explicar os caminhos de como aplicar bem como economizar dinheiro num momento de estabilidade da economia.
    Será muito de Bê-a-Bá mesmo. Neste blog todos poderão ler, e também fazer comentários bem como perguntas sobre como fazer com seu dinheiro.
    Serão textos curtos , diferentes do que se vê por ai e fáceis de se compreender....
    Serão notícias, comentários e informações do que acontece no mercado de finanças.
    Também estarei disponível para consultorias sobre investimentos.. Meus contatos estarão em aberto.

    Abs para todos
    Dólar comercial abre em alta

    O dólar comercial abriu em alta na abertura da sessão de hoje. A moeda estava cotada a R$ 1,778 na compra e a R$ 1,780 na venda, com valorização de 0,11%. Na abertura, marcou R$ 1,783.

    No mercado futuro, os contratos de dezembro negociados na BM&F verificavam aumento de 0,05%, a R$ 1,782. No dia anterior, o dólar comercial apreciou-se 1,83%, a R$ 1,776 na compra e R$ 1,778 na venda.

    Desvalorização mundial

    O mundo está preocupado com a desvalorização da moeda norte-americana. Até o momento a queda, em relação às principais moedas internacionais, foi de 9,5%. O que significa isso. De fato, é uma preocupação porque empresas multi-nacionais exportam em dólar e sofrem perdas abusivas quando a moeda dos EUA está em baixa.

    A desvalorização propicia para uns aumento de dividendos, muitos podem fazer compras de produtos antes muito caros e hoje com preços de relativa "sensibilidade".
    Até quando isso vai ocorrer? A opinião de muitos analistas de mercado é de que isso deverá continuar ocorrendo. Tempo exatamente ninguém sabe ao certo.

    No Brasil o fenômeno não diferente. O real tem se valorizado muito, como você pôde observar no começo deste texto. Creio que esse valor é fictício, mas poderá durar um pouco mais do que muitos imaginam.

    É difícil fazer um prognóstico de quando exatamente isso vai terminar. Mas até o meio de ano que vem, enquanto não houver um ajuste no mercado de capitais, com certeza a valorização do real vai continuar e todos poderão curtir suas férias nos Estados Unidos e Europa ou qualquer outro lugar deste planeta.

    Mercado futuro da Bovespa

    A
    Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) deve apresentar hoje uma leve recuperação. Ontem, o dia foi turbulento e configurou-se na segunda maior queda do ano. O indicador da bolsa paulista registrou queda de 4,34%, para 61.526 pontos, refletindo um forte movimento vendedor impulsionado pela baixa no preço das matérias-primas e um ambiente global de maior aversão a risco.

    O giro financeiro seguiu elevado, acima de R$ 6,54 bilhões. Petrobras, Vale do Rio Doce e as siderúrgicas Usiminas e CSN puxaram as perdas, caindo de entre 7% e 5% cada.

    Hoje estarei acompanhando de perto os indicadores nacionais (Câmbio e bolsa) e internacionais ( valor das principais moedas em relação ao dólar e bolsas) que influenciam o mercado brasileiro.

    Analistas do Unibanco avaliam as cinco ações mais valorizadas do mercado

    Creio que seja uma boa dia para que todos tenham em mente o que podem fazer para melhorar, ou mesmo comparar suas respectivas carteiras de investimentos. Os analistas do Unibanco, com base nas atuais premissas macroeconômicas e momento dos setores, relacionaram as ações que consideram como melhores pedidas para o mês de novembro.

    Tendo em vista este cenário, o Unibanco listou 15 ações que considera como as de melhor perspectiva, além de destacar 5 papéis como top picks para o período.

    Desempenho anterior

    Em setembro, a carteira registrou valorização de 9,16%, levemente acima do desempenho do Ibovespa em igual período.

    Para novembro, o setor de bancos foi relacionado como a principal aposta da instituição, devido à percepção de valor e liquidez atrativos.

    As top picks:


    • Bradesco

      Para explicar a postura otimista em relação aos ativos do Bradesco no período, o Unibanco citou resultados trimestrais sólidos, além de estar bem posicionado no setor em mercados chave como empréstimos para veículos e consumo.

    • Transmissão Paulista

      Os analistas destacaram que o desempenho das ações da Transmissão Paulista deve surpreender em novembro devido à expectativa de bons resultados referentes ao terceiro trimestre de 2007, fator que configura uma oportunidade de compra.

    • Petrobras

      Ressaltando as variações da cotação do petróleo como principal driver para os títulos da estatal, o Unibanco traçou perspectiva de manutenção dos altos patamares da commodity no período em questão, evento que tende a favorecer a valorização dos papéis da empresa.

    • GVT

      O Unibanco ressaltou a elevação de suas projeções para o desempenho operacional da companhia, além de citar que os recursos provenientes da oferta de ações ajudaram a empresa a reduzir o endividamento e investir na expansão de sua rede para outras regiões.

    • Tegma

      Para a instituição, o crescimento do setor automotivo deve apoiar os resultados operacionais da empresa. Foi ressaltado que, atualmente, o segmento representa 80% do Ebitda - geração operacional de caixa - da companhia.


    Confira a composição da carteira recomendada:

    Empresa Código Preço-alvo Upside*
    Bradesco BBDC4 R$ 75,00 34%
    Itaúsa ITSA4 R$ 17,40 40%
    Tractebel TBLE3 R$ 33,50 35%
    Transmissão Paulista TRPL4 R$ 47,90 14%
    VCP VCPA4 Em revisão -
    AmBev AMBV4 R$ 171,00 20%
    Lojas Americanas LAME4 R$ 20,50 2,5%
    Vale do Rio Doce VALE5 Em revisão -
    Petrobras PETR4 R$ 80,65 18%
    CSN CSNA3 Em revisão -
    Usiminas USIM5 Em revisão -
    GVT GVTT3 R$ 47,15 %
    Vivo VIVO4 R$ 12,77 31%
    Tegma TGMA3 R$ 42,00 5%
    Duratex DURA4 R$ 62,00 5%

    segunda-feira, novembro 12, 2007

    Rumos da semana para o mercado de capitais

    Os mercados ainda deverão digerir nesta semana, que termina na quinta-feira, a descoberta da Petrobras. (leia postagens anteriores). Entretanto, a divulgação de resultados de 2007 pelas empresas que compõem o índice Bovespa deverá fazer com que haja um pequeno ajuste por parte dos investidores.
    Pela manhã, o principal indicador da bolsa paulista registrou momento de tensão ao operar em terreno negativo praticamente o tempo todo. É preciso ficar atento aos ajustes. Ainda nesta semana, a atenção às notícias vindas dos Estados Unidos e também da Europa.
    Na terra do tio Sam, os bancos divulgam seus balanços e, pelo menos, a grande maioria deve apresentar resultados pouco expressivos por conta da crise de crédito subprime (quando os bancos emprestam dinheiro para pessoas com histórico de pagamento abaixo da média).
    Mas o que isso tem a haver com o Brasil?
    Globalização meus caros... O que acontece fora da terra brasilis afeta todos os mercados ... Creio que todos já devem saber disso.. Mas prometo explicar, aos que não sabem, melhor nas próximas postagens.

    sexta-feira, novembro 09, 2007

    O sorriso dos que investiram nos papéis da Petrobras


    Tenho dito ao longo deste período que quem tem pressa vai à Roma e fica por lá.
    Ontem, e nos primeiros momentos da manhã desta sexta-feira, as ações da Petrobras valorizaram 16%, por conta do anúncio da descoberta de mais uma jazida de petróleo e gás na bacia de Santos, litoral paulista.
    Ou seja, quem comprou ações a R$ 64 teve uma valorização de 16%.
    Estão todos em polvorosa. Governo, a empresa e, principalmente, os investidores. Esses últimos que esperaram tiveram ganhos extraordinários. Muita gente se desfez desses papéis achando que não ganhariam quase nada a médio prazo. Erraram. Poucos são os investidores que lêem informes sobre empresas. Muitos preferem contratar agentes de informações financeiras, como eu, para dizer o que fazer. Andei lendo e percebi que muita gente ficará feliz.
    A dica, aqui vai, segurem pois no fim do ano haverá mais surpresas. Outros fatores relevantes devem ser levados em conta.
    A Petrobras vem fazendo pesquisa a pelo menos há algum tempo e todos sabiam que uma hora outra isso iria explodir. Explodiu antes por conta da tentativa de acordo com o senhor Evo Morales, presidente da Bolivia, país que contém umas das maiores reservas de gás do planeta.
    Que por falar nisso, os papéis da Comgás deram uma subida. Mas continuo apostando na Redecard. Comentei isso com meu amigo Deni, vizinho meu, e errei.
    Deni, a Redecard é uma empresa do Unibanco , não 100%, mas do Unibanco.
    A tarde terá mais..

    quinta-feira, novembro 08, 2007

    Problemas com a BRA deverá afetar papeis da TAM e GOL na Bovespa

    O setor de aviação sofre uma nova baixa. Desta vez é a BRA, B.R.A para alguns e simplismente BRÁ para muitos. Isso deverá causar problemas para as empresas que possuem papéis na bolsa de valores. TAM e GOL devem ser a mais prejudicadas.
    Sempre afirmei que monopólio é perigoso mas pelo jeito o governo Lulistico não entende isso. Mais, mercados em polvorosa com o preço dos barril do petróleo, que já bateu na casa dos US$ 100 e está, neste momento a US$ 98.
    Mercados, Dentre em pouco a Bovespa deverá abrir seguindo a tendência de queda das bolsas da Ásia e da Europa. Da mesma forma a bolsa de NY, termômetro dos negócios no mundo, deve apresentar depreciação nos primeiros momentos.

    sábado, setembro 15, 2007

    Todas as crises financeiras terminam quando o tamanho total da crise se revela. De votla em 1998 com a crise do fundo LTCM com o qual um monte de gente lá fora está comparando com a atual. Aquela crise começou em agosto quando a Rússia promoveu um calote de sua dívida causando uma aprensão no mercado internacional de dívida e perdas desconhecidas de hedge funds e investidores institucionais. Chegou ao fim em Outubro quando o tamanho das perdas foi conhecido marcado pelo colapso do fundo Long Term Capital Management (LTCM).

    Não há como saber se o Dow Jones irá segurar nas mínimas de Agosto ou se quer se irá lá. Mas o que se pode imaginar é que estamos no prelúdio para o segundo ato final dessa crise no qual poderá começar depois do FED começar a baixar os juros em 18 de Setembro até o meio de Outubro com o balandos dos fundos de hedge.

    Espero ter contribuído e bons negócios.
    Mas a crise ainda não acabou. Essa crise é resultado de uma bolha criada pelo ciclo de baixa de juros. Quando a bolha da Nasdaq implodiu em 2000 a economia americana entrou numa recessão e o FED baixou os juros jogando tudo de volta pra cima. Contudo eles colocaram os juros em patamares artificialmente baixo aumentando enormemente o suprimento de dinheiro, tornando mais fácil obter um financiamento de imóvel do que um cartão de crédito. Preços de casas subiram e se tornaram um bolha em si e agora empréstimos hipotecários são a bolha de hoje em processo de estouro. Fundo de hedge e investidores institucionais cometeram o engano de comprar débitos de hipotecas do mesmo jeito que investidores individuais cometeram o erro de comprar ações de tecnologia super valorizadas e fundos de tecnologia conhecidos como Tech Funds.

    Simplificando, os problemas de crédito são o resultado de empréstimos de bancos e instituições hipotecárias para pessoas sem crédito suficiente para comprar imóveis super valorizados. Então eles venderam esses empréstimos para fundos de hedge e outros investidores institucionais.

    A pressão de venda ainda não acabou. Crises financeiras vem em duas ondas. A primeira é quando as pessoas percebem que há um problema no sistema financeiro e a segunda onda é quando eles descobrem o tamanho do problema. O mercado saberá isso tão logo os resultados trimestrais de fundos de hedge saiam no próximo mês. Nas primeiras semanas de outubro sairão resultados do trimestre de julho/setembro período no qual aconteceu o colapso nos ativos. Será quando o mercado conhecerá o verdadeiro tamanho da crise com esses fundos mostrando as maiores perdas.
    Ações foram atingidas novamente nessa sexta-feira com o DOW Jones caindo 249 pontos e a Nasdaq 49 pontos seguindo mais notícias economicas ruins. A economia Americana perdeu vagas de empregos em agosto deixando o mercado tão fraco quanto estava em 2001 com o mercado de FED FUND Futuro precificando 100% de chance de um corte nos juros futuros dia 18 de setembro e 40% de chance de um corte de 0,50%.

    A queda de sexta-feira foi marcada novamente com ordens maciças de vendas. Tivemos uma grande queda em Julho e Agosto seguidas de um recuperação com baixo volume colocando os preços acima das médias móveis de 200 e 50 dias, médias que em "bear markets" agem como resistência. o FED novamente intervindo no mercado injetando mais de $30 bilhões para tentar segurar a crise sob controle. Mesmo assim, o sentimento do investidor internacional continua muito baixista correndo o risco ainda do mercado testar as mínimas de agosto durante as próximas 4 ou 6 semanas e se segurar poderá ainda haver uma chande de rally de final de ano.

    Porém isso tudo vai depender de como a crise de subprime vai se desenrolar. O mercado de bônus de curto prazo americano sugere que realmente é muito séria. Mas na realidade nós não temos nenhum meio de saber agora qual o tamanho real do problema de subprime, não sabemos qual o tamanho das perdas. Iremos saber disso em Outubro. O sistema financeiro americano está experimentando um crise no momento. Em agosto e julho o mercado caiu forte com perdas de hedge funds relativas aos subprime, com esses fundos tendo chamadas de margens e resgates forçando-os a venderem ações líquidas pressionando o mercado para baixo, levando o mercado de ações em 16 de agosto a um pequeno crash. Naquele ponto fez com que o FED baixasse sua taxa de redesconto levando o mercado a reagir pra cima de volta.
    cometário de 10 de setembro

    quarta-feira, setembro 12, 2007

    Começou o mês das dádivas. O mês onde todos os religiosos devem abster-se dos caminhos desviados. Coisas horríveis que aconteceram neste ano podem ser eliminadas através deste mês. Falo do Ramadã, mês sagrado dos muçulmanos, onde todos podem e devem ter caminhos de excelência... Graças ao bom Deus ele nos regenera e nos mostra que somos e podemos ser subservientes a ele.
    Que Allah de graças a todos nós.

    terça-feira, setembro 11, 2007

    Mais uma vez me sinto queimado...
    A pergunta é procure emprego para melhorar a situação.

    Não adianta se desesperar. não há como fazê-lo...
    Sentir o peso da responsabilidade é algo que sempre foi muito difícil para mim.
    Ao longo de um bom período, me senti um verdadeiro moleque levando minhas peripécias amorosas para dentro de meus trabalhos. Agora, sem emprego, vejo que as coisas estão mais corretas de enxergar. Ser moleque em espirito não dá certo.
    Vejo que é necessário ser mais adulto para comerçar novamente. Do zero absolutamente. A pergunta neste momento é como procurar emprego. Como fazê-lo sem esconder meu passado de molecagens e falta de atitudes sem ferir as pessoas...
    Eu magoei muito minha esposa e acho que é hora de dar o que ela sempre quis e ver o que mais preciso.
    Amor.
    Retomo este como uma forma de manter meus textos, o que acho que sei escrever para melhorar ainda mais minha escrita...

    segunda-feira, setembro 03, 2007

    Errei. Mas não sou uma fraude.........

    sábado, julho 28, 2007

    Nova cúpula para enfrentar o caos aéreo

    Luis,

    Parece que a solução do caos aéreo começa a ter um fim. Fontes da CPI do apagão aéreo afirmam que segunda ou terça-feira a diretoria da ANAC deve entregar ao presidente Lula uma carta de demissão coletiva. A atual direção está sendo muito criticada , por conta dos episódios recentes que aconteceram no país, e o momento é de cautela com a chegada do novo ministro da Defesa Neslon Jobim. Fica, agora, a expectativa para ver quem vai substituir os atuais diretores.

    quinta-feira, julho 19, 2007

    Matéria do estado hoje na internet

    O governo chegou ao fim do dia de ontem convicto de que a tragédia envolvendo o Airbus A-320, do vôo 3054 da TAM, foi um desastre e não tem ligação direta com a crise da infra-estrutura aeroportuária do País. Por isso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não planeja montar formalmente um gabinete de crise, mas pretende demitir em breve a cúpula da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) e tirar poderes do ministro da Defesa, Waldir Pires. A idéia de Lula é reforçar o Conselho Nacional de Aviação Civil (Conac), criado em 2003 para assessorar a Presidência nas questões relacionadas ao tráfego aéreo.

    O Planalto teme parecer ''''autista'''' na crise, que começou em setembro do ano passado, após o choque do Boeing da Gol com o jato Legacy. Lula e assessores ainda avaliam a conveniência de o presidente fazer um pronunciamento sobre o assunto.

    Reservadamente, Lula queixou-se do brigadeiro José Carlos Pereira, presidente da Infraero, considerado fraco para desempenhar a função. Toda a responsabilidade pelo acompanhamento do caso foi transferida ao comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito.

    Lula sabe, porém, que é preciso adotar providências rápidas para combater a imagem de que o governo não consegue resolver a crise e já cobra resultados dos auxiliares. É com base nessa análise que ele pretende reforçar o Conac e construir uma saída honrosa para o ministro Waldir Pires. O Conac é, formalmente, presidido por Pires, mas será criada uma secretaria-executiva, como prevê seu estatuto, para gerenciar as ações referentes ao tráfego aéreo. As mudanças aumentam a expectativa sobre a primeira reunião do conselho, após anos desativado, prevista para sexta-feira.

    Pires não deve ser defenestrado nesta semana porque, para o Planalto, sua saída, agora, equivaleria a carimbar o governo como ''''incompetente'''' na questão aérea. Mas ninguém mais dúvida de que ele deixará a equipe. Aliados do presidente dizem, sob condição do anonimato, que Lula já deveria ter dispensado Pires, mas não o fez por vínculos de amizade.

    ERRO HUMANO

    Para formar a convicção de que o acidente com o avião da TAM não foi provocado pela pista escorregadia de Congonhas, o Planalto foi abastecido ao longo do dia com informações técnicas dadas por peritos e pilotos experientes da Força Aérea Brasileira (FAB). A maioria desses pilotos avaliou que pode ter havido uma combinação de falha mecânica com falha do piloto. Lula foi informado de que mais de cem pousos e decolagens foram feitos em Congonhas, anteontem, nas mesmas condições meteorológicas enfrentadas pelo avião da TAM.

    A notícia da tragédia chegou ao Planalto por volta das 19h30 de anteontem. ''''Meu Deus do céu, que tragédia! Como pode?'''', reagiu Lula. A informação foi dada pelo brigadeiro Joseli Camelo, assessor da Presidência para assuntos de Aeronáutica. ''''Nossa informação é de que todos morreram.''''
    E o caos aéreo criou mais um problema. A forte demanda do Aeroporto de Congonhas causou o maior acidente do país. Mais de 200 mortos e ainda sem nenhum ferido....
    A pergunta agora é o que fazer. Minha opinião. É preciso rever os conceitos de infra-estrutura do País... O governo erra ao tratar da questão apenas como um problema pontual.
    Embora pareça que a culpa não foi por problemas na pista, creio ser urgente a necessidade de mudanças..

    domingo, julho 15, 2007

    36 não é para qualquer um